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'COISA SIMPLESINHA'

'COISA SIMPLESINHA'

quarta-feira, 16 de setembro de 2020
      Há cerca de uns quase três meses atrás fiz uma portabilidade telefônica da Tim para a Vivo. De certo modo esbarrei em algumas dificuldades nisso que me obrigou a ir direta e pessoalmente numa das lojas físicas dessa segunda. E escolhi a de um grande shopping da Zona Norte, região em que moro e vivo.

     Quando chego em qualquer lugar para ser atendido, busco logo saber a quantas andam o respeito à lei da Terceira Idade, na qual já estou bem inserido, pela idade que alcancei. E por incrível que pareça, sempre tenho que aborrecer-me com isso, porque parece que essas pessoas mais jovens não levam em consideração nem a idade do cliente, bem como da existência de uma lei específica que os protege e ampara. Pelo menos no aspecto teórico.

     Confesso já estar cansado ao extremo de esbarrar, enfrentar e me desgastar com essa história. Por isso devo confessar ter adquirido uma repugnância por essa gente mais nova. Por razões óbvias. Sabendo de antemão que a culpa não é delas mas sim de seus progenitores, que não lhes repassaram o que receberam dos seus, quando jovens, a respeitarem os mais velhos, em quaisquer circunstâncias.

      Nessa oportunidade incumbi-me de abordar a moça que disseram ser a responsável  pelo grupo que atende ao pessoal que vai ali resolver suas questões. E apontei a ela que o atendimento merecia ser melhorado, principalmente na agilidade dos atendentes, que levavam muito tempo num atendimento. O meu levou quase uma hora.

      Dentre algumas desculpas dela, ouvi-a dizer que "ali dentro" havia alguns com curso superior. O que me assustou e só não caí para trás porque ainda me encontro em boa forma física, apesar da idade. Nisso fui obrigado a indagar-lhe se aquele tipo de serviço era para alguém com tanto preparo? E ela nem me respondeu. Dei por encerrada a conversa.

       Mas o Brasil está assim. Cheio de gente de alto nível. Mas de baixíssima qualidade profissional. Gente que nem deveria estar onde está. E quem diz isso é alguém que viveu dentro de um departamento de recursos humanos por quase duas décadas, lidando, exatamente, com análise profissional.

        Por conta própria, afirmo seguramente ver tal problemática ter sido criada pelo Partido dos Trabalhadores nesses últimos anos em que liderou a gestão tupiniquim. As escolas e faculdades não formam ninguém. Aprovam alunos sem nenhuma base, fugindo à essência do que havia antes, as provas mensais e finais, que analisavam o nível de cada um dos alunos. Aprovando os que alcançavam um xis aproveitamento, e reprovando os que ficavam abaixo dele. Coisa simplesinha.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020
      Há cerca de uns quase três meses atrás fiz uma portabilidade telefônica da Tim para a Vivo. De certo modo esbarrei em algumas dificuldades nisso que me obrigou a ir direta e pessoalmente numa das lojas físicas dessa segunda. E escolhi a de um grande shopping da Zona Norte, região em que moro e vivo.

     Quando chego em qualquer lugar para ser atendido, busco logo saber a quantas andam o respeito à lei da Terceira Idade, na qual já estou bem inserido, pela idade que alcancei. E por incrível que pareça, sempre tenho que aborrecer-me com isso, porque parece que essas pessoas mais jovens não levam em consideração nem a idade do cliente, bem como da existência de uma lei específica que os protege e ampara. Pelo menos no aspecto teórico.

     Confesso já estar cansado ao extremo de esbarrar, enfrentar e me desgastar com essa história. Por isso devo confessar ter adquirido uma repugnância por essa gente mais nova. Por razões óbvias. Sabendo de antemão que a culpa não é delas mas sim de seus progenitores, que não lhes repassaram o que receberam dos seus, quando jovens, a respeitarem os mais velhos, em quaisquer circunstâncias.

      Nessa oportunidade incumbi-me de abordar a moça que disseram ser a responsável  pelo grupo que atende ao pessoal que vai ali resolver suas questões. E apontei a ela que o atendimento merecia ser melhorado, principalmente na agilidade dos atendentes, que levavam muito tempo num atendimento. O meu levou quase uma hora.

      Dentre algumas desculpas dela, ouvi-a dizer que "ali dentro" havia alguns com curso superior. O que me assustou e só não caí para trás porque ainda me encontro em boa forma física, apesar da idade. Nisso fui obrigado a indagar-lhe se aquele tipo de serviço era para alguém com tanto preparo? E ela nem me respondeu. Dei por encerrada a conversa.

       Mas o Brasil está assim. Cheio de gente de alto nível. Mas de baixíssima qualidade profissional. Gente que nem deveria estar onde está. E quem diz isso é alguém que viveu dentro de um departamento de recursos humanos por quase duas décadas, lidando, exatamente, com análise profissional.

        Por conta própria, afirmo seguramente ver tal problemática ter sido criada pelo Partido dos Trabalhadores nesses últimos anos em que liderou a gestão tupiniquim. As escolas e faculdades não formam ninguém. Aprovam alunos sem nenhuma base, fugindo à essência do que havia antes, as provas mensais e finais, que analisavam o nível de cada um dos alunos. Aprovando os que alcançavam um xis aproveitamento, e reprovando os que ficavam abaixo dele. Coisa simplesinha.
Terceiro Milenio
Enviado por Terceiro Milenio em 16/09/2020
Código do texto: T7064416
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Sobre o autor
Terceiro Milenio
São Sebastião do Alto - Rio de Janeiro - Brasil
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Terceiro Milenio