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O ponto cego do olho

Este relato ocorreu quando eu fui visitar meus parentes após ter voltado duma viagem demorada pelas estradas de três estados do Brasil.
Meus pais não crem nesses fenômenos meio sobrenaturais,e nem eu esperava aquele efeito.

Descí do ônibus,era noite,e ví que meus pais estavam depois da mureta,da Rodoviária,os chamei,e me locomoví,somente quatro ou cinco passos para o local exato que fiquei ao descer e me afastar do ônibus,e tal ônibus se foi.As pessoas também já havíam partído,quando chamei meus pais.

Eles se aproximaram,e mesmo enxergando bem como enxergavam,os ví me procurando aos arredores,e eu os dizía:

-Aqui,estou aqui.

Nem meu Pai,nem minha Mãe,logo a poucos passos de mim,conseguíam me ver.

Aquilo durou uns três minutos acho,até que o primeiro a me ver,foi meu Pai.

Seguido de minha Mãe,após uns sete segundos,aproximadamente.

E mesmo após ter passado o ocorrído,eles às vezes perguntavam:

-Aquela noite da Rodoviária,aonde estavas que não o víamos?!
Ao que sempre respondí:

-Alí perto de vocês,e só vía-os me procurando,sem nem ouvírem minha voz.E eu os avisava aonde eu estava.
Mario Enrique (O Escritor)
Enviado por Mario Enrique (O Escritor) em 11/12/2019
Código do texto: T6816835
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Mario Enrique (O Escritor)
São Leopoldo - Rio Grande do Sul - Brasil, 42 anos
143 textos (1725 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/01/20 07:12)
Mario Enrique  (O Escritor)