Subreptilianos
[1ª Estrofe]
Às vezes somos sombras de nós mesmos,
em subostracismos sutis,
refúgios costurados por silêncios,
cercados de muros invisíveis.
[2ª Estrofe]
Avestruzes do nosso próprio desassossego,
mergulhamos a cabeça nas areias da mente,
fugindo do ruído, da luz, do confronto,
mas sempre cientes do mundo que persiste.
[Refrão]
Entre a fuga e o enfrentar,
há um grito preso, um despertar,
somos mais que o medo que nos esconde,
há vitória além do horizonte.
[3ª Estrofe]
Das sombras, erguemos nosso olhar,
o peso se dissolve, o passo encontra chão,
o que nos prendia já não nos alcança,
é tempo de sair da defensiva, da solidão.
[Instrumental]
[Refrão]
Entre a fuga e o enfrentar,
há um grito livre, força de lutar,
somos mais que o medo que nos esconde,
há vitória além do horizonte.
[4ª Estrofe]
Avestruzes? Somos leões,
Rompemos as jaulas, quebramos prisões
O que era refúgio, virou fortaleza
O que era silente do mundo que persiste.
[Refrão]
Entre a fuga e o enfrentar,
há um grito preso, um despertar,
somos mais que o medo que nos esconde,
há vitória além do horizonte.
[Repete a 3ª Estrofe]
Das sombras, erguemos nosso olhar,
o peso se dissolve, o passo encontra chão,
o que nos prendia já não nos alcança,
é tempo de sair da defensiva, da solidão.
[Último Refrão - Triunfante]
Entre a fuga e o enfrentar,
há um grito livre, a força de lutar,
somos mais que o medo que nos esconde,
a vitória agora é o nosso horizonte.
[Ponte - Crescente]
Não somos avestruzes, somos leões,
rompemos as jaulas, quebramos prisões,
o que era refúgio virou fortaleza,
o que era silêncio agora é certeza!
[Final]
E no horizonte, um novo dia,
subreptilianos, mas cheios de vida,
porque a vitória é mais que sobreviver,
é aprender a viver e renascer.