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Crônicas da Floresta Profunda

                             Crônicas da Floresta profunda

triste saía a menina a caminhar debaixo de chuva sorrindo e chutando poças e falando num tom grave imitando a voz de seu pai dizendo para não entrar na floresta pois ali haviam  bichos selvagens  que poderiam feri - lá mas ela  tinha uma visão diferente da selvagem para seu pai significava uma coisa que não se pode controlar e capaz de te ferir mas para ela selvagem queria dizer algo livre que não precisa de regras como escove os dentes ou vá dormir.
O caminho até a escola sempre era rápido mas a chuva dificultavam os passinhos devagares e pensantes de uma menininha que para a qualquer visão que lhe parecesse nova, desde filhotes de passarinho tentando dar seus primeiros cânticos até tatus se escondendo da chuva em seus buracos ,mas a menina teimosa e curiosa fez o que todos daquela pacata cidade sempre diziam ,não entre na floresta,tirando folhas da direção de seu rosto  ela continuou andando  o cheiro da terra molhada lhe trazia a memória de sua infância algumas imagens um tanto quebradas mas porém felizes  ela o seguiu olhando para o chão tendo cuidado com possíveis escorregões  assim batendo forte com a cabeça numa árvore ancestral mas ela era forte e determinada levantou a cabeça e olhou com uma faísca no olhar em meio ao chão molhado lágrimas lhe vieram á cabeça  mas foram reprimidas pelo susto de ver em seu relógio cor-de-rosa que estara deveras atrasada para a aula então se levantando  saiu do meio do mato desta vez sem nenhum cuidado corria pro entre galhos e troncos sem notar a presença  do  que a rodeava  rapidamente voltou ao caminho de terra correndo com um sorriso nos olhos  por ainda ter dois minutos  sobrando para a aula começar
Correu pasando pelos portões enferrujados da velha escola primária dona SERVERÈA  subindo pelas escadas sujas de lama pelas outras crianças até o terceiro andar onde ficara sua sala de aula,teve apenas um segundo para respirar e pensar em uma desculpa boa o suficiente  para livra-lá de uma suspensão ,então entrando na ponta dos pés pelo fundo da sala entre fitas e trabalhos antigos pendurado numa parede rosa com todos os cuidados de alguém que deseja não acordar um dragão feroz até que em toda a escola se ouviu uma voz fina porém intimadora gritar:
-Bom dia senhorita Léa !
-Bom dia professora SERVERÈA-disse a  menina calma e docilmente tão diferente de seu comportamento habitual quase parecendo querer tocar coração da professora com seus pequenos olhinhos verdes ,cabelo escuro e uma franja típica de uma menina que fora arrumada pela mãe .
Léa caminhou até seu lugar marcado com uma cara de cão sem dono que poderia convencer a qualquer um menos a professora que se virou para o quadro e continuou sua lição de  anatomia ,enquanto um bochicho quase inperceptível ia se formando onde Léa sentara,eram  Lukia e Nala dois amigos de Léa.
Lukia era filho de um gigante e não conhecia sua mãe mas sua estatura parecia bem normal para uma criança  e Nala linda filha de uma fada com um humano tinha olhos cor de arco-irís de fora pra dentro ,um cabelo loiro quase branco .
Era comum ter misturas de raças entre  humanos e seres mágicos após anos terríveis de racismo isso tudo acabou quando foi provado que os primeiros  habitantes de  Lunaria  eram mágicos porém humanos também assim crianças mestiças começaram a ser bem aceitas menos entre os mais conservadores como a aristocracia humana.
Léa era uma das poucas crianças humanas puras a outra uma menina ruiva chamada Athena que fazia parte da aristocracia e assim era venerada pelos outros alunos mestiços cachos de fogo como fora apelidada tinha olhos verdes cativantes lindos cachos ondulados perfeitamente como se estivesse em chamas uma beleza caracteristicamente humana .
Nala - Quase que você não entra hoje a dona Dragão(como era chamada a professora pelos alunos)come seu fígado
Lukia - onde você foi tão cedo que precisou chegar esse horário ?
Léa – Eu disse que iria a floresta profunda e fui
Nala – Como ?
