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A Existência e a Leitura e a Interpretação

Agora irei falar e comentar sobre  mim, e sua nebulosa criação ou ainda um sombra esquecida em nossa polifonia de vida , a minha vida tem uma musicalidade própria com uma sequência simbólica de notas e extrema musicalidade.

E eu  traduz todo seu pensamento em notas breves e sondáveis ao nosso pensamento meu caro leitor, ele observa tudo por intermédio da música e da musicalidade. Tal observação advém de uma visão otimista da polifonia da vida que o violonista encerra em suas melodias.

Assim eu compreende a dimensão da vida  mediante as cordas do amigo violão, suas capacidade musical capaz de dedilhar por horas diversas melodias bem múltiplas no mesmo ritmo e som. Suas melodias traduzem o conjunto de preocupações existentes em sua  polifonia de vida.

E uma forma de concepção da vida criada de acordo com as necessidades coloridas da musicalidade da vida em sequência numa construção.

Xaropar decisões pertence a natureza dele como uma pessoa bem decidida com as formas degradantes possíveis advindas de decisões bem conflitantes.

Ironias shakespearianas á parte, ele lida também com as incertezas da vida, numa linha construtiva aceitável ou ainda contrária a esse pensamento sólido.

Simbolicamente a polifonia da vida nasce numa linha sequencial e oficial de acontecimentos cotidianos numa forma progressiva e sofisticada da vida.

Tal interpretação original dos fatos cotidianos favorecem uma forma afoita de ler a própria leitura conflitiva e superficial da existência como um todo ao lidar com as conexões definitivas da boa compreensão.

E naturalmente a visão de uma pessoa sobre a própria vida é totalmente aceitável e compreensível para esses eventos cotidianos bem capitaneados da vida.

Naturalmente esse meio de ler as vidas ou a vida de uma pessoa renasce ou se condiciona a interpretar um novo caminho e suas longas demandas bem sofisticadas.

Cabalmente o passado quando aberto tem um enorme peso no futuro , ou um presente cheio de amplidão ou de referências bem simbólicas como num quadro de Van Gogh.

Indicando uma novidade em sua vida com as alegrias que não faltam  em sua polifonia da vida , certo que alguns momentos as sequências tem notas altas e interessantes.

A cada sequência de notas surge sons no horizonte que soam muito bem
é necessário entender esses elementos complexos e visivelmente simples á primeira vista.

E eu busco traduzir todo seu pensamento em notas breves e sondáveis ao nosso pensamento meu caro leitor, ele observa tudo por intermédio da música e da musicalidade. Tal observação advém de uma visão otimista da polifonia da vida que o violonista encerra em suas melodias.

Assim eu compreende a dimensão da vida  mediante as cordas do amigo violão, suas capacidade musical capaz de dedilhar por horas diversas melodias bem múltiplas no mesmo ritmo e som. Suas melodias traduzem o conjunto de preocupações existentes em sua  polifonia de vida.

Lembrar de tudo usualmente pode ser muito ruim, ela parecia Marcel Proust ou ainda um pouco mais de Karl Ove Knausgard, lembrança de mãe com filho.

E alguns nomes sempre lhe trazia a sua espantosa memória que corria como um rio em época de cheia em especial a mim guardava alguns fogos de artifício tardia lembrança de Gandalf.

Ironicamente  as experiências vivenciadas por ele lhe  ajudam, apreciando mudanças possíveis em seu cotidiano que sucedem piamente.

Tal interpretação original dos fatos cotidianos favorecem uma forma afoita de ler a própria leitura conflitiva e superficial da existência como um todo ao lidar com as conexões definitivas da boa compreensão.

Usualmente   eu resgato minha fé mediante as lembranças estilhaçadas do passado, e assim rememora as maneiras elegantes da vida ou da polifonia da vida.

Realmente ter boas lembranças significa que esses momentos em sua vida  devem ser no mínimo lembrados em outras ocasiões como uma boa construção em alvenaria.

Assim parece que tudo tinha que estar bem colorido de acordo como, aconteceu  nisso devo parece o cronista da família  entre bons caminhos expandidos.


E assim a leitura se procede com muitos ricos detalhes , pois numa viagem , o viajante em questão pode ler desde lindas paisagens de fundo rural á ricos cenários urbanos das pequenas cidades do seus país e de outra nação se for a um país estrangeiro.

A leitura é um processo que se requer um pouco de reflexão e ao mesmo tempo solidão, a primeira advêm da necessidade de se compreender o texto ou a paisagem pelo qual está a frente, a segunda aparece como resultado da primeira.

Isso indica que á princípio, o leitor procede assim sua leitura de acordo com sua criação familiar, formação acadêmica e religiosa.Esses elementos tem sua importância de forma fundamental na vida de um leitor comum.

