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Como serena ela

Além do horizonte, o amor de Jacinta pela igreja era lindo. E era freira discipulada do Sagrado Coração de Jesus. E entrara para o convento com quinze anos e fizera três áreas de faculdade: teologia, filosofia e história. De dar aulas todos os dias ela dava. E de segunda até sexta. E rezava o terço de Nossa Senhora todos os dias às sete da manhã. E Jacinta era virgem de corpo, mente alma e espírito. E ela sempre estava na cozinha cozinhando batatas, carnes, saladas, arroz e feijão. E era mestra rara na arte de se ensinar e educar. E pediam as pessoas para ela fazer mais atividades, pois eram boas em várias. E ela começou a escrever um livro e intitulou: o coração de nosso Senhor Jesus Cristo. E o livro seguinte foi: o abrasador coração da virgem. O terceiro foi: chagas abertas. O quarto livro foi: educação cristã. E escreveu trinta e sete livros e ao paciente coração de Jesus a abençoava sempre. Jacinta era linda. E com idade certa se aposentou e ficou no quarto dela sendo atendida pelas irmãs caridosas. E sofrera um aneurisma e um acidente vascular cerebral e ficou paralisada do lado esquerdo. E sofreu com diabetes, pois adorava doces e hipertensas por comer sal demais nas comidas que cozinhavam para as irmãs no convento. E com certeza os pais dela, o Joaquim e Jordana a criaram para ser santa e foi-se. Com sinergia serena Joaquim o bom pai foi fiel à mãe sempre. E Jordana ficou fiel também. Com serenidade como serena ela viveu muitos anos. E sentimentos de que somos como atores de nossas vidas o semblante se faz. E Jacinta montou peças de teatro para representar às irmãs a cada dois meses peças religiosas e coração feminil. De cada verso escrito ela se enaltecia na misericórdia de Cristo. De Jacinta somente nascia coisas boas. E Joaquim viveu até os cem e Jordana viveu até os cento e três. Já Jacinta viveu até os cem também. A freira mais velha do convento a doce Aurélia tinha noventa e dois quando Jacinta adoeceu. E eram unha e carne as duas amigas. Se confessarem suas alegrias e medos e se confessavam seus pecados cada mês com o padre Julião. E foram mulheres simples de coração humilde e pobre. E Jacinta nunca fizera amor com nenhum homem. E sempre foi fiel e casta esposa fidelíssima de Jesus. E Jacinta era inteligente. E prudente, e fiel e serena. Os pais dela tinham muito orgulho da filha querida vendo que ela era freira. E queriam ter uma irmãzinha de Jacinta para dar netinhos e netinhas para Joaquim e Jordana. E nasceu uma irmã de Jacinta e deu-se nome de Clemência. E a irmã dela da Jacinta teve dois meninos com vinte e três anos e foram à alegria dos pais. E Clemência foi psicóloga e psiquiatra com trinta e dois anos. E Jacinta era feliz por ser católico e esse sereno amar. E a família ia visitar a freira com doçura, presentes e mimos. E ela agradecia com orações feitas para todos eles. De cada mover de sentimentos sensatos Jacinta teve uma vida provada no amor e na dor. De cada sentido sereno uma amostra que o amor vence, na vida ou na eternidade.
Gumer Navarro
Enviado por Gumer Navarro em 07/08/2020
Código do texto: T7028923
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Sobre o autor
Gumer Navarro
São Paulo - São Paulo - Brasil, 37 anos
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Gumer Navarro