CARA, CARO RECANTISTA:

Cara, Caro Recantista:

Estou na dúvida, que talvez tu também sintas: «Escrevo ou comento?»

Porque o tempo não sempre dá para ambos os desejos.

Eu quero comentar todos os vossos escritos, poemas sobretudo; mas, se o fizer, não vos poderia presentear com os meus "produtos", que mais do que para vós desfrutardes, são desabafo dos meus fôlegos simples ou fracos, quase nunca razoáveis.

Eis a minha dúvida. Peço compreensão e paciência, que vos agradeço.

Recebei sempre as minhas cordialidades: AGIL (António GIL, desde a Galiza, no Norte de Portugal, na União Europeia, imenso mercado)/