O AMOR DA MINHA VIDA.

Nada é mais real, mais original e leal, que ser verdadeiro e honesto com você mesmo. As palavras passam a fluir com mais naturalidade, o coração se enche de felicidade, e nos estende a mão com simplicidade. Esse é o esboço de uma vida comportamental verdadeira.

É quando sentimos uma enorme vontade de comuta, temos a oportunidade de vozearmos pelo nosso Amor, ensejamos uma continuidade, com a busca dos nossos sentimentos, e nos nossos momentos, que jamais serão preenchidos pela saudade, essa que se encontra adormecida dentro de nós. É também uma necessidade, de ocupar o bloqueio da energia Amorosa, e de uma freqüência da paixão incontida, escondida, e nascida sem despedida.

Precisamos também enxergar nos nossos caminhos essa imensa transformação, necessitamos neste momento de uma explicação, na intencionalidade de abrir o canal do nosso Amor, para aspergir o fluido da nossa vida. Nenhuma conecção deve conseguir superar os nossos objetivos, que não os da confiança, do respeito, da emoção, em acreditar nas ondas imaginárias, que nos trás o conforto desse mesmo Amor feito canção.

E quando nos afastamos da pessoa a quem dedicamos Amor, continuamos a ficar refletindo como escritor, essa parte incúria da nossa vida. Ai, recorremos ao descarte de coisas, pessoas e fatos, e vamos à busca de outras, que possam se enquadrar nos nossos ideais de felicidade, para muito tempo depois vir a descobrir, que tudo aquilo que ideamos, não era nada daquilo que imaginamos, pois nada vem de fora para nos preencher, e sim do nosso interior.

É por demais necessários estarmos calmos, e não ferver com pouca água o nosso intimo. Até porque neste momento Inventamos formulas e modelos, por não confiarmos que simplesmente devemos esvaziar os nossos desejos e egos, e permitir depurar a nossa alma, com bastante tranquilidade, a fim de desfrutar a cada passo, uma felicidade perene.

E quando dominamos o velho tempo, que nós por ressentimento, resolvemos vivemos, e passamos a esquecer de que aquelas pessoas que se deixam abater, pela tristeza, que vivem a corvejar o passado, evitando o transcorrer do mundo a sua volta, estão parados neste mesmo velho tempo.

Pois é ele que sempre nos chama para novas experimentações ao longo dele, que está sempre aberto ao futuro, se envolve de influxo às novidades, e que nos permite mudar e semear o renovo, para aprendermos a nos educar com esse fluxo, que vem da nossa vontade de estar sempre no novo. Estas são pessoas que estão macróbias em seus preceitos, porem, mais ainda em seus pensamentos e nos seus preconceitos.

Marcus Paes
Enviado por Marcus Paes em 10/09/2014
Reeditado em 26/06/2018
Código do texto: T4956286
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