BILHETE POSTAL
Cai-me na mão,
Como um clarão,
O teu bilhete,
Num ramalhete
... Feito de rosas!
Numa palavra
Da tua lavra,
Fechaste o cerco...
Já não me perco
... Em polvorosas...
Deste-me o espaço
Do teu regaço
Que hoje me acalma...
Sorri minh’alma
... Nas minhas prosas!
Vou sem queixumes
Aos teus perfumes...
Cheiros de flor,
Noites de amor
... As mais gostosas!
Bilhete antigo,
Trago-o comigo,
Em imagens tuas
De noites nuas
... De amor cheirosas!
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