"Mulher de virgem"
Perfeição na forma e conteúdo, põe critério em tudo que faz. Almeja elogios e soberania no labor. Inexiste espelho que a julgue, finaliza sua análise no seu egocentrismo. Isso é bom? Quem vai saber, mas para não irritá-la é melhor concordar.
Não há teatro que a convença, não há mentira que escape de uma análise criteriosa. Rodeia, questiona e novamente volta ao ponto de partida, investiga minuciosamente. Se na mentira descobre uma verdade, cala-se. Se na mentira identifica defeito, afasta-se.
Não faça com ela o que ela faz contigo: nada de críticas e desafios, ao menos que queira um contato físico mais fervoroso.
Às avessas identifica seus próprios defeitos e introspectivamente os analisa e ameniza. Seu julgamento torna-se severo, castiga-se, martiriza-se e se condena sem perjúrio.
Já observaram uma mulher rendida? A virginiana, quando ama, rende-se. Sua entrega é total. O dono de seu coração reina soberano. Mas atente-se: se a soberania a fizer chorar, por uma ou até três vezes, seu coração enrijecerá. E na rigidez de um coração magoado não há argumentos que o esmoreça.
A austeridade aparente esconde a sensualidade que impera no seu íntimo. Não se rende em flertes inúteis, e se a paquera for explícita, esqueça!
Há um vulcão implícito na imponência aparente desta virginiana. Gosta da lentidão, da exploração e no desvendar dos mistérios encontra prazer autentico.
Só não a provoque, esta mulher aparentemente não revela perigo, mas posso garantir que boa coisa não acontece caso a tire do sério.
* Esta análise teve como espelho a minha própria personalidade, não atribuo nenhuma destas qualidades/defeitos a nenhum (a) outra pessoa. Cada qual que faça a sua própria!
Perfeição na forma e conteúdo, põe critério em tudo que faz. Almeja elogios e soberania no labor. Inexiste espelho que a julgue, finaliza sua análise no seu egocentrismo. Isso é bom? Quem vai saber, mas para não irritá-la é melhor concordar.
Não há teatro que a convença, não há mentira que escape de uma análise criteriosa. Rodeia, questiona e novamente volta ao ponto de partida, investiga minuciosamente. Se na mentira descobre uma verdade, cala-se. Se na mentira identifica defeito, afasta-se.
Não faça com ela o que ela faz contigo: nada de críticas e desafios, ao menos que queira um contato físico mais fervoroso.
Às avessas identifica seus próprios defeitos e introspectivamente os analisa e ameniza. Seu julgamento torna-se severo, castiga-se, martiriza-se e se condena sem perjúrio.
Já observaram uma mulher rendida? A virginiana, quando ama, rende-se. Sua entrega é total. O dono de seu coração reina soberano. Mas atente-se: se a soberania a fizer chorar, por uma ou até três vezes, seu coração enrijecerá. E na rigidez de um coração magoado não há argumentos que o esmoreça.
A austeridade aparente esconde a sensualidade que impera no seu íntimo. Não se rende em flertes inúteis, e se a paquera for explícita, esqueça!
Há um vulcão implícito na imponência aparente desta virginiana. Gosta da lentidão, da exploração e no desvendar dos mistérios encontra prazer autentico.
Só não a provoque, esta mulher aparentemente não revela perigo, mas posso garantir que boa coisa não acontece caso a tire do sério.
* Esta análise teve como espelho a minha própria personalidade, não atribuo nenhuma destas qualidades/defeitos a nenhum (a) outra pessoa. Cada qual que faça a sua própria!