Florisbela, Que de bela nada tinha, Pois que era feia. Musa de poeta algum, Marginalizada de dotes, Punida pela natureza, Abandonada pelos “Deuses” Injusta sina, Malditos moldes sociais. Sádicos padrões estéticos. Castigo sem motivo algum. Berto, Que não era Roberto, Que não era Gilberto, Mas Felizberto. Feliz, De nome impróprio, Pois que era triste, Vazio, por não ter amor. Mas que um dia, Feliz encontrou sou musa, Que virou Flor Bela. E viveram intenso amor. Uniram-se, complementaram-se, Tiveram filhos, Nascendo assim, Felizbelo e Florisberta.
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