Carta! A quem? Não sei!
Não sei explicar, o desejo foi escrever, e o poder despertou-me a revelação dos sentimentos. Em palavras, porque há força nelas, e seu conteúdo é direcionado aos gestos. Eu, assim como outras pessoas, vejo beleza e encontro felicidade nas coisas mais simples da vida. Meu mundo envolve prazer e angústia, porque assim é a vida. Se eu não falar, tu nunca saberás. Então revelo, haverá quem me escute, a minoria eu sei, mas há quem sabe escutar. Há quem respeite o direito da palavra quando é preciso expor o que sentimos. A escolha do momento e a pessoa a falar, ocorrem-nos inesperadamente, sem que haja disposição para deixar esquecido. Se quiseres continuar... poderemos começar assim:
Era uma vez um sonho... que ainda não vivido, procurava então um ser que tivesse ouvidos, coração para dizer um sim, psicologia para dizer um não. Se, além da causa existir outras, deixaremos que nos mostrem o caminho: O destino e as suas pretensões.
Se alguém ler e gostar... lembre-se que sou um ser humano:
Sou pecadora, cheia de defeitos, e de vez em quando tenho surtos psicóticos! Não tens medo? Vai encarar?
Branca Tirollo