A NINFETA E EU
Quando acordei a ninfeta não estava mais na cama.
Em seu lugar, a velha jabiraca, gargalhando e flatulando ruidosamente.
Encostei o rosto no travesseiro, e chorei como nunca.
Isso é bom e ruim, mas... até hoje, 34 anos depois, que a conheci, não houve, e não há, um só dia que eu não me lembre dela.
(Dedicado à Salete)