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Poema São José; Perdoai as ofensas... ; "Cheia de graça"...; Sete palavras de Cristo na Cruz: S. Roberto Belarmino

Livro a ave maria o feminino e o espirito santo
Leonardo Boff

https://www.youtube.com/watch?v=Uwx1p--XV6c

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O Papa Francisco pede atenção especial a São José, Esposo de Maria, na Liturgia da missa, depois de citar Maria, Mãe de Jesus.)
 
São José a Personificação do Pai
Leonardo Boff
19/03/2012

Vozes: São José, o pai de Jesus numa sociedade sem pai.
São José (19 de março)
 Família Divina do Pai, do Filho e do Espírito Sant ganha corpo na família humana de Jesus, Maria e José.

Introduziu o filho Jesus nas tradições religiosas de seu povo e lhe transmitiu a profissão de artesão-carpinteiro. Dele se diz que era um homem justo que na linguagem bíblica possui um sentido social: significa um homem corretíssimo, bem integrado na sociedade a ponto de ser feito uma referência viva para todos. Depois sumiu sem deixar sinal. (....) educou o menino Jesus - criança sã. Até referem que, viúvo com seis filhos, casou com Maria aos 93 anos, ficou com ela por 18 anos e morreu com 111. (segundo os Apócrifos - livros tardios não aceitos pela Igreja).

Transcrevo uma fala de Jesus contida no evangelho apócrifo do século IV História de José, o carpinteiro (Vozes):”Quando fordes revestidos de minha força e receberdes o Sopro de meu Pai que é o Espírito Paráclito e quando fordes enviados a pregar a boa-nova, pregai também a respeito de meu querido pai José”.

São José nunca teve centralidade na Igreja. Somente depois de 800 anos apareceram os primeiros sermões sobre ele. Apenas em 1870 foi proclamado patrono da Igreja Universal, não pelo próprio Papa Pio IX, mas por um decreto da Congregação dos Ritos. Em 1962 o Papa João XXIII inseriu seu nome no cânon da missa...

São José é patrono do Ceará, Brasil.
Há  muitas pessoas consagradas a São José, capelas, igrejas, propriedades, cidades, etc.

https://leonardoboff.wordpress.com/2012/03/19/sao-jose-19-de-marco-disfuncional-para-uma-igreja-de-poder/

Ó MEU BOM JOSÉ, MINHA GRATIDÃO! (p. 63)

Ao meu santo onomástico, padroeiro da Igreja, HOMEM JUSTO.

Ao Papa Francisco, que reintroduziu na liturgia a invocação obrigatória do santo após o nome da Virgem Maria: São José, esposo da Virgem.
Pela cura de meu filho!

Pelas bênçãos ao meu lar.

Ao Deus Unidade e Trindade, agradeço,
Ao Nome Sublime e Puro de Jesus, louvor,
Peço proteção ao Justo José, meu protetor,
Estes poemas, à Sagrada Família, ofereço.

Se todo empecilho enfrenta, “Idea José”;
Eis o conselho sábio que dá as Escrituras.
José enxerga além do torto o direito de Javé,
José penetra os sonhos quais sinais das Alturas.

Já o Novo Testamento tem a história de outro José,
Filho de Davi, o qual assumirá o Jesus menino,
As Letras Sagradas contam-nos a narrativa de fé,
O Homem Justo  sonha, adota o próprio Divino.

E a Igreja nos recomenda esta linda devoção,
O terço das dores e alegrias de Pai Terreno,
Onde se reza sua vida e seu trabalho sereno,
Contentes, imitemos seu exemplo, de oração.

Dores e Alegrias são momentos análogos,
Aos pés da Cruz, São José não estava.
Morrera antes, depois de uma longa estrada.
Deduzidos de silêncios e avanços amargos.

Se o antigo povo tinha José qual referência,
Por ser honesto e temente ao todo Poderoso,
Recorde o Justo amando Jesus, Filho Bondoso,
O Novo Povo de Deus pede hoje sua diligência.

