Carta XVIII
Escrevo-lhe hoje com o coração leve e a alma livre. Não preciso de ninguém para me completar, pois carrego em mim a plenitude de meu ser. Sou a minha própria companhia, meu próprio abrigo, minha própria fonte de alegria e contentamento. Olho para o céu e vejo a vastidão azul, repleta de possibilidades. Sinto o vento em meu rosto e sei que ele me carrega em suas asas, rumo a novos horizontes que eu mesma escolho alcançar. Meus passos são firmes, minha voz é segura, pois não dependo de aprovações ou validações externas. Meu coração bate em um ritmo próprio, uma melodia que me guia por caminhos que apenas eu conheço. Não preciso de ninguém para me dizer quem sou ou o que devo fazer. Sou a capitã deste navio que é a minha vida, e navego com determinação rumo aos meus sonhos. Não busco a companhia de outros para me sentir completa. Sou uma ilha, um farol que brilha com sua própria luz. Minha independência é meu maior tesouro, minha liberdade é a minha maior riqueza. Estou aqui, de pé, forte e resiliente. E é assim que escolho viver, em plena autossuficiência, com o coração livre e a alma em paz.