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SOLIDÃO

SILÊNCIO
.
Momentos imóveis, certeza sentinela
Fale sem mim , viva em si
Brisa, descanso e paz
Presença inefável.
.
Porquê falar sem ti,tu meia morta?
Vou sim viver,mas se comporta!
Silêncio é brisa que não sopra
Podias esconder isso na boca.
.
Espaço em passo, música sem som.
Cantares em todos os tons
Ou o Dó, ou mi rimam numa só harmonia
Ao som de uma viola , sem som.
.
Isso é bom, mas sem coinonia
Talvés perto de mim há harmonia
O som toca, mas não mata silêncio
Venha,saia perto do tal inocêncio.
.
Si-lên-cio
Perfiro ir do que ficar, a incerteza alma minha.
Quero o não! Diga por favor
Espero ao esperando , ao modo cantado.
.
São tuas súplicas,eu irei cumprir.
Pois saiba que cantar acalma
Mas depois de terminada a canção
Saiba que voltará a sofrer a alma.
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21/08/2020
Viola Emprestada e Suzana Numa
Enviado por Viola Emprestada em 18/04/2021
Reeditado em 18/04/2021
Código do texto: T7234798
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Viola Emprestada
Lobito - Benguela - Angola, 21 anos
16 textos (131 leituras)
2 e-livros (10 leituras)
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