DESNACIONALIZAÇÃO

Francisco de Paula Melo Aguiar

E a todo instante se tem que aprender a viver com ou sem inteligência artificial e ou inteligência humana, porque são muitos os interesses envolvidos entre às pessoas físicas e às pessoas jurídicas públicas nacionais e internacionais do tipo Estados Soberanos, ex-vi por exemplo, os EUA- Estados Unidos da América à luz das decisões de antes, durante e depois das eleições de seus presidentes.

Algo novo, inteligente ou não já está acontecendo e mexendo com o tabuleiro das nações e dos indivíduos de todos os viés ideológicos, inclusive o Brasil quando o novo governo Trump afirma que os EUA não precisa do Brasil e sim o Brasil é que precisa da maior potência do mundo.

Assim sendo onde ficam os direitos e deveres garantidos na Carta Magna dos EUA? E bem assim os direitos e deveres constantes dos acordos internacionais via a própria ONU?

A grande desnacionalização real ou adquirida, segundo a vontade do governo de qualquer Estado Soberano, por exemplo, os EUA é discutivel nas esferas judiciais internas e internacionais, algo análogo a quem vai botar o chocalho no gato...

Então tem razão o biólogo e psicólogo suíço Jean Piaget(1896-1980) ao afirmar que "a inteligência humana não é apenas uma questão de conhecimentos adquiridos, mas também de saber como lidar com situações novas.", isto mesmo, porque por exemplo, o problema climático mundial nada tem haver com os decretos de Trump e ou de qualquer governo do mundo, isto mesmo, o clima e seus problemas é real, ou o homem é inteligente o suficiente para combater seus problemas cruciais, efeito estufa e buraco negro ou a humanidade pagará a conta com a própria vida.

Isto mesmo, o que não faltam são situações novas no mundo disputado por todos em busca da felicidade nem sempre encontrada por todos.

E isto não é ser um ato inteligente do novo chefe da maior potência do planeta Terra, um péssimo exemplo a ser seguido por quem não sabe exercer suas funções públicas ou privadas diante da ganância econômica e financeira de quem tem mais contra quem tem menos.

Em síntese, o quero, o pode e o manda não tem ideologias e ou religiosidades, porque o pau quebra sempre do lado do mais fraco, como por exemplo, a grande desnacionalização ora anunciada também por Trump com "o pé de meia" de bondades intermináveis que culmina com as deportações já anunciadas, uma vez que o processo de caça às bruxas nos EUA já foi iniciado.

FRANCISCO DE PAULA MELO AGUIAR
Enviado por FRANCISCO DE PAULA MELO AGUIAR em 22/01/2025
Reeditado em 22/01/2025
Código do texto: T8246692
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