Não abandona o povo, nem Maria e Cristo,
O Anjo o ilumina no mistério da Encarnação,
O Carpinteiro prepara o Filho a sofrer todo risco,
Ser amparo, força e defesa do povo na opressão.

A inefável Providência digna conceder
A todos, São José, Intercessor junto a Deus,
Aquele que, na Terra, vive fiel aos seus,
Ensine-nos o bem e, ao Eterno Bem, merecer.

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"Cheia de graça" - A Virgem Mãe de Deus é chamada assim pelo Anjo Gabriel na Escritura Sagrada.

5. — Primeiramente, a bem-aventurada Virgem ultrapassou todos os Anjos por sua plenitude de graça, e para manifestar esta preeminência o Arcanjo Gabriel inclinou-se diante dela, dizendo: cheia de graça; o que quer dizer: a vós venero, porque me ultrapassais por vossa plenitude de graça.
6. — Diz-se também da Bem-aventurada Virgem que é cheia de graça, em três perspectivas:
 
Primeiro, sua alma possui toda a plenitude de graça. Deus dá a graça para fazer o bem e para evitar o mal. E sob esse duplo aspecto a Bem-aventurada Virgem possuía a graça perfeitissimamente, porque foi ela quem melhor evitou o pecado, depois de Cristo.
 
O pecado ou é original ou atual; mortal ou venial.
 
A Virgem foi preservada do pecado original, desde o primeiro instante de sua concepção e permaneceu sempre isenta de pecado mortal ou venial.
 
Também está escrito, no Cântico dos Cânticos: (4, 7) Tu és formosa, amiga minha, e em ti não há mácula.
 
«Com exceção da Santa Virgem, diz Santo Agostinho, em seu livro sobre a natureza e a graça; todos os santos e santas, em sua vida terrena, diante da pergunta: «estais sem pecados?» teriam gritado a uma só voz: «Se disséssemos: estamos sem pecado (cf. 1, Jo 1, 6), estaríamos enganando-nos a nós mesmos e a verdade não estaria conosco».
 
«A Virgem santa é a única exceção. Para honrar o Senhor, quando se trata a respeito do pecado, não se faça nunca referência à Virgem Santa. Sabemos que a ela foi dada uma abundância de graças maior, para triunfar completamente do pecado. Ela mereceu conceber Aquele que não foi manchado por nenhuma falta».
 
Mas o Cristo ultrapassou a Bem-aventurada Virgem. Sem dúvida, um e outro foram concebidos e nasceram sem pecado original. Mas Maria, contrariamente a seu Filho, lhe é submissa de direito. E se ela foi, de fato, totalmente preservada, foi por uma graça e um privilégio singular de Deus Todo Poderoso que é devido aos méritos de seu Filho, Jesus Cristo, Salvador do gênero humano. (N.T.).
 
7. — A Virgem realizou também as obras de todas as virtudes. Os outros santos se destacam por algumas virtudes, dentre tantas. Este foi humilde, aquele foi casto, aquele outro, misericordioso, por isto são apresentados como modelo para esta ou aquela determinada virtude; como, por exemplo, se apresenta São Nicolau, como modelo de misericórdia.
 
Mas a Bem-aventurada Virgem é o modelo e o exemplo de todas as virtudes. Nela achareis o modelo da humildade. Escutai suas palavras: (Lc 1, 38) Eis a escrava do Senhor. E mais (Lc 1, 48): O Senhor olhou a humildade de sua serva. Ela é também o modelo da castidade: ela mesma confessa que não conheceu homem (cf. Lc 1, 43). Como é fácil constatar, Maria é o modelo de todas as virtudes.
 
A Bem-aventurada Virgem é pois cheia de graça, tanto porque faz o bem, como porque evita o mal.
 
8. — Em segundo lugar, a plenitude de graça da Virgem Santa se manifesta no reflexo da graça de sua alma, sobre sua carne e todo o seu corpo.
 
