O BRILHO QUE CURA

 

Em uma noite comum, na Agência Espacial, como bom astronauta, eu estava observando o céu com um telescópio, quando percebi algo diferente no espaço, algo que não havia antes, uma luz especial, um novo planeta.

No dia seguinte, procurei meu chefe e contei-lhe a novidade. Já, com todas as informações, fui escalado para a exploração do lugar, que seria em breve. Muito ansioso, comecei os preparativos. Após uma semana, no espaço, cheguei ao destino. O local era muito semelhante a terra, com árvores robustas, pedras e muitas cavernas. Caminhando pelo terreno, não encontrei nenhum tipo de habitante. Fiz coleta de amostra de tudo que encontrei e, no último dia, muito cansado e ofegante, passando por uma caverna, um brilho ofuscante encontrou meus olhos. Entrei e peguei uma mostra daquela pedra multicolorida que cobria toda a parede e, assim que a toquei, senti-me revigorado milagrosamente.

De volta a terra, levei os achados ao laboratório; alguns cientistas aguardavam-me para estudar aquela joia com alto poder de cura.

Enfim, após dezenas de testes, minha suspeita foi confirmada: o mineral poderia curar a doença de Alzheimer. Outras missões em busca da matéria-prima, no novo planeta, foram agendadas, agora batizado de Narm 20, em homenagem ao meu ídolo Neil Armstrong.