NÓS

Conjugamos o verbo da extrema era na 1ª pessoa do singular – é o pronome pessoal do caso “reto”. O presente do indicativo, indica regougo à predileção, à solta, à “porra” da perspectiva que me faz pensar sobre o caso: Ilhas Malvinas. No entanto, nem sou inglês; nem nascido na Argentina.

Ainda hoje, sou flagrado por pederastas em sabatinas desatinadas, desde quando eu discursava sozinho naquele palco socrático em Atenas (não que eu fosse um “porra-louca” nos anos 90).

Sempre dado à experimentações imaginárias, meus namorados representavam um perigo coletivo avermelhado. Eram das polaróides vigentes, desalinhados.

Sou um homem sempre apaixonado! Talvez por aquela menina que por onde passa, ao menos o peão da obra assobia; recebe cantadas obscenas; perturba-se na sua beleza indolente, em tão demasiada idolatria, solene! Ou talvez esteja “escravo-amante” da feia arredia. Ou me pretenda uma linda mulher, ou mesmo à “patricinha”! Quiçá seja eu um “mané”?.. Amo e nem sei quem. é!

Mas eu tentava as melhores leituras no traquejo das manadas, e recitava Nietzsche de cor para as minhas namoradas. Foi pura e simples “chapadez”: - “Eu já sei”!..-, porque para um sujeito não letrado, no “ i ” , o pingo é prosa incognoscível; fragmento do verso; mistério!