Foto:  Voo  de  marrecos  na  Coreia  do  Sul
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MARRECOS  EM  MIGRAÇÃO
Rimada: ABCCBA DD EFGGFE HH IJI JIJ KK
Fosléxis #040Heptassilábico


Como nuvem, veloz passa,
em forma, ordenadamente
Grasnando bem orquestrado,
Voo em "V" sincronizado.
Síncrona ordenada mente,
Marreco em bando com graça.

Fiu-fiu! Fififiu! Seguem cantando...
Fiu-fiu! Fififiu! Voam migrando.

Sei ao certo o seu destino,
a migrar sazonalmente.
Plano de voo seguem à risca...
Emproam o rumo que nem isca.
Prosseguem ordeiramente
firmes ao líder em prumo e tino.

Vão seguindo o objetivo...
Chegar é seu lenitivo.

Lá se acasalarão...
Reproduzir é preciso.
Muitos ninhos formarão.

Poõem, chocam, lar conciso...
Logo, logo tornarão.
Seu retorno já diviso.

Rotina, que dá volta à vida,
Sucessão que à vida envida.

 

Autores que compõem em Fosléxis

          1. ( 43) Bosco Esmeraldo
          2. ( 11) Margareth DSL
          3. (   2) Esther Lessa
          4. (   1) Ana Lúcia Paiva
          5. (   1) Marne Pimentel
          6. (   1) Marli Caldeira Melris
          7. (   1) Norma Aparecida Silveira Moraes
          8. (   1) Aíla Brito

Total : 061
Faltam: 039

 

Precisamos de, pelo menos, mais três poetas compondo em Fosléxis para alcançarmos o objetivo.
Juntos chegaremos lá!


 
COMO COMPOR UM FOSLÉXIS

Fosléxis, criação do Poeta Bosco Esmeraldo, faz parte do seu acervo estilístico ALELOS ESMERALDINUS.
Fosléxis vem de Fós (gr. phós = luz); Léxis ('cs', gr. = palavra), ou seja, 'palavra de luz'. p.ex. ideia brilhante, versos iluminados.
São 24 versos dispostos na formatação:
Estrofação: 6-2, 6-2, 3-3-2,
Métricas:  tetra, penta, hepta, enea e decassílabos.
Rimada:   ABCCBA DD, EFGGFE HH IJI JKJ KK
                 ABCCBA DD, EFGGFE HH IJI JIJ  IJ
                 ABCCBA DD, EFGGFE HH IJI JIJ KK
                 ABCCBA DD, EFGGFE HH IJI KJK LL
Obs.: Preferencialmente, as regras de rimas e métrica devem ser mantidas, mas, deixando o poeta mais livre, é permitido usar 'pseudorrimas', ou seja, aproximação de sons utilizando-se da assonâncias ou aliteração. Isto é, rima com repetição de sons ou proximidade sonora. Não serão desconsiderados os poemas atípicos. São todos bem-vindos.

Só sabe o sabor do quitute aquele que o degusta. Então, mãos à obra e sejam bem-vindas belas obras.
Faça pelo menos um e se apaixone po ele!


Interagindo com o texto: TROVAS - Natureza 77 (T5106482) de: Maria do Céo Corrêa

Alelos Esmeraldinus
Enviado por Alelos Esmeraldinus em 20/01/2015
Reeditado em 24/01/2015
Código do texto: T5108307
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