Um silêncio tomou a sala de aula fazendo os mais falantes pararem para pensar sobre um ato tão desmedido do fundo da sala ouviu –se Georn filho de  Trolls  exclamar :
Georn – Você nunca iria a floresta profunda sozinha lá é proibido e você é só uma menina .
Essas palavras pareceram furar o peito da jovem mocinha que num acesso de raiva jogou seu livro acertando a testa do menino Troll  então logo o caos se instalou ,Léa sempre teve um dom especial  para a anarquia num rugido a professora Dragão  (chamada assim pois os alunos  nunca tiveram certeza da origem dela então acharam que ela era meio dragão)
- Parem ! Quem começou essa zona de guerra?
- Léa! foi ela de novo
-Mentira foi o Georn que começou tudo
- Silêncio os dois e já pra sala da diretora felicidade
A diretora Felicidade tinha esse nome mas ninguém ficava muito feliz depois de vê-la,assim seguiram os dois pelo corredor como condenados indo pra cadeira elétrica.





Capítulo 1: a felicidade no fim do corredor
Era um corredor longo cor de carne com detalhes dourados nas paredes e quadros de caras não tão felizes talvez devessem ter ido para a sala da diretora Felicidade também pensou ela enquanto caminhava com Georn que apesar de merecer ir pra sala da diretora desta vez seu olhar de arrependido que fazia  repensar sua rivalidade para com ele.
Léa se virou para a parede enquanto esperava sentada numa poltrona de veludo dentro de uma sala branca onde ficavam as pessoas que queriam falar com a diretora Felicidade,pelo movimento se via como ela era querida e amada,sem falar de um anão de barba ruiva que cismava em rir para Léa,talvez para quebrar o gelo daquela sala terrível ou quem sabe só pra tirar uma com a cara dela pois sabia que a conversa deles não seria nada fácil a julgar pelos gritos da professora em sala,mas até ai Léa não se preocupava,ela só queria saber os motivos da risada do anão então com uma cara de santa ela andou o espaço daquela sala branca  e com um olhar de ódio que praticamente queimou o anão por dentro ela disse:
-Posso saber seu nome?
-Para que desejas saber meu nome nobre garotinha encrenqueira?
Com uma voracidade em sua fina voz ela disse:
-A quem está chamando de encrenqueira seu toco vermelho
-O quê?
Levantou o anão que mesmo por ser anão tinha a mesma altura de Léa,com bufada de ar no rosto da menina ele dá passo por passo intimidando a menina que mesmo com medo do anão não pedira desculpas e se mantinha firme na sua afirmação gritando-a
-Toco vermelho!
Ao momento que surge Nala como um raio de luz enquanto Léa e o anão quase se estapeavam e Georn olhava atento os movimentos de cada lado como num jogo de ping-pong,Nala correu e com uma voz doce pediu desculpas por sua amiga
-Me desculpe meu caro anão pelo comportamento da minha amiga e por algo mais que ela tenha feito
-Coloque essa sua amiguinha numa coleira!
-Coloque essa sua barba num poço de trolls !
Gritou Léa detrás de Nala já correndo para cima do anão . Léa pegou o anão pelas pernas e tentou levantá-lo   desastradamente fazendo-o cair com o queixo no chão.
Quando se viu uma sombra acima de todos com uma voz rouca, porém potente falando:
-O quê está acontecendo aqui?
-Nada diretora Felicidade –Respondeu Léa com a cara mais deslavada de todas e as mãos nos calcanhares do anão
-Já para minha sala os três !
Assim andando os três até Nala que não tinha nada a ver foi para a sala da diretora.

Enfileirados olhando os quadros de pessoas antigas e imaginando quem elas talvez fossem e o que lhes aconteceria agora,usando uma saia branca,blusa branca e um casaco branco a diretora Felicidade era filha de um gigante e nunca conhecera sua mãe porém era linda de olhos verdes e cabelos muito escuros andou pela sala passando a mão pela cabeça das três crianças sentou-se e e sem querer deixando se avantajado decote aparecer atraindo a atenção de Georn,mas Léa não perdia uma oportunidade e com uma tosse distraiu Georn até a diretora ajeitar sua blusa.
