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AMOR KAFKANIANO

     Kaká Kafka acordou e viu uma barata... Como assim? "Era o seu amando, em sua cama, até a noite anterior"... "como assim"? Pensou!
     Chutou o ser nojento por impulso... a repugnância tomou conta de si.
Seu amado, assutado foi para debaixo da cama... Quis falar... Baratas não falam...
     Baratas, fogem... fogem... fogem do amor que nunca vão conhecer.
Kaká Kafka, acalmou-se. Deitou, dormiu, e sonhou com seu amor que não era aquela barata nojenta...
     Seu amor, a barata, voltou sutilmente... Subiu pelo corpo nu de Kaká kafka, percorreu o corpo dela, delicadamente com suas muitas perninhas.
Ela sentiu, ela sorriu, sonhava com seu amor... A barata!
Gustavo Miranda
Enviado por Gustavo Miranda em 17/07/2017
Código do texto: T6057396
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gustavo Miranda
Recife - Pernambuco - Brasil
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Gustavo Miranda