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Crónica ao meu recantito

     Um dois trés...

                          começo por hoje.
   Nunca mais fiques doente na altura do carnaval!
   Ninguém te leva a sério: Pergunta a enfermeira ao médico que me assistiu o que tinha eu bebido. Ele: Café!
   Se se tivessem levantado demadrugada sem poderes andar, vais beber
uma águardente. Começaram bem a penetrar-me nos neurónios.
   Lá estive numa cadeira de rodas por uma horita, quase a dormir, depois da labuta do caraças. E a vontade essa do vicio fez-me rastejar até lá fora para uma bafurada mais.
 Tudo passou!
    E acabando hoje ainda com dores de tremer os céus, esqueci dos meus 909 textos anteriores.
    Vem por aí a primavera, e eu como sou uma flor, quería falar da palavra crescer.
     Do lado de fora da minha janela está uma creche.
     Digo isso á minha mamã; que elas me perseguem. Ela e uma outra irmã. Para variar escrevi mal a palavra. Mandou-me ír ao dicionário ver a Grafía dessa palavra, cuja casita recebe crianças onde passam grande parte do dia.
      Fiquei de rastros.
     
      Mas afinal cresce e creche podem ter a mesma conotação.

      E assim cheguei a uma etapa,é importante? Pode ser que sim e
pode ser que sim. Se não estaría quieta. As minhas 910 crianças.
Divavid
Enviado por Divavid em 01/03/2019
Reeditado em 17/03/2019
Código do texto: T6587401
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Divavid
Köln - Nordrhein-Westfalen - Alemanha
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