Nos camimhos do amor!
Se entendermos o amor como posse, dificilmente conseguiremos amar quem quer que seja, inclusive nós mesmos.
O amor é paciente, não se gaba, nem é arrogante. Não espera nada em troca, não condena por um erro cometido e procura sempre compreender os limites do outro. Procura estar junto nas dificuldades, nas tristezas e nas alegrias.
O verdadeiro amor nunca falha.
Difícil amar assim?
Com certeza, pois ainda somos muito centrados em nós mesmos. Não conseguimos entender que o amor pede paciência e confiança, bondade e humildade.
Paciência, sabendo aguardar o momento certo para se mostrar.
Confiança, entendendo que o ser amado esta em uma caminhada e que nós apenas podemos colaborar.
Bondade, nos pede mais atenção, mais carinho, mais acolhimento, procurando sempre incentivar o ser amado a seguir em frente nas lutas do caminho.
Humildade, nos pede autenticidade, sem pretenção, orgulho ou arrogância.
Precisamos uns dos outros sem depender uns dos outros. Auxiliar sempre, sem cobranças e sem esperar nada em troca, apenas a alegria de ver quem amamos, feliz.
Amar verdeiramente é saber perdoar, renunciar, doar-se. É aquele amor que se preocupa com o bem estar do outro. Que sabe ver as dificuldades, os medos e as tristezas do ser amado.
É um amor difícil de ser praticado, pois estamos muito ainda no estágio do egoísmo.
Só o amor permite que nos vejamos como realmente somos e que olhemos os nossos semelhantes como eles são.
Que amor é este mesmo?
Que caminho devo seguir para amar assim?
Será que é como nos sentimos ou, como nos comportamos?
Precisamos entender que AMAR é ir muito além da vida!