Ela se chama Andrea, mas também é chamada de Catharina.
Ouve Cícero nas horas vagas, tem um gato chamado Freddy e um rato chamado Pudim.
Nasceu supostamente em 1997, embora tenha sido projetada para década de 30, fascinada por diários, consegue interpretar olhares e ler pensamentos.
Anomalia existencial, talvez a descreva bem... Embora no seu mundo ela seja considerada normal.
Come chocolate todo dia mais por rotina que por degustação, ler livros e ler os rótulos dos produtos.
Sabe cavalgar. Tem medo de sapos e lagartos.
Fala muito ou pouco demais e ler mais que os dois juntos.
Não usa, nem faz nada que possa diminuir a qualidade do liquido de cor avermelhada que circula em suas artérias e veias.
Esconde muitas coisas por medo de precisar usa-las depois.
Amável, leitora, escritora amadora e colecionadora de lembranças e de fotos de seus ancestrais.
Apaixonada por Árvores Genealógicas e tem certeza que seu bisavô tinha um segredo.
Não é perfeita, porém existem seres piores!
Necessita de ajustes, aparos e lapidações.
Sabe guardar segredos, embora não saiba confidencia-los.
Criou um mundo tão real que decidiu morar nele, desde então deixou de ser uma terráquea para ser realmente ela.