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A Deusa Têmis, Renan Reptiliano E O Supremo Tribunal Do Foro

A Deusa Têmis, Renan Reptiliano E O Supremo Tribunal Do Foro

Muita gente reclamou do procurador-geral da República Rodrigo Janot por ter, supostamente, poupado criminosos bolivarianos de alta periculosidade, tipo Lulla Gullag, Dilma Pedaladas Pasadena, José Eduardo Cardoso e Aloísio Mercadante, entre outros. Janot pediu a prisão por obstrução de Justiça de Renan Reptiliano, Jucá, Sarney e Eduardo Cunha. E teria poupado aqueles.

As gravações da Lava Jato tornaram públicas as falas de Lulla e Dilma tendo por objetivo a obstrução da Justiça. Renan, o Réptil presidente do Senado, desde há muito tempo embriagou-se com a caninha da fixação de fazer passar no Congresso mudanças na legislação das delações premiadas. Renan, o Réptil, visa impedir as arguições de denúncias premiadas e se empenhou em prevenir, impedir e reprimir o reposicionamento de Janot no cargo de procurador.

O bloqueio e oclusão da atuação da Justiça é ato criminoso especificado no inciso 5°, Artigo 6° da Lei 1079. Lei esta que delibera sobre a obstrução enquanto crime de responsabilidade sujeito a pena de perda de mandato. Lulla Analfa e Dilma Pedaladas foram flagrados no evento “termo de posse”, combinação dos detalhes da nomeação do Analfabeto para a Casa Civil do desgoverno da Troglodilma.

A ex-presidente Troglodilma desejava impedir que seu protegido, Lulla Analfa, caísse apaixonadamente nos braços Têmis, deusa da Justiça (mitologia grega). Troglodilma, ciumenta ao extremo, teria citado a frase de madre Teresa de Calcutá (“quem julga as pessoas não tem tempo de amá-las”) para justificar o impedimento do amado (ao mesmo tempo detestado) Lulla Analfa, e dessa forma frustrar a queda de seu bem-amado nos braços fortes do juiz Sérgio Moro.

Representante de Têmis, o juiz Moro teria providenciado, imediatamente, que, primeiro,  Lulla Analfa fosse “Lavado A Jato” de suas muitas sujeiras políticas institucionais, para depois, quem sabe, pudesse merecer outras atenções jurídicas do pessoal do Ministério Público Federal responsável por fazer valer a Justiça em território nacional.

Dizem que Têmis se perdeu nos corredores do Congresso Nacional, em especial nos meandros labirínticos do prédio do Supremo Tribunal do Foro (de São Paulo). Ela imaginava encontrar juízes que a respeitassem e não quisessem estuprá-la em nome do projeto de poder do partido dos corruPTos. Isso a confundiu muito, e de tal forma, que Têmis pensou mesmo em um período de internação no hospital e manicômio judiciário (ala feminina) de Barbacena, na região central das Minas Gerais.

Têmis, não encontrando a ex-presidente Troglodilma no “Programa de Desinternação Progressiva”, voltou imediatamente à Capital Federal onde, presumivelmente, tenta marcar uma entrevista com a ciclista Dilma Pedaladas e organizar uma mesa redonda com seus juízes do Supremo Tribunal do Foro. Entrevista mediada pelo excelentíssimo presidente do STF, o juiz Chicanowsky. Têmis foi vista tentando identificar, binóculos em punho, a ciclista do Foro do Planalto nos arredores do Palácio da Alvorada.
Decio Goodnews
Enviado por Decio Goodnews em 09/07/2016
Reeditado em 09/07/2016
Código do texto: T5692803
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Decio Goodnews
São Paulo - São Paulo - Brasil
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