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A morte como rito de aprendizagem




Quando perdi minha vó perdi parte de mim
Perdi um grande amor, esses que não tem fim
Passei a perceber, sentir a finitude da vida
Fiquei sem chão, sem entender o porquê…

Já perdi alguns amores que me tiraram o fôlego de tanto chorar, querer voltar no tempo
Contornar os erros e com muito zelo reavivar o que foi vivo, que deu vida, prazer e alegria
Essas pessoas estão vivas, amando, sendo amadas, dando sentido ao existir e só em saber disso, já me sinto feliz!

Eu falo de outro amor… um amor sem condições, sem regras e acordos...amor por amor… carinho, cuidado, afago, zelo, amizade, proteção...amor de vó!
Ah minha querida vó!!

Ela se foi, mas algo em mim está cada vez mais vivo… saudade que cresce, reflexões e aprendizados.

Já cuido mais, valorizo mais, considero mais as pessoas que estão comigo...já busco a cada dia ser melhor que o dia anterior.
Pena que para aprender….as vezes temos que sofrer.

A vida é hoje. Aqui e agora!
Deixar para o amanhã pode ser entregar a vida ao incerto.
 
A vida é um sopro e só o amor permanece.





Luna Lima Elane
Enviado por Luna Lima Elane em 29/01/2020
Código do texto: T6853465
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Luna Lima Elane
Fortaleza - Ceará - Brasil, 32 anos
71 textos (1639 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 27/09/20 01:40)
Luna Lima Elane