Adeus.
Do que adianta viver alguns anos e não ter tido nada e ter feito tanto por tanta gente...
Do quê adianta lutar por alguma vida se nunca pude viver de fato a vida com quem um dia desejei...
Do quê adianta sofrer dores que a morfina beija, mas ainda lateja todo amor que nunca vivi e que se calcificou na alma pesando a dor de doer o quê deveras me tira a vontade de viver...
Do quê adianta amar sozinho...
Do quê adiantou mover o mundo por todo amor nunca correspondido?
Qual o sentido do meu sentir que doe enquanto eu sorrir,
Quando um nudes de minha alma tu não sabes pedir?
Um pedaço de carne que apodrece aos poucos e amanhã ou agora se jaz passado.
Caminhe na estrada que decidiste amar e podes nomear algum de teus atalhos com meu nome.