Naturalmente a leitura tende a melhorar o estilo de vida do leitor , que á largos passos melhora se aperfeiçoando gradativamente , essa melhorias indicam que o leitor de certo modo venceu muitos empecilhos que ás vezes surgiram na sua vida como um leitor.

Temerariamente, o que um leitor deve ou pode ler? Qual padrão correto de leitura? Quais livros deve se ler? Em quais ocasiões deve ler certos livros?

E assim a leitura se procede com muitos ricos detalhes , pois numa viagem , o viajante em questão pode ler desde lindas paisagens de fundo rural á ricos cenários urbanos das pequenas cidades do seus país e de outra nação se for a um país estrangeiro.


Realmente existe um padrão de leitura , na verdade existem vários , que comentei com Júnior amigo do bom hospedeiro em Tigrinhos, na verdade são três padrões que a Cultura Ocidental assimilou como formas de leitura, que são os seguintes: o alemão, o inglês e o francês.

Primeiro diz que você precisa aprender a ler com o alfabeto e com livros ilustrados de fácil assimilação e memorização de personagens e cenários , começando com livros fáceis e novos de preferência, sem um resgate do passado necessariamente, mas que o o leitor tem uma noção primária do que venha a ser um livro e um texto adequadamente.

Realmente o  texto sempre vai buscar algo próximo a realidade ali dimensionada atualizando-a com o momento presente , mas um filme , um quadro sempre são formas de leituras de obras do passado ou do presente.

E a cada leitura se abre um novo horizonte ao tempo novo das descobertas , e cada leitura de um texto abre um conjunto de releituras possíveis e imagináveis que altera ma existência da humanidade de tempos em tempos , essa alteração é resultado de profunda inflexão e reflexão sobre a relevância dos temas atuais que movem a humanidade em suas inúmeras angústias que imerecidamente recebem ao longo da vida.

Timidamente um texto requer um dimensionamento prévio do tema li tratado e requer uma atenção maior ao que lhe propõe ao leitor que se desafia a ler um texto por um bom tempo, essa leitura exercerá o papel de uma descoberta que aos poucos sendo revelada e achada , essa descoberta depende exclusivamente da ação do leitor que a cada leitura extrai algo novo para sua vida.

Assim , o primeiro cuidado vem de encontro com os riscos da interpretação, caro leitor leia as linhas e depois siga lendo com maior cuidado as entrelinhas , mais aqui reside o risco da dúvida nosso ‘primeiro lobo’, esse lobo só deve destruído com a veracidade do texto em si mesmo .

Cordialmente segue outros dois risíveis lobos que aparecem em um texto e sua interpretação. O ”segundo lobo que vem após a dúvida, e a insegurança advinda de um escritor, essa insegurança assume as sombras de um ‘lobo’ gigantesco que desafia o mundo e o leitor andando nas sombras escuras da noite e do ocaso solar. O último ‘lobo’ e a escuridão que acompanha a dúvida e a insegurança , diminuto em vista dos outros ‘dois lobos anteriores’ , por ser um pouco mais pequeno deve ser percebido com severa sagacidade, pois assombra muito mais levando um leitor a um certa confusão coexistindo com o texto.

Assim caro leitor, ao recuperar as reminiscência da viagem resgato elementos importantes e verdadeiros de um viagem curta, esse pouco tempo foi bem gasto. Em vias de uma conclusão inconclusa que nos desafia e nos confia um pesado motivo, após refletir longamente acerca do texto e da interpretação , a conclusão nos convida a pensar na guerra que move nações , a busca contínua de poder , o intérprete também está busca de conhecimento e não da informação . Em especial ele fica numa posição privilegiada acima do texto e do livro , dando as cartas baratas do compreender e do entender, mas não podemos esquecer que nessas cartas existe o ‘curinga’ sempre por perto.

O ‘carteado’ do entender vem antes do ‘carteado’ do compreender , o intérprete fica em busca da aquisição plena do entendimento global de um texto e requer muita atenção e boa intenção , a visão globalizante de um texto abre inúmeros caminhos e riscos perigosos tão temerários quanto a morte , essa dimensão de entendimento abre a porta para outra menos confusa e mais limpa do texto.O ‘carteado’ do compreender atende a dimensão dos perigos acaba finalmente o leitor alcança uma certa tranquilidade que desafia um mundo em crises existenciais , e dá ao leitor o aumento das possibilidades de uma interpretação séria e segura , as possibilidades aumentam e por usa vez o intérprete se vê em uma dimensão de liberdade total.


JessePensador
Enviado por JessePensador em 25/10/2019
Código do texto: T6778535
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
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