Já é uma grande felicidade que os santos gozem de graça suficiente, para a santificação de suas almas. Mas a alma da Bem-aventurada Virgem Maria possui uma tal plenitude de graça, que esta graça de sua alma reflete sobre sua carne, que, por sua vez, concebe o Filho de Deus.
 
Porque o amor do Espírito Santo, nos diz Hugo de São Vitor, arde no coração da Virgem com um ardor singular, Ele opera em sua carne maravilhas tão grandes, que dela nasceu um Homem Deus, como avisa o Anjo à Virgem santa: (Lc 1, 35) Um Filho santo nascerá de ti e será chamado Filho de Deus.
 
9. — Em terceiro lugar, a Bem-aventurada Virgem é cheia de graça, a ponto de espalhar sua plenitude de graça sobre todos os homens.
 
Que cada santo possua graça suficiente para a salvação de muitos homens é coisa considerável. Mas se um santo fosse dotado de uma graça capaz de salvar toda a humanidade, ele gozaria de uma abundância de graça insuperável. Ora, essa plenitude de graça existe no Cristo e na Bem-aventurada Virgem.
 
Em todos os perigos, podemos obter o auxílio desta gloriosa Virgem. Canta o esposo, no Cântico dos Cânticos: (4, 4) Teu pescoço é como a torre de Davi, edificada com seus baluartes. Dela estão pendentes mil escudos, quer dizer, mil remédios contra os perigos.
 
Também em todas as ações virtuosas podemos beneficiar-nos de sua ajuda. Em mim há toda a esperança da vida e da virtude (Ecl 24, 25).

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"Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores" (primeira versão portuguesa; atualmente: a versão é Perdoai as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos ofendeu..."

64. — Encontramos homens de grande sabedoria e força, mas quem confia em sua própria força não trabalha com sabedoria nem conduz até o final aquilo que se propusera fazer. Parecem ignorar que os conselhos dão força às reflexões. Como ensinam os Provérbios (20, 18).
Mas notemos que o Espírito Santo que dá a força, dá também o conselho; pois qualquer bom conselho relativo à salvação do homem só pode vir do Espírito Santo.
 
O conselho é necessário ao homem, quando este sofre tribulações, assim como o conselho do médico, quando se está doente. Quando um homem está espiritualmente doente pelo pecado, deve pedir conselho. E Daniel mostra que o conselho é necessário ao pecador, quando diz ao rei Nabucodonosor (Dn 4, 24): Segue, ó rei, o conselho que te dou, redime os teus pecados com esmolas.
 
O conselho de dar esmolas e ser misericordioso é excelente para apagar os pecados. Por isso o Espírito Santo ensina aos pecadores esta oração pedindo: Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores.
 
Além disso devemos verdadeiramente a Deus aquilo a que Ele tem direito e que nós lhe recusamos. Ora, o direito de Deus exige que façamos Sua vontade, preferindo-a à nossa vontade. Ofendemos, portanto, seu direito, quando preferimos nossa vontade à sua, e isto é o pecado. Assim os pecados são nossas dívidas para com Deus. E o Espírito Santo nos aconselha que peçamos a Deus o perdão de nossos pecados e por isso dizemos: Perdoai as nossas dívidas.
 
65. — Sobre estas palavras podemos fazer três considerações:
 
a) Primeiro, por que fazemos este pedido?
b) Segundo, quando será realizado?
c) Terceiro, que devemos fazer para que Deus realize nosso pedido?
 
a) Da primeira, tiramos dois ensinamentos necessários ao homem, nesta vida.
 
Um, que o homem deve sempre temer a Deus e ser humilde. Há quem seja bastante presunçoso para dizer que podemos viver neste mundo de modo a evitar o pecado. Mas isto a ninguém foi dado, a não ser ao Cristo que possui o Espírito em toda a plenitude; e à Bem-aventurada Virgem, cheia de graça e imaculada, da qual dizia Santo Agostinho: «Desta (Virgem) não quero fazer a menor menção, quando falo do pecado». Mas a nenhum outro santo foi concedido não cair em pecado ou, ao menos, não incorrer em algum pecado venial. Diz, em sua Epístola, São João: Se dissermos que estamos sem pecado, nós mesmos nos enganamos, e não há verdade em nós. (I, 1,8).
 