-Por onde começamos pela algazarra na sala de aula ou por tentarem espancar meu marido.
Uma súbita troca de olhares entre os três revelava a questão em suas mentes um anão e uma gigante? Logo a diretora cortou suas atenções com um tapa na mesa gritando:
-O que acham que podem fazer na minha escola jogar livros agredir pessoas eu ainda sou a diretora aqui,todos os três suspensos por uma semana e fim podem sair da minha sala.
Léa teve uma volta pra casa horrível mesmo com um belo arco-íris no céu e o sol começando a sair no final da tarde,chegou no portão amarelo da rua da Barganha atrás de um bar desolada a menina nem pensava em contar para seus pais o que acabara de acontecer então decidiu passar correndo para seu quarto quando ouviu sua mãe lhe chamar,ela então desceu devagar as escadas lentamente com as botas cheias de lama num chão de madeira recém encerado as duas se olharam e já sabiam o que isso significaria,as duas correram para se abraçar com toda força.
-Cadê meu pai ?
-Trabalhando de novo até tarde num novo caso
-Eu não gosto dele trabalhar até mais tarde alguém tem de falar umas boas verdades pro patrão dele.
A mãe de Léa a olhou com um olhar amoroso pensando na garra e na vontade que a filha tinha para lutar pelos mais fracos,Léa imaginou o quão triste sua mãe ficaria ao saber daquele dia na escola então ela decidiu que iria esconder o màximo que pudesse se separando aos poucos da mãe ela subiu as escadas correndo como de costume enquanto sua mãe voltava a cozinha e anunciava o jantar.
Léa olhava pela janela vendo um céu estranho nunca vira aquelas estrelas antes ,eram mais brilhantes e também eram muitas uma constelação nova que mais parecia um coelho então ela decidiu chamar a constelação de bola-de-neve ,um coelho que tivera quando era um bebê, um coelho quase de seu tamanho quando ela o libertou para viver na floresta,sem seus pais saberem mas no fundo ela sentia falta do pequeno bola-de-neve.
Perdida em seus pensamentos de repente ela ouvia sua mãe:
-Léa!Léa!Léa!
 -Sim mãe! –gritavam uma para a outra até Léa descer para o jantar e ver que seu pai estava na mesa, uma coisa um tanto impressionante com tanto trabalho haviam cada vez mais casos os atentados contra seres mágicos só aumentava e ninguém se dava conta ,pois membros da alta sociedade humana faziam de tudo para encobrir  possíveis atentados ou sequestros  à seres mágicos.
Léa correu e se sentou á mesa sua preparara um porco assado prato preferido de Léa que sem fazer cerimônia atacou um prato enquanto sua mãe ria e se perguntava:
-Eu dei a luz a um lobo ou a uma menina-enquanto Léa com a boca cheia dizia
- Lobo!
Seu pai ria enquanto assistia sua filha devorar metade de um porco inteiro e ainda pedir sobremesa ,Léa tinha um apetite um tanto insano ela conseguia comer um boi no café da manhã e um peixe inteiro no almoço mas não era isso que causava preocupação ao pai de Léa no entanto quando terminaram o jantar já era tarde e havia quase que uma tradição onde o pai de Léa se sentava na sala para ler o jornal mas Léa adorava ver ele lendo enquanto sua mãe lavava a louça,seu pai a olhava de vez em quando percebendo que ela o olhava fixamente como se tivesse alguma pergunta.
Pai- quer me perguntar algo  ?
Léa- o que tem na floresta profunda pai?
Seu pai congelou por um segundo,seu rosto ficou branco ele pensara que poderia esconder isto de Léa  para sempre ,pensando profundamente ele disse tudo bem Léa já está na hora de você saber toda verdade.








