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 Distúrbio Depressivo Maior (DDM)
 
Distúrbio depressivo maior (DDM) ou transtorno depressivo maior, eu estou DDM neste momento e há 70 dias por rezando sobre  uma TORAH (bilbia hebraica), por um minuto não me suicidei...  fui pego rezando e já engatilhado com uma .40 na cabeça. DDM ... conhecido simplesmente como depressão, é um distúrbio mental caracterizado por pelo menos duas semanas de depressão que esteja presente na maior parte das situações. Em muitas vezes acompanhado de baixa autoestima, perda de interesse em atividades de outra forma aprazíveis, pouca energia e ordem sem uma causa definida. As pessoas podem ocasionalmente manifestar delírios  ou alucinações. Algumas pessoas apresentam episódios de depressão separados por um intervalo de vários anos em que o comportamento é normal, enquanto outras manifestam sintomas de forma quase permanente.  A depressão pode afetar de forma negativa as relações familiares da pessoa, o trabalho, a vida escolar, o sono, as refeições e a saúde em geral.  
 
Entre 2 a 7% dos adultos com depressão morrem de suicídio e cerca de 70% das pessoas que morrem por suicídio apresentavam Distúrbio depressivo maior.

Acredita-se que a condição seja causada por uma combinação de fatores genéticos, ambientais e psicológicos Entre os fatores de risco estão história de depressão na família, alterações significativas na vida, determinados medicamentos como quimioterapias, problemas de saúde crónicos e consumo de drogas em muitos casos...não o meu. Cerca de 40% do risco aparenta estar relacionado com a genética.

O diagnóstico de distúrbio depressivo maior tem por base a descrição das experiências por parte da pessoa e é de difícil avaliação e estudos de evolução e avaliação do estado mental. Embora não existam exames de laboratório específicos para a doença, podem ser realizados exames para descartar outras condições que causam sintomas semelhantes a depressão, é diferente da tristeza, que é uma parte normal da vida e é menos grave.  Um estudo de revisão da Colaboração Cochrane não encontrou evidências suficientes que apoiem o rastreio da doença.

O tratamento consiste geralmente em aconselhamento psiquiátrico e medicamentos antidepressivos. Embora a medicação aparente ser eficaz, o efeito pode ser significativo apenas nos casos graves.  Não é ainda claro se a medicação afeta o risco de suicídio.  Entre os tipos de aconselhamento psiquiátrico estão a terapia cognitivo-comportamental e a terapia interpessoal, se outras medidas não se revelarem eficazes, pode ser considerada a terapia eletroconvulsiva.  

Em casos em que a pessoa é um risco para si própria, pode ser considerado o internamento hospitalar involuntário. Em 2013, o distúrbio depressivo maior afetava aproximadamente 235 milhões de pessoas em todo o mundo (3,6%).  A percentagem de pessoas afetadas em determinado momento da vida varia entre 7% no Japão e 21% em França.  A taxa ao longo da vida é maior nos países desenvolvidos (15%) do que nos países em vias de desenvolvimento (11%). A doença é a segunda maior causa de anos de vida com incapacidade, apenas atrás da dor de costas. Os sintomas aparecem geralmente entre os 20 e os 40 anos de idade.

A doença é duas vezes mais comum entre mulheres do que entre homens. As pessoas afetadas podem ser alvo de estigma social.  Em 1980, a Associação Americana de Psiquiatria acrescentou o distúrbio depressivo maior ao Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), separando-a das neuroses depressivas do DSM-II, que também incluíam as condições atualmente denominadas destemia e distúrbios de adaptação.


Os sintomas depressivos podem ser divididos entre: cognitivos, fisiológicos e comportamentais.
 
Cognitivos
  • Humor deprimido: desânimo persistente, tristeza, baixa autoestima, sentimentos de inutilidade, vazio, culpa ou/e irritabilidade;
    Redução da capacidade de experimentar prazer na maior parte das atividades, antes consideradas como agradáveis;
    Diminuição da capacidade de pensar, de se concentrar, memorizar ou de tomar decisões;
    Ideação suicida.
Fisiológicos
  • Fadiga ou sensação de perda de energia;
    Alterações do sono (mais frequentemente insônia, podendo ocorrer também sonolência excessiva ou sono interrompido);
    Alterações do apetite (mais comumente perda do apetite, podendo ocorrer também aumento do apetite);
    Redução do interesse e prazer sexual;
    Agitação motora, inquietude;
    Alterações dos rimos circadianos (dormir fora de hora).]
Evidências comportamentais
  • Retraimento social (isolamento social);
    Chorar mais e com mais frequência;
    Comportamentos suicidas;
    Retardo psicomotor e lentificação generalizada, ou agitação psicomotora;
    Tentativa de suicídio.
    Comportamento autodestrutivo (automutilação).

Existem diversos testes psicológicos para medir a presença e intensidade da depressão, dentre elas um dos mais populares é o BDI.
Os pacientes costumam aludir ao sentimento de que tudo lhes parece fútil, ou sem real importância. Acreditam que perderam, de forma irreversível, a capacidade de sentir alegria ou prazer na vida. Tudo lhes parece vazio e sem graça, o mundo é visto "sem cores", sem matizes de alegria. Em crianças e adolescentes, sobretudo, o humor pode ser irritável, ou "rabugento", ao invés de triste. Certos pacientes mostram-se antes "apáticos" do que tristes, referindo-se muitas vezes ao "sentimento da falta de sentimentos". Constatam, por exemplo, já não se emocionarem com a chegada dos netos, ou com o sofrimento de um ente querido, e assim por diante.

Sintomas psicóticos
 
Os delírios depressivos incluem um sentimento excessivo e angustiante de culpa, de punição merecida, delírios de ruína (incluindo a sensação de estar apodrecendo, desintegrando ou sendo esmagado) e delírios niilistas (que podem configurar a síndrome de Cotard, quando incluem negação de órgãos e negação da morte). As alucinações congruentes com humor depressivo podem ser por exemplo de pessoas, espíritos ou vozes que condenam o paciente, ameaças de demônios ou choro de defuntos. É raro quando não são congruentes com a depressão e podem indicar a presença de um transtorno psicótico.

 

Vincent van Gogh, que sofria de depressão e cometeu suicídio, pintou esse quadro em 1890, de um homem que emblemaria o desespero e a falta de esperança sentida na depressão.

Como sofro com DDM atualmente e tentei suicidio há 70 dias resolvi repartir conhecimento , boa noite um  carinhoso abraço meu Judd

 
 
Judd Marriott Mendes
Enviado por Judd Marriott Mendes em 14/12/2018
Reeditado em 15/12/2018
Código do texto: T6527121
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Sobre o autor
Judd Marriott Mendes
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