AQUELE AMOR NASCEU ASSIM

Estava no final da tarde, e Vanessa seguia de ônibus para a cidade vizinha (era aproximadamente 1 hora de viagem), pretedia visitar uma amiga, ônibus cheio, por ser uma viagem curta, era um ônibus urbano de 2 portas, as pessoas se espremiam.
No meio do caminho, perto da divisa entre as duas cidade entrou um rapaz, logo seus olhares cruzaram e não conseguiram parar de se olhar. Não se sabe de onde veio esta sorte, mas ele coseguiu sentar-se em um banco próximo ao dela, e continuaram se olhando.
Quando ela desceu, pela janela ele a chamou e deu-lhe um pedaço de papel com seu telefone.
Ela passou o fim de semana pensando se ia ligar ou não, chegou a pegar o celular, mas não teve coragem, até que na segunda, finalmente ela teve coragem e ligou.
Assim que ele atendeu ela explicou que alguém tinha dado o número e ele queria saber se era a menina do ônibus, pois não costumava fazer este tipo de coisa e também não costumava andar de ônibus, mas naqueles dias seu carro estava na oficina, ficaria pronto na terça à tarde. Se apresentaram, ele disse que seu nome era Douglas, ela disse que se chamava Vanessa, combinaram de encontrar-se na quarta-feira em um ponto de ônibus no centro da cidade às 20 horas
Douglas chegou quase 1 hora antes do combinado, ela pensou em atrasar para fazer charme, mas a ansiedade não permitiu, por volta de 19:50 estava chegando no ponto.
Se cumprimentaram com beijos no rosto, ambos ansiosos, querendo chegar a boca um do outro, mas conseguiram disfarçar. Ele sugeriu um restaurante que havia ali perto, ela disse que era caro, quando ele disse que para estar com ela nada seria caro.
Enquanto aguardavam o prato pediram um vinho tinto, após a primeira taça aconteceu o primeiro beijo. Foram muitos beijos antes e após o jantar, aliás, a sobremesa foi chocolate com vinho e muitos beijos.
Após o jantar, ele levou-a em casa, o que aconteceu naquele carro, só os dois sabem, a única coisa que ela disse foi que o carro seguia lentamente no trajeto até sua casa e que não só naquele dia, mas em todas as vezes que se encontraram, ele não tinha pressa de levá-la embora, sua pressa era para encontrá-la, nunca para despedir-se dela.
Quanto tempo durou este amor? Dura até hoje? O que aconteceu com eles? Talvez um dia saibamos o restante da história...





Sugiro também a leitura do livro
CORAÇÕES SENSÍVEIS, um livro missionário, a cada 5 livros vendidos, 1 livro é doado para evangelismo
 


 
Alcir Andrade
Enviado por Alcir Andrade em 25/03/2013
Código do texto: T4206449
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