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TODOS IGUAIS

O que pensaria se estivesse dentro de um avião em plena queda?
Apenas na sobrevivência certo!
Independente da religião que siga, ateu ou não, você imploraria aos céus, pela sua existência e só.
Bem; então: eu assistindo uma reportagem há um tempo atrás,sobre uma queda de um avião em plena mata fechada,onde felizmente,não houveram vítimas fatais, me fez pensar muito,em nós seres humanos, e entenderá meus devaneios e questionamentos tão pessoais.                        Fiquei sabendo que: todos sobreviveram aquele acidente, e passavam muito bem por sinal, um pouco convalescentes, sem dúvidas,mas bem, e  independente da posição social  que ocupavam,antes da fatídica queda, agora se encontravam na mesma situação.
Vinte e dois dias perdidos no mato, foi o relatado no  noticiário; passageiros desnutridos, cansados,e famintos,  e sobre o que vestiam: não estavam tão requintados em seus alinhados trajes, como antes, não havia nenhum suculento filé mignon, e a fome era  idêntica para todos ali, e acredito que;  lutaram como puderam para sobreviver a todos aqueles dias perdidos, entre comer, folhas, frutos, e até paguemos animais, alí qualquer coisa  era um requintado alimento.
A roupa do corpo,mesmo rasgadas, ainda sim; cobriam seus corpos, dando um mínimo de dignidade.
Ali  não se viam as marcas ou grifes, sapatos eram só sapatos, e as sedas não tinham tanta importância, os saltos foram todos quebrados para facilitar a locomoção, a vaidade ficara antes da queda.
 E todos foram encontrandos juntos, como se reconhcecem um modo eficaz de sobrevivência, pois juntos se sentiam protegidos de possíveis ataques de animais selvagens, e era de estrema importância a coletividade.
Percebi então naquela  reportagem, o que era a realmente uma sociedade em um só propósito, na concepção da palavra.
Descobri também que; na hora de qualquer aperto nos agrupamos, nas festividades nos agrupamos, somos seres sociais, em transformação.
Más enfim, foram todos salvos, e antes que voltassem cada um a suas origens monetárias e familiares,eu observei que não hávia ninguém melhor que ninguém, e se for possível prestar bastante atenção a esta acertiva conclusão; no fundo no fundo, eram todos iguais, pois é, saibam também que; antes de colocarmos nossas vestimentas das vaidades, somos realmente todos iguais e ponto final.

( Do meu livro: O Escultor de Frases)
( Conclusão)
( Autor: George Loez)
George Loez
Enviado por George Loez em 24/11/2019
Código do texto: T6802866
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
George Loez
Barbacena - Minas Gerais - Brasil, 49 anos
167 textos (3348 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/09/20 15:21)
George Loez