E isto tudo é provado pelo próprio pedido. Firmamos, pois, que a todos, santos ou não, convém dizer o Pai Nosso, com o pedido: Perdoai as nossas dívidas. Portanto, cada homem se reconhece e se confessa pecador e indubitavelmente devedor. Se, pois, sois pecador, deveis temer e vos humilhar.
 
O outro ensinamento é que vivamos sempre na esperança. Ainda que sejamos pecadores, não devemos desesperar. O desespero nos leva a outros e mais graves pecados, como nos diz o Apóstolo (Ef 4, 19): Desesperando, entregaram-se à dissolução e a toda sorte de impurezas.
 
É, pois, muito útil que sempre esperemos. O homem, por mais pecador que seja, deve esperar sempre o perdão de Deus, se seu arrependimento é verdadeiro, se se converteu perfeitamente.
 
Ora, esta esperança se fortifica em nós, quando pedimos: Pai nosso, perdoai as nossas dívidas.
 
67. — Os hereges Navatini negavam essa esperança, dizendo que aquele que peca, depois do batismo, não alcança a misericórdia. Ora, isto não é verdade, se é verdade o que Cristo diz (Mt 18,32): Perdoei-te a dívida toda, porque me pediste.
 
Assim, em qualquer dia em que pedirdes, podereis obter a misericórdia, se rogardes arrependidos por terdes pecado.
 
Se, portanto, por esse pedido, nasce o temor e a esperança e todo pecador contrito alcança a misericórdia, concluímos o quanto é necessário fazê-lo.
 
68. — b) Quanto à segunda consideração, é preciso lembrar que, no pecado, são dois os elementos presentes: a culpa, pela qual se ofende a Deus, e o castigo devido pela ofensa.
 
Ora, a falta é remida pela contrição, se esta é acompanhada do propósito de se confessar e de satisfazê-la. Declara o Salmista (Sl 31, 5): Eu disse: confessarei ao Senhor contra minha injustiça; e tu me perdoaste a impiedade de meu pecado.
 
Como dissemos, se a contrição dos pecados, com o propósito de confessá-los, basta para obter sua remissão, o pecador não deve desesperar.
 
69. — Mas alguém pode objetar: se a contrição do pecado redime a culpa, porque é necessário a confissão ao sacerdote?
 
A esta pergunta responderemos: Deus, pela contrição, redime o pecado, mudando o castigo eterno em castigo temporal; o pecador, contrito, fica submetido à pena temporal. Assim, se o pecador morre sem confissão, não por tê-la desprezado, mas porque a morte o surpreendeu, irá para o purgatório onde, segundo Santo Agostinho, sofrerá muitíssimo. No entanto, ao vos confessar, o sacerdote vos absolve da pena temporal pelo poder das chaves, ao qual vos submeteis na confissão; pois disse Cristo aos Apóstolos (Jo, 20,22,23): Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados, serão perdoados e aos que os retiverdes, serão retidos. Assim, quando se confessa uma vez, alguma parte da pena é perdoada e do mesmo modo, quando se repete a confissão ou se confessa, tantas vezes, quanto necessário, será totalmente perdoada.
 
70. — Os sucessores dos Apóstolos acharam um outro modo de remir a pena temporal: pelo benefício das indulgências. Para quem vive na caridade, as indulgências têm o valor que o Papa lhes pode conferir.
 
Quando os santos fazem boas obras, sem terem pecado, ao menos mortalmente, essas obras são úteis para a Igreja. Do mesmo modo os méritos de Cristo e da bem-aventurada Virgem são reunidos como um tesouro. O Soberano Pontífice e aqueles a quem ele confiou tal cuidado, podem aplicar estes méritos, onde mais houver necessidade.
 
Assim, pois, os pecados são remidos, quanto à falta, peia contrição, e quanto à pena, pela confissão e pelas indulgências.
 
