Câncer de pele e seus diferentes tipos.  
 
De acordo com a medicina é preciso estar sempre atento e observar qualquer sinal suspeito, que mude de cor, formato ou tamanho na pele. Também é importante saber que existem três tipos diferentes de câncer de pele, entenda cada um.
 
Conheça os diferentes tipos de Câncer de pele.   
 
- Melanoma: (Epidermólise bolhosa - EB) é a forma mais agressiva e fatal. Um caso menos frequente e traz inúmeras complicações de toda ordem, pela voracidade necessária e tipos de tratamento e quimioterapias e radioterapias necessárias para tentar minimizar efeitos e manter a condição do paciente estável a silente devastação. E extremamente invasivo mesmo que diagnosticado em estágio precoce, as chances de surgimento de metástases - quando células cancerígenas caem na corrente sanguínea e espalham-se para outros órgãos, ou não, estas podem se desenvolver em uma parte do corpo como ombros e costas, ou espalhar se por outros órgãos, aumentando se progressivamente não dando ao paciente mínimas chances e menor tempo de sobrevida. Esse tipo ataca todas as faixas etárias e, em cerca de 5% dos casos está associado a uma condição hereditária, podendo se desenvolver em pacientes sadios a outras doenças sem ser hereditário. O coprpo sofre alteração no seu núcleo (DNA), levando a uma mudança que ocasiona a multiplicação desenfreada destas células e, assim, nasce o câncer EB.

A entender: Epidermólise bolhosa (EB) define aproximadamente 30 doenças de pele raras e sem cura e fatais causadas por um defeito adquirido. O epitélio é o revestimento do corpo. Entra aqui a pele de sua mão e a mucosa, corpo ou de seus órgãos. Na pele, existem duas camadas que são conectadas uma a outra por âncoras de proteína: a epiderme é a camada mais externa. Ela protege o corpo de infecções, perda de líquido e de calor. É formada principalmente por queratina e serve como barreira entre o corpo e o ambiente. Abaixo da epiderme fica a derme e, juntas, elas formam a cútis. A derme é a responsável pela elasticidade e nutrição da pele, sendo formada principalmente por colágeno e elastina. É na derme que ficam os vasos sanguíneos que nutrem a epiderme, além dos nervos. Ela é responsável por 90% da espessura da pele. Por conta de uma mutação genética, quem possui epidermólise bolhosa não possui as âncoras de proteína entre a epiderme e a derme, ou estas âncoras são frágeis. Qualquer arranhão, puxão, impacto ou atrito, mesmo os mais leves, move e separa as duas camadas. Isso causa bolhas dolorosas e com tendência a infeccionar e sangrar e não cicatrizar.  Nas versões mais graves da doença, a camada que reveste os órgãos internos também é afetada   As crianças com a doença são chamadas de “crianças borboleta” devido a fragilidade da pele, comparável às asas de uma borboleta.

 
- Carcinoma basocelular: esse tipo é o mais frequente no país e atinge as camadas profundas da pele, apesar de ter letalidade baixa. Ele pode aparecer em qualquer área, mas costuma surgir, na maioria das vezes, no rosto, no lóbulo da orelha e no nariz.

- Carcinoma espinocelular: é o segundo mais frequente e atinge as células das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, sendo mais comum nos locais expostos com frequência ao sol. Apesar de não ser fatal, tende a deixar sequelas estéticas.

O carcinoma basocelular é uma neoplasia de células não queratinizadas que tem origem na camada basal da epiderme, raramente evoluem com metástase e possui alto índice de cura. É mais comum em pessoas de meia-idade e idosos e geralmente aparece em áreas muito expostas ao sol, como o rosto e pescoço. As pessoas negras e afrodescendentes tem menor risco de desenvolver câncer de pele pois produzem mais melanina. Já o carcinoma espinocelular, o outro tipo de câncer de pele não-melanoma, é uma neoplasia de células queratinizadas com crescimento rápido e em comparação com o basocelular possui maior potencial de metástases. O carcinoma espinocelular têm risco maior que o basocelular de invadir o tecido gorduroso, atingir os linfonodos (gânglios linfáticos) e outros órgãos.
O principal fator de risco para todos os tipos de câncer de pele é a exposição excessiva a radiação ultravioleta (UV). A doença é mais comum em maiores de 35 anos e pessoas de pele clara, com sardas, cabelos castanhos   claros ou ruivos e muitas pessoas olhos claros, que pertencem ao grupo de Fototipo I e II.