Há muito tempo atrás três meninas saíram da escola exatamente no mesmo horário durante o pôr-do-sol elas se sentavam na mesma pedra e riam toda tarde até a noite cair,muito amigas voltavam para casa juntas e conversavam sobre suas vidas e a de outras pessoas,essas meninas eram princesas filhas de ministros do conselho principal da ordem  tinham todos os privilégios da realeza,mas todas as três tinham vontade  de explorar mais a floresta e chegaram a ir varias vezes  até a parte escura da floresta onde conheceram monstros dos quais nem se pode imaginar ,criaturas  capazes de fazer seus pesadelos se tornarem sonhos bons e tão más quanto o próprio vurghalla,essas meninas tiveram sorte em conseguir sair vivas tantas vezes ,até que um certo dia do verão mais quente e todos estavam nas ruas elas decidiram convidar  a filha do Primeiro ministro Alleister Von  Reuch,Sabrina era uma garota linda que puxara a mãe com um cabelo vermelho encaracolado  e sardas pelo rosto que se completavam em olhos verdes com duas jades cintilantes.
As três meninas como de costume sempre as melhores da classe se sentavam juntas e bolavam planos mirabolantes como nadar no Rio dos Deuses (proibido para qualquer um desde crianças,políticos e até monges),sempre duas carteiras antes da professora riam alto até certo dia gritarem:
-Então Sabrina quer ir conosco a floresta hoje?
Responsável  ela virou sua cabeça e disse que seu pai não gostaria daquilo enquanto as três riam sozinhas de qualquer outro assunto e tornaram a perguntar com um brilho incandescente nos olhos.
-Vamos ou não?
-Tudo bem se vocês insistem nessa maluquice, eu topo.
Sabrina Von Reuch aluna número um sempre á frente de todos, decidira que de vez iria ser aceita como alguém normal, filha do primeiro-ministro era isolada quase como uma divindade perfeita e intocável como uma estátua,quase solitária.
Hora do recreio, sinal batendo crianças correndo em direção a um pátio vazio e sem regras  onde professores se retiram para sua sala tomar café e conversar sobre assuntos de professores enquanto tomam seu café interminável,sem qualquer pressa ou agonia vinha ela caminhando cabisbaixa pois sabia que dentro ou fora da sala ainda era a mesma, sempre desejara ser como a heroína de seus livros favoritos trazidos por seu pai de viagens longínquas mas por dentro sabendo que seria como sua mãe que casou-se por interesse e desapareceu por falta dele.
-Olá Sabrina sente-se conosco,venha conversar –andando lentamente sem olhar para frente chegou á mesa onde se sentou porém continuou calada perdida em seus devaneios  até ouvir a voz doce que lhe acordara como um furacão.
-Oi terra para Sabrina você dormiu ou o quê ?
-Me desculpe eu estava ...
-não precisa se desculpar todos nós sonhamos,é o sonho faz a vida parecer mais real.
Sentindo que estava entre amigas ela finalmente sorriu um pequeno sorriso mas um grande passo para ela,corriam as crianças enquanto ela observava tantos rostos e tantas vozes como alguém consegue suportar tanto barulho,deitando-lhe a mão sobre o ombro outra menina agora a chama para brincar de pique.
-Pique? Mas o que é isso
-Você nunca brincou de pique ?!
-Não.
-Ainda podemos mudar isso, vamos levante é hora de correr.
Levantou-se tímida enquanto escolhiam um a um para os times,até que Dionísio D’Alembert um garoto sem classe alguma com suas roupas já sujas e gastas vê vindo a idealização de uma boneca com roupas novas e o cabelo bem escovado preso num rabo de cavalo perfeito tomado por uma inveja lançou a bola em direção à Sabrina que sem reflexos travou em seu lugar,deixando a bola bater em sua testa levando todos ali ás gargalhadas ,deixando a frágil menina com uma única lágrima no rosto á beira dos cílios como uma gota de orvalho á ponta de um precipício, e um silêncio tomou o ar e sem perceber um punho vinha em direção ao menino marrento,era Alex ou melhor Alexandra Edvurt  a mais irritada das três meninas e a mais forte também e foi a única a ter uma atitude para proteger Sabrina.
