PAPEL AO VENTO
Um senhor de tanto falar que seu vizinho era ladrão terminou fazendo com que o rapaz fosse preso. Dias depois, descobriram que o rapaz era inocente. O rapaz foi solto e processou o homem.
No tribunal, o homem diz ao juiz: Pensei que pequenos comentários não cauzassem tanto mal assim Sr. Juiz. O juiz lhe disse: Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.
Após escreve-los ele entregou o papel com os comentarios ao juiz que os picou em pequeninos pedaços, e lhes devolveu dizendo: Volte para casa e ao longo do caminho va jogando esses papeizinho e amanha volte para ouvir sua sentença.
Na manha seguinte no tribunal o juiz lhe diz: Quero que o senhor volte e recolha todos os pedacinhos de papel que espalhou ontem ao longo do caminho. Mas isso e impossível exclamou o homem! Não posso fazer isso, o vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão.
Respondeu o juiz: Da mesma maneira, senhor, palavras mal-ditas e espalhadas podem destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
E assim o condenou.
Se não se podes falar bem de uma pessoa, é melhor que não se digas nada. Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras.
• PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS;
• PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;
• PESSOAS MESQUINHAS FALAM SOBRE PESSOAS!
Autor desconhecido.
Texto adaptado pelo pastor França.