Saiba o que ocasiona o aparecimento do câncer de pele:
 
Os médicos afirmam que a pele, o maior órgão do corpo humano, é formada por milhares de células especializadas em determinada função. Sendo assim, o câncer de pele surge quando uma destas células sofre alteração no seu núcleo (DNA), levando a uma mudança que ocasiona a multiplicação desenfreada destas células e, assim, nasce o câncer. À medida que estas novas células vão se acumulando, formam o tumor. “Quando falamos sobre o câncer de pele, a radiação ultravioleta é a principal causadora de alterações genéticas nas células. Por isso, dizemos que a exposição à luz do sol é um fator de risco para o surgimento dessa doença”, explicou.

Sintomas
 
Os sintomas podem se manifestar de diferentes maneiras, porém, alguns sinais são característicos e devem ser analisados. A Melanoma pode surgir como uma lesão avermelhada ou rosada, com pequenos vasos de sangue que sangram com facilidade e permanece por longo período sem cicatrizar. As lesões costumam aparecer nas regiões mais expostas como a região da face e o couro cabeludo, ombros e costas mas podem surgir em qualquer local do corpo. Outras lesões indolores também podem ser importantes, esse tipo de câncer tem um crescimento lento e o diagnostico  tardio  dificulta  no tratamento deste que é fatalmente letal.
No caso do carcinoma espinocelular os sintomas mais comuns são o aparecimento de manchas ligeiramente elevadas, vermelhas e hiperceratóticas. Geralmente as lesões aparecem no rosto, orelha, lábios, pescoço e no dorso da mão. Por fim, os melanomas apresentam sintomas descritos no ABCD sendo A de assimetria, B de bordas, C de cor e D de diâmetro.

Diagnóstico e Tratamento
 
O diagnóstico leva em conta as características clínicas da doença e o resultado da biópsia. Tanto nos casos de carcinoma basocelular quanto de carcinoma espinocelular, a cirurgia é o tratamento mais recomendado. Outro tratamento que pode ser aplicado nos casos de carcinoma basocelular em casos de pequenas lesões é a utilização de medicamento tópico como pomadas e quimioterapias leves orais.  No Melanoma a maneira é a  radioterapia ser indicada, com a sequência de quimioterapia, e acompanhamento de novas seções quimioterápicas no tempo restante de sobrevida vida que pode se estender em alguns casos a 2 a 4 anos, há ainda em último caso tratamentos orais com drogas sintéticas uma quimioterapia italiana de 21 compostos quimioterápicos de compostos sintéticos orais, estes extremamente onerosos com custos  acima de RS 10.000,00 diários, ministros em  só grande centro e hospital de São Paulo e com acompanhamento diário e  ainda experimental, e apenas em último caso quando há início e queda de funções vitais e inúmeras novos   problemas não pré-existentes pelos tantos efeitos colaterais,  baixa de audição, desmaios frequentes, baixas de hormônios,  alterações da glândula tireoide, alteração de pressão sanguínea, alteração de diabetes, alteração de função pulmonar, dores nas articulações, dificuldade para recompor problemas ósseos e fraturas, náuseas frequentes, efeitos colaterais sobre o sistema nervoso, como neuropatia periférica, depressão maior, risco de AVC, problemas gasto intestinais, funções renais  hepáticas prejudicadas,  afetam o esmalte dos dentes,  doenças da gengiva e diminuição a produção de saliva, dor crônica no tecido cicatricial e problemas intestinais que afetam a digestão. Enfim, ter diarreia crônica, que reduz a capacidade do organismo de absorver nutrientes. Na verdade, uma falência lenta e violenta das funções vitais, com doenças não nativas, levando o paciente a necessidade de severas reabilitações e fatalmente a perda total de funções vitais. Cada paciente vai ter melhor qualidade de vida e mais sobre vida de acordo de como o corpo reaja a luta diária para dirimir os efeitos, e poderá ter meses razoáveis e mais estáveis em períodos fora de crises.  

Prevenção

O câncer de pele pode ser prevenido com mudanças comportamentais, como menor exposição ao sol, já que a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva. Evitar a exposição direta nos horários mais quentes do dia, utilização de protetores solares, bonés, óculos escuros e roupas.
Judd Marriott Mendes
Enviado por Judd Marriott Mendes em 09/02/2018
Reeditado em 14/02/2018
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