Enquanto o garoto sangrava no chão todos ao riam escondidos sem olhar diretamente para ele o que o deixava mais bravo e insultado afinal uma garota o havia derrubado,levantando foi de encontro à Alex mas viu um muro se formar por LyLian e Teresa pressionado viu que não poderia discutir quanto mais brigar com as filhas dos ministros comandantes,sem alternativas foi embora com as mãos no rosto,as três meninas levaram Sabrina para dentro de sala vendo seu chorou tentaram consola – lá
-Ele é um idiota mesmo, mereceu o que lhe aconteceu.
Em suas lágrimas já quase secas havia um sorriso se formando de alguém que não ligava mais pra dor e sim pelo gosto de ter sido vingada gostos estes nunca apreciados por Sabrina que não sabia se sentia mal ou muito bem com aquilo que acontecera no pátio. Trocas de olhares entre as meninas e uma risada em comum tornando o clima bem melhor entre elas que agora sim tinham a certeza de que o que fizeram foi mais do que correto, mas nem tanto aos olhos da diretora que gritava por ouvir mais uma reclamação do trio de meninas  e podiam se ouvir esses gritos que vinham da diretoria uma torre alta quase sem janelas onde o som ecoava para uma única saída,o que tornava a voz já grossa e áspera da diretora parecer com a de um troll  causando medo até nas criaturas mais apavorantes e essa voz gritava quatro nomes.
-Alexandra, Lylian, Teresa e Sabrina para cima agora!
As quatro engoliram seco a saliva e foram ao encontro da temida diretora,andando de mãos dadas olharam umas para as outras e encontraram coragem para subira até a sala mais alta da torre,escadaria após escadaria elas viam quadros os mesmos à séculos dos grandes alunos daquela escola do qual a maioria se tornara ou ditadores ou loucos talvez porque a convivência com tantos loucos os tornaram assim chegando à porta viram uma porta de madeira com o nome da diretora talhado em uma madeira muito dura como se dissese que ela seria diretora pra sempre ao tentar bater a porta ela foi aberta então foi vista a diretora Martta Aggorot  uma bruxa no total sentido da palavra com cabeças de animais nas paredes que assustavam até seu corvo na janela com aqueles olhos amarelos .
-Sentem-se meninas –disse ela com um sorriso maligno na face,sentando elas quatro viram Díonisio  sentado com um pano envolto no nariz e um sorriso amarelo como o de um traidor,ao entrarem ouviram a porta bater forte e viram que toda a coragem que conseguiram não seria o bastante,então se sentaram e esperaram a velha diretora dar a volta na sala as olhando e se sentar na sua cadeira de couro velho já amassada pelo tempo .
-Quem quer começar?
-Elas me agrediram diretora –Falou Díonisio com uma voz nasal que provocou uma risada infame no grupo de meninas
-Acham isso engraçado? Agredir outro aluno é uma falta grave punível de expulsão mas como bem sei seus pais são muito poderosos e poderiam trazer vocês de volta em menos de dois dias  então vocês serão dispensadas da aula de hoje e Díonisio está supenso por um semana e fechamos assim.
As meninas saíram cabisbaixas  e tristes porém mais triste ainda saíra Díonisio por não ter nenhum pai importante ele fora castigado,todos foram embora dali o mais rápido possível pois ninguém mais aguentava aquele cheiro de incenso dentro da sala ,ao sair todos se separam Sabrina pegou suas coisas e foi para o portão esperar sua limusine que já fora chamada para leva - lá para casa e vendo todas as crianças entrando para suas salas ela se perguntou se valeu a pena sair do seu mundinho fechado de sonhos e se arriscar no mundo real,enquanto entrava na limusine preta ia embora pelo mesmo caminho mas agora algo lhe parecia diferente o Paredão de Hella tinha uns pontinhos bem no seu topo eram três pontinhos que não lhe pareciam estranhos,eram suas novas amigas debruçadas de um precipício de mais de duzentos metros de altura construído para Hella a deusa da proteção,e indo embora decidiu que nunca mais se separaria delas .
Bem já é hora de ir dormir Léa.
-Mas pai o que acontece com a Sabrina ,ela consegue entrar na floresta ?
-Durma meu anjo amanhã eu lhe prometo que eu termino a historia.
J C Costa
Enviado por J C Costa em 17/08/2014
Código do texto: T4925811
Classificação de conteúdo: seguro

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J C Costa
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