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As Viagens e a Existência

Agora dando uma continuidade a falar da família materna  comentando acerca de um tio que pode andar e viajar até mesmo no tumultuoso Oriente Médio.Nesse momento vou comentar sobre  o tio Osias e suas viagens.

Simbolicamente viajar é uma forma antiga de reconsiderar a breve existência em liames de alegria e tristeza , neste caso a viagem galga vários níveis de configuração da polifonia da existência.

Virtualmente ele ao assumir o papel de viajante  experimenta conhecer o desconhecido em tempos perigosos e em terras  estranhas.

Isso reflete intencionalmente um olhar diferente para a vida, um olhar diferenciado para as questões cotidianas em pequenos fragmentos da existência  estilhaçados em mil pedaços.

Assim passamos das intenções para as ações que na verdade são grandes sanções de uma vida que são as grandes decisões da polifonia da vida.Assim olhar para trás é um código para não ocorrer derrota , pode ganhar uma outra forma de devir e existir.

Generosamente a polifonia da existência para esse viajante  que encara a vida com um esforço sobre-humano em termos gerais e oficiais, condicionalmente oficioso uma plausível dúvida circular acerca da fria existência.

Exatamente  o viajante reconsidera tudo que realmente aceitou os momentos frios e sombrios da existência como também os problemas refinados e adequados da releitura do próprio existir.

Negar  esses finos momentos e monumentos da polifonia da vida em detalhes riquíssimos da vida em fragmentos ou á créditos, segundo o belo livro do sociólogo Zigmunt Bauman ' Vida á Crédito '.

Sinceramente , não é uma tarefa fácil de transformar tudo em uma experiência estética. O viajante goza momentos de profunda reflexão e notável honestidade com os outros nessa caudalosa experiência que o sustenta.

E os momentos seguem uma sequência musical que normatiza seu longo caminho, as experiências simplesmente se alongam com certa frieza e adensam certezas de um futuro já possível de retorno.

A busca por aventura  opõe ao pensamento diminuto de aceitar o processo relevante da caminhada em terras áridas do deserto á beira do rio Eufrates ou rio Tigre.

Extensivamente ocorre uma aceitação do caminho extremo dessa areias conflituosas , ele encara tudo como uma forma de novidade ou dúvida.A extensão desta forma de vida  é feita de pequenos fragmentos positivos e negativos.

Xaropando o conjunto de frustrações e indecisões comuns a polifonia escalada em uma sinfonia musical da vida, o viajante amarga enorme frustração comicamente coexiste com os eventos cotidianos da vida em espiral.

Inicialmente o viajante  enfrenta um conjunto de desafios em conflito constante em falta de uma possível insegurança natural em todos que buscam na viagem anunciada com certo grau de frieza.

Sinuosamente a viagem em trabalho tende a continuar  a continuar em ácidas estepes em detalhes constantes e ao mesmo tempo conflitantes da polifonia da vida.

Temerariamente a construção deste perfil do viajante é refeita cada momento que se passa mediante as inúmeras experiências advindas do cotidiano. As experiências são o condicionante que alimenta as dúvidas ou incertezas da vida.

Existir em um lugar definitivamente claro para reconstruir uma pequena experiência adensada ao cotidiano da vida, esse adensamento complementa o grande sentido da vida como um todo .

Naturalmente o tio Osias no papel de viajante faz um conjunto de opções necessárias para sua possível sobrevivência , e uma dessa opções  seria aceitar completamente o presente.

Cabalmente uma visão deve ser exaltada , o  viajante exerce uma leitura desapaixonada da polifonia da vida sem pelo menos notar a cada detalhe que surge no horizonte , é apenas uma bela pintura tracejada pelo tempo e pelo espaço.

Indicando que toda paisagem que existe em terras do Oriente Médio são recriadas num deserto não é  silente, uma referência cruzada a exposição produzida por uma fundação líbia Gaddafi International Foundation no museu Afro Brasil durante o ano de 2010.

Assim o viajante recupera toda memória que não é silente em busca de respostas ainda não desenhadas num deserto bem silente , em formas claras de desenhos.O viajante observa tudo como uma enorme fatalidade bem disposta em formas elementares.
 
JessePensador
Enviado por JessePensador em 16/12/2017
Reeditado em 16/12/2017
Código do texto: T6200587
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
1012 textos (9712 leituras)
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