A LIBERDADE... O CONHECIMENTO... A ARTE... O PREÇO... O TEMPO... "Traição pode ser questão de escolha ou oportunidade, mas se persistir vira questão de caráter". (Vanileire Morais).

Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos...

10º Artigo Extra (X)

“Os dignos enfrentam adversários de pé, os traiçoeiros pisoteiam cadáveres”.

2ª parte.

Alexandre Dumas, (pai).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Alexandre Dumas, pai.

Data de nascimento – 24 de julho de 1802.

Local – Villers-Cotterêts, França.

Nacionalidade – França.

Data de morte – 05 de dezembro de 1970 (68 anos).

Local de morte – Puys, Sena Marítimo.

Gêneros (s) – Romance e Ficção Histórica.

Pseudônimo – Alexandre Dumas.

Movimento – Romantismo.

Magnum opus – O Conde de Monte Cristo, Os Três Mosqueteiros.

Alexandre Dumas, pai (Villers-Cotterêts, 24 de julho de 1802 — Puys, 5 de dezembro de 1870) foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris.

Era neto do marquês Alexandre Antoine Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas.

Seu pai foi Thomas Alexandre Davy de la Pailleterie, conhecido como General Dumas, grande figura militar de sua época.

Carreira literária.

Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público.

No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral.

Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão.

Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos.

À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas.

Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance.

Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal.

Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais.

Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

Alexandre Dumas, pai, escreveu romances e crônicas históricas com muita aventura que estimulavam a imaginação do público francês e de outros países nos idiomas para os quais foram traduzidos. Alguns destes trabalhos foram:

• O Conde de Monte Cristo.

• Os Irmãos Corsos.

• Os romances de D'Artagnan:

• Os Três Mosqueteiros (Les Trois Mousquetaires, 1844).

• Vinte anos depois (Vingt Ans Après, 1845).

• O Visconde de Bragelonne (Le Vicomte de Bragelonne, 1847) - (do qual faz parte O Homem Com a Máscara de Ferro).

• Os romances Valois:

• A Rainha Margot (1845).

• A Dama de Monsoreau (1846).

• Os Quarenta e Cinco (1847).

• Memórias de um Médico.

• Joseph Balsamo (1849).

• O Colar da Rainha (1850).

• Ange Pitou (1851).

• A Condessa de Charny (1853).

• O Cavaleiro de Maison-Rouge (1854).

• O Castelo de Eppstein.

Seu trabalho como escritor lhe rendeu muito dinheiro, porém Dumas vivia endividado por conta de seu alto gasto com mulheres e de seu estilo de vida. O grande e dispendioso château que construiu estava constantemente cheio de pessoas estranhas que se aproveitavam de sua generosidade.

Com a deposição do rei Luís Filipe após uma revolta, não foi visto com bons olhos pelo presidente recém-eleito, Napoleão III, e em 1851 Dumas teve que ir embora para Bruxelas para fugir de seus credores. Dali viajou à Rússia, onde o francês era a segunda língua falada e suas novelas também eram muito populares.

Dumas passou dois anos na Rússia antes de se mudar em busca de aventuras e inspiração para mais histórias. Em março de 1861, o reino da Itália foi proclamado, com Vítor Emanuel II como rei. Nos três anos seguintes, Alexandre Dumas se envolveria na luta pela unificação da Itália, retornando a Paris em 1864.

Apesar do sucesso e das ligações aristocráticas de Alexandre Dumas, sua vida sempre foi marcada por ser mulato. Em 1843, escreveu uma curta novela intitulada Georges, que chamava atenção para alguns aspectos raciais e para os efeitos do colonialismo.

Reconhecimento póstumo.

Sepultado no local onde nasceu, o corpo de Alexandre Dumas ficou no cemitério de Villers-Cotterêts até 30 de novembro de 2002. Sob as ordens do presidente francês Jacques Chirac, seu corpo foi exumado e, numa cerimónia televisiva, seu novo caixão, carregado por quatro homens vestidos como os mosqueteiros Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan, foi transportado em procissão solene até o Panteão de Paris, o grande mausoléu onde grandes filósofos e escritores da França estão sepultados.

Em seu discurso, o presidente Chirac disse: "Contigo, nós fomos D'Artagnan, Monte Cristo ou Balsamo, cavalgando pelas estradas da França, percorrendo campos de batalha, visitando palácios e castelos -- contigo, nós sonhamos."

Numa entrevista após a cerimônia, Chirac reconheceu o racismo que existiu, dizendo que um erro agora foi reparado, com o sepultamento de Alexandre Dumas ao lado dos companheiros autores Victor Hugo e Voltaire.