71. — c) Quanto à terceira consideração: que devemos fazer para que Deus realize nosso pedido, Deus requer, de nossa parte, que perdoemos ao próximo as ofensas que nos fez. É por isso que nos faz dizer: assim como nós perdoamos os nossos devedores. Se agirmos de outra maneira, Deus não nos perdoará.
 
Diz-nos o Eclesiástico (28, 2-5): Perdoa a teu próximo o mal, que te fez e a seu pedido teus pecados ser-te-ão perdoados. O homem guarda sua ira para com outro homem e pede a Deus remédio? Não tem compaixão de um homem seu semelhante, e pede perdão de seus pecados? Sendo carne, conserva rancor e pede propiciação a Deus? Quem lha alcançará por seus delitos? Perdoai, (Lc 6, 37), e ser-vos-á perdoado.
 
É por isso que neste quinto pedido do Pai N'osso o Senhor nos põe uma única condição: perdoai o outro. Se assim não fazemos, não seremos perdoados.
 
72. — Mas poderíamos dizer: Direi as primeiras palavras do pedido a saber: perdoai as nossas dívidas, mas não as últimas: como nós perdoamos aos nossos devedores.
 
Quereis enganar a Cristo? Mas certamente não enganareis. Cristo compôs esta oração e dela se lembra bem; como podeis enganá-lo? Portanto, se dizeis com a boca, ratificai com o coração.
 
73. — Mas, perguntamos, aquele que não tem o propósito de perdoar seu próximo deve dizer: Assim como nós perdoamos os nossos devedores?
 
Parece que não, pois estaria mentindo.
 
Mas respondo que não estaria mentindo, porque não está rezando em seu nome, mas em nome da Igreja, que não se engana. É por isso que esse pedido foi posto no plural.
 
74. — Precisamos saber que há dois modos de perdoar o próximo. O primeiro é o dos perfeitos, que leva os ofendidos a procurarem os ofensores, como diz o Salmista: (Sl 33, 15): Procurai a paz. 44
 
O segundo modo de perdoar é comum a todos, é a obrigação de todos; nada mais é que perdoar os que pedem perdão, como diz o Eclesiástico; (28, 2) Perdoa teu próximo pelo mal que te fez e a seu pedido teus pecados ser-te-ão perdoados.
 
75. — Bem-aventurados os misericordiosos, é o fruto deste quinto pedido. Porque nos leva a ter misericórdia para com o próximo.

http://permanencia.org.br/drupal/node/1413
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As sete palavras de Cristo na Cruz
Prof. Felipe Aquino

https://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2012/12/04/as-sete-palavras-de-cristo-na-cruz/

O profeta Isaías mostra-nos que Jesus Cristo foi para a cruz “como um cordeiro que se conduz ao matadouro (Ele não abriu a boca)” (Is 53,7).

A Igreja sempre guardou essas “Sete Palavras” com profundo amor, respeito e devoção, procurando tirar delas todo o seu riquíssimo significado.

1 – “Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem” (Lc 23,34)
2 – “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43)
3 – “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” (Mt 27,46)
4 – “Mulher, eis aí o teu filho”…“Filho, eis aí tua Mãe” (Jo19,26)
5 – “ Tenho sede! ” (Jo 19,28)
6 – “Tudo está consumado” (Jo 19,30)
7 – “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46)


As sete palavras de Cristo na Cruz (trad. em andamento)

Tradução: Revista Permanência

Prefácio

... perfeita caridade: “As muitas águas não puderam extinguir o amor, nem os rios terão força para o submergir” Cant 8,7

... a caridade de Deus Pai — que “amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu Filho Unigênito, para que todo o que crê n’Ele não pereça, mas tenha vida eterna” Jo 3,16 — ultrapassa todo e qualquer conhecimento.

Capítulo 1: Explicação literal da Primeira Palavra: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem"

Capítulo 2: O primeiro fruto que se há de colher da consideração da primeira Palavra dita por Cristo na Cruz - "

Capítulo 3: O segundo fruto que se há de colher da consideração da primeira Palavra dita por Cristo na Cruz - "

Capítulo 4: Explicação textual da segunda palavra: “Amém, Eu te digo: Hoje estarás comigo no paraíso.”

