A NINFETA E EU

Quando acordei a ninfeta não estava mais na cama.

Em seu lugar, a velha jabiraca, gargalhando e flatulando ruidosamente.

Encostei o rosto no travesseiro, e chorei como nunca.

Isso é bom e ruim, mas... até hoje, 34 anos depois, que a conheci, não houve, e não há, um só dia que eu não me lembre dela.

(Dedicado à Salete)

João Batista Dinardi dos Santos
Enviado por João Batista Dinardi dos Santos em 27/03/2025
Reeditado em 27/03/2025
Código do texto: T8295169
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