A honraria reconheceu que, apesar de a França ter produzido vários grandes escritores, nenhum deles foi tão lido quanto Alexandre Dumas. Suas histórias foram traduzidas em quase 100 idiomas, e inspiraram mais de 200 filmes.

Categorias:

• Nascidos em 1802.

• Mortos em 1870.

• Alexandre Dumas (pai).

• Romancistas da França.

• Sepultados no Panteão (Paris).

• Afro-europeus.

Alexandre Dumas, (filho).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Alexandre Dumas, filho.

Nascimento – 27 de julho de 1824, Paris.

Morte – 27 de novembro de 1895 (71 anos).

Local de morte – Marly-le-Roi.

Nacionalidade – Francês.

Ocupação – Escritor.

Alexandre Dumas, filho, (Paris, 27 de Julho de 1824 - Marly-le-Roi, 27 de Novembro de 1895) é filho de Alexandre Dumas, pai (Dumas Davy de la Pailleterie) e uma costureira.

Foi um escritor francês que seguiu os passos de seu pai tornando-se um conceituado autor de livros e peças de teatro.

Biografia.

Alexandre Dumas filho nasceu em Paris, França, filho ilegítimo de Marie-Catherine Labay, uma costureira, e do romancista Alexandre Dumas.

Em 1831 seu pai o reconheceu legalmente e assegurou uma boa educação ao jovem Dumas na Instituição Goubaux e no Colégio Bourbon.

As leis daquela época permitiram Dumas pai tirar seu filho de sua mãe. A agonia de sua mãe inspirou o filho a escrever sobre personagens trágicos femininos. Em quase todos os seus escritos, ele enfatizou o propósito moral de sua literatura e em sua peça de 1858, "O Filho Natural", ele expôs a teoria de que se alguém traz ilegitimamente um filho ao mundo, então ele tem a obrigação de legitimar seu filho e casar com a mulher.

Adicionalmente ao estigma da ilegitimidade, Dumas filho foi a parte negra, seu avô era descendente de um nobre francês e uma mulher negra haitiana.

Nos internatos, Dumas filho era constantemente hostilizado por seus colegas. Esses acontecimentos influenciaram profundamente seus pensamentos, comportamento e obra.

Em 1844 Dumas filho mudou-se para Saint-Germain-en-Laye para viver com seu pai. Lá, ele conheceu Marie Duplessis, uma jovem cortesã que lhe deu a inspiração para o romance La dame aux camélias (A Dama das Camélias), uma das grandes intérpretes dessa obra no teatro foi Sarah Bernhardt. Esse romance é a base para ópera La Traviata de Giuseppe Verdi.

Em 1864, Alexandre Dumas filho casou-se com Nadeja Naryschkine, com quem ele teve uma filha. Após o falecimento dela ele casou-se com Heriette Régnier.

Durante sua vida, Dumas filho escreveu outros doze romances e diversas peças. Em 1867 ele publicou seu semi-autobiográfico romance, "L'affaire Clemenceau", considerado por muitos como uma de suas melhores obras.

Em 1874, ele foi admitido na Académie française e em 1894 ele ganhou a Légion d'Honneur.

Alexandre Dumas, filho, morreu em Marly-le-Roi, Yvelines, em 27 de Novembro de 1895 e foi enterrado no Cimetière de Montmartre, Paris, França.

Livros.

• A Dama das Camélias.

• L'affaire Clemenceau.

• O Homem da Máscara de Ferro.

Ópera.

• A ópera La Traviata de Verdi foi baseada no romance A Dama das Camélias.

Peças.

O Filho Natural.

Categorias:

• Nascidos em 1824.

• Mortos em 1895.

• Dramaturgos da França.

• Romancistas da França.

• Membros da Academia Francesa.

• Naturais de Paris.

O Conde de Monte Cristo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Le Comte de Monte-Cristo.

O Conde de Monte Cristo.

Autor – Alexandre Dumas (pai).

Idioma – Francês.

País – França.

Gênero – Folhetim, Romance, Aventura.

Editora – Journal des Débats.

Lançamento – 1844-1846.

Primeira parte: de 28 de agosto a 19 de outubro de 1844.

Segunda parte: de 31 de outubro a 26 de novembro de 1844.

Terceira parte: de 20 de junho de 1845 a 15 de janeiro de 1846.

