A louca

Quem será que era aquela louca? Que saía gritando pelas ruas do bairro da Sapopemba em São Paulo,dizendo que tinha sido assaltada por um ladrão,mas só que na verdade,ninguém ,havia lhe assaltado era só imaginação de sua cabeça ou será que não?

Ela gritava escandalosamente: Ladrão, ladrão,peguem o ladrão!

E ela havia se sentado na calçada e começou a mexer no seu aparelho-celular sem parar a fim de mandar mensagem para alguém,porém,quem,ela haveria de mandar uma mensagem ou quem sabe ligar,se ela realmente tivesse sido assaltada o ladrão certamente teria levado seu celular consigo e ela não teria com quem falar,mas, provavelmente,ela não havia sido assaltada e também mesmo se tivesse sido, quem confiaria ou acreditaria na palavra de uma louca? Que sempre gritava escandalosamente pelos bairros da cidade sempre por um motivo ou outro com seu aspecto de mulher magra e bêbada de ser.

Coitada daquela louca mulher que não tinha confiança de ninguém,porque,todos a achavam louca de pedra,e se de fato,ela havia sido assaltada ou não,ninguém confiaria nela em sua palavra, porque, ninguém,havia visto ou testemunhado o flagrante do assalto e como ela sempre gritava por aí à toa como acreditar nela? Infelizmente,todos desconfiavam,não era tão fácil de acreditar em tal fato,se,de fato tinha sido um assalto ou não.

E simplesmente,naquele dia,ela simplesmente,havia se levantado da calçada da rua,na qual,tinha se sentado com suas pernas cruzadas,tinha acabado de digitar várias mensagens, sei lá para quem?Ela colocou e guardou seu celular no bolso e depois de tanto ter gritado,ela foi embora dali da presença dos vizinhos do bairro que haviam se assustado com seu alarde, supostamente em vão ou não e nunca mais, ninguém a viu por ali,ou seja,a pobre louca escandalosa como de costume.

Autor: Wilhans Lima Mickosz

Wilhans Mickosz
Enviado por Wilhans Mickosz em 30/03/2025
Código do texto: T8297789
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