Finito

Finito seja até o amor, quando não está bom para provar, dói saber que está indo não sei para onde, só sei que no peito ele não mais está, aquele vazio que toma conta de tudo e me pego a escrever e poemas inventar, já fiz até alguns contos, esperando ele voltar, não sei se foi o suficiente porque ele insiste em me abandonar, a solidão se espalha e parece não querer me deixar.

Assim surgem minhas crônicas sem o menor sentido e no melhor sentido de unicamente fugir da solidão que faz as madrugadas intermináveis e traz o tédio no branco do papel que tento colorir com doces palavras nem sempre bem ditas mas, supostamente alivia a angustia e faz a saudade minha aliada preferida para encontrar o rumo de meu texto que não passa de um pretexto para passar o tempo e falar de amor.

Que na verdade é o que vale a pena ser dito, de amores benditos que a vida nos oferece e não entendemos direito, aquele doce olhar que nos persegue e não percebemos no meio do nada ou das desilusões contidas em lembranças que fazemos questão de não esquece-las e na maioria das vezes traz apenas saudades daquelas paixões que ficam guardadas e não dá para esquece-las, até porque existem paixões inesquecíveis que vale a pena lembrar sempre.

E nessas paixões deslizo e faz meu mundo mais suave e bonito, trazendo uma sensação de leveza que faz a esperança aflorar e os sonhos transitarem em meus anseios de felicidade e inevitavelmente trazem você doce mulher que em meu peito mora e sem duvida me faz viver.

Edilson Barro Preto
Enviado por Edilson Barro Preto em 09/11/2009
Código do texto: T1913499
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