Capítulo 5: O primeiro fruto que se há de colher da consideração da segunda Palavra dita por Cristo na Cruz.

Capítulo 6: O segundo fruto que se há de colher da consideração da segunda Palavra dita por Cristo na Cruz.

Sexta Palavra de Cristo na Cruz -
Explicação Literal da Sexta Palavra: “Está tudo consumado”.

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ORAÇÃO PELA CANONIZAÇÃO DO BEATO DUNS SCOTO

J B Pereira – portal Recanto das Letras. 07/12/2014.

O Deus de eterno Amor, que escolhestes Duns Scoto para defender as verdades sobre a Imaculada Conceição de Maria, nos vó-lo suplicamos que Scoto seja elevado à glória dos altares como amor e fidelidade à Igreja e veneração sincera a Virgem Imaculada. Com ele, reconhecemos nosso Salvador nascido de Maria de tal modo que Deus permaneça no centro de nossas vidas e que tenhamos santo respeito à Igreja e à Virgem Maria. Amém.

Reze um Pai-Nosso, uma Ave-Maria, um Glória ao Pai.

Beato Duns Scoto, rogai por nós para que sejamos dignos  das Promessas de Cristo.

Tudo por Jesus, nada sem Maria. Nada sem Maria, tudo por Jesus. Amém.

https://www.youtube.com/watch?v=SZb1vjrcJZM

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DADOS DO AUTOR E DA OBRA - J B PEREIRA

“Sou um peregrino” na história (Santo Agostinho), e a poesia é minha companheira de trilhas infinitas! De momentos em memórias, fiz da vida poesis.
Querido(a) leitor(a), aqui está meu primeiro livro de memórias a partir de alguns rascunhos e anotações de meus pais. Espero que goste e aproveite-o. Reflexão sobre o cotidiano, o amor, pessoas e cenários que se fluíram no tempo. A fé perpassa dificuldades. Nós nos construímos em nossas opções, pois “sou eu e minhas circunstancias” como afirmava Ortega y Gasset. Não estamos prontos, vamo-nos gestando aos poucos na travessia em nossos Sertões e veredas na afirmação de Guimarães Rosa.
Aludo-me à memória do Amistat, filme em que se declara:
- “Sou a razão de eles terem existido”. As culturas e as famílias constituem um legado iniludível cujos traços estão em cada geração. MOMENTOS POÉTICOS é uma tentativa de preservar esses traços e visualizar valores das Minas Gerais. Onde houver pessoas e simplicidade, a sabedoria estará presente. Há sonetos que exultam a vida, a cidade, o  passado, culturas locais e acesso ao saber e aos livros.
O presente opúsculo é oferecido de coração às pessoas e às culturas das Regiões do Sul de Minas, das Vertentes e do Centro-Oeste e Triângulo Mineiros, nas quais contemplamos Alfenas, São João del-Rei e Divinópolis, MG.
Deliciamo-nos com seu povo, saberes, religiosidade, geografia, cantigas, mística, bibliotecas, tradições, dentre outras condições culturais. Mergulhar nos umbrais da vida e da eternidade, sentir os tesouros da vivência transeunte, a fé do sertanejo e as impressões da mineiridade na alma e no corpo da nossa gente é deixar-se encantar pelos momentos poéticos de uma prece:

Senhor, concede-nos
Ser belos interiormente,
E o que venhamos ter,
Esteja em harmonia
Com a tua sabedoria e utopia!  J B Pereira
J B Pereira e http://permanencia.org.br/drupal/node/49; https://www.recantodasletras.com.br/oracoes/6123073
Enviado por J B Pereira em 16/01/2018
Reeditado em 16/01/2018
Código do texto: T6228146
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
J B Pereira
Piracicaba - São Paulo - Brasil
2269 textos (1222140 leituras)
14 e-livros (85 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/10/19 01:06)
J B Pereira