O Conde de Monte Cristo (título original em francês: Le Comte de Monte-Cristo) é um romance da literatura francesa escrito por Alexandre Dumas em colaboração com Auguste Maquet (a) e concluído em 1846. Inicialmente publicado como Folhetim de 1844 a 1846. (Primeira parte: do 28 de agosto ao 19 de outubro de 1844. Segunda parte: do 31 de outubro ao 26 de novembro de 1844. Terceira parte: do 20 de junho 1845 ao 15 de janeiro de 1846). O livro conta a história de um marinheiro que foi preso injustamente.

Lá, conhece um clérigo de quem fica amigo. Quando o clérigo morre, ele escapa da prisão e toma posse de uma misteriosa fortuna. O marinheiro, agora em condições financeiras, pode vingar-se daqueles que o levaram à vida de prisioneiro. A história é livremente inspirada por fatos reais da vida de Pierre Picaud. (b).

É considerado, juntamente com Os Três Mosqueteiros, uma das mais populares obras de Dumas, e é frequentemente incluída nas listas de livros mais vendidos de todos os tempos. O nome do romance surgiu quando Dumas a caminho da Ilha Monte-Cristo, com o sobrinho de Napoleão, disse que usaria a ilha como cenário de um romance.

Sinopse.

"Um romance do destino. Vítima e vingador, Edmond Dantès, o personagem central, encarna ele próprio, o destino. A história de um homem bom a quem roubam a liberdade e o amor. No cativeiro trava amizade com o abade Faria, que lhe oferece ajuda para a fuga. Um homem que regressará coberto de riquezas, vingador impiedoso, para além de toda a lei humana ou divina."

Edmond Dantès, um audacioso mas ingênuo marinheiro, é preso sob falsa acusação, em 1815, por ter ido à Ilha de Elba, onde teria recebido uma carta de Napoleão em seu exílio. Na verdade, era vítima de um complô entre três pessoas interessadas:

• o juiz de Villefort, filho do destinatário da carta de Napoleão, que, mesmo atestando sua inocência, quis silenciá-lo;

• seu amigo, Danglars, que desejava o posto de capitão do navio, já que Dantès recebeu o posto por mérito, e

• Fernand Mondego, catalão interessado em Mercédès (noiva de Dantès), que invejava Dantès por ser o alvo de seu amor, tornando-se o futuro marido da catalã (que, porém, nunca o esqueceu).

Após muito tempo, na prisão do Castelo de If, Edmond consegue fugir, angariando uma grande fortuna. Fá-lo com a ajuda de um amigo, vizinho de cela, o abade Faria, um preso político que lhe indicou o local do tesouro do Cardeal Spada, além de tê-lo educado por vários anos sobre diversas artes e ciências (química, esgrima, línguas e história em geral).

Mesmo não acreditando muito, Edmond investe na aventura e confirma a história de seu velho amigo de prisão, tornando-se milionário.

Até lá, sobrevive trabalhando com piratas, incluindo Jacopo, marinheiro do navio "The Young Amelia". Junta ao seu séquito, o corso Bertuccio e a princesa grega, Haydée, cujo pai, o sultão Ali Paxá, foi destronado.

Anos depois, Edmond cria uma grande teia para se vingar dos seus inimigos, assumindo vários nomes: Lord Wilmore na Inglaterra, Simbad na Itália, e também o misterioso abade Busoni.

Salva a família de seu ex-patrão, Morrel, da miséria. Salva Albert, Visconde de Morcerf, filho de Mondego, agora Conde de Morcerf, de um sequestro em Roma, para se aproximar da sociedade parisiense. No papel de Conde de Monte-Cristo (o tradicional "nobre de toga" (noble de robe) da época, ou burguês que compra título de nobreza), é imediatamente reconhecido por Mercédès, criando divisões entre seus inimigos. Em sua vingança, provoca o seguinte :

• Faz com que Danglars, agora Barão, desmanche o noivado de sua filha Eugènie com Albert (do qual não se gostavam) para casar com o Marquês Andrea Cavalcanti. Danglars, com suas várias ações que faliram, foge para Roma, é capturado e passa um tempo sob cativeiro de Luigi Vampa, sendo depois perdoado por Monte-Cristo.

• Mondego, oficial do exército francês, é julgado por má conduta e Haydée o acusa como testemunha. Desonrado, arruinado e abandonado pela família, suicida-se.

• Cavalcanti é preso por falsa identidade (seu nome seria Benedetto) e uma série de crimes, e revela no tribunal que é o filho de Villefort, o que enlouquece o juiz, além da suposta morte da filha, Valentine.

A história não acaba sem Edmond juntar Valentine e Maximilien, filho de monsieur Morrel, na Ilha de Monte-Cristo, onde terá seu romance com a grega Haydée.

Personagens.

“Foto: O escudo do Conde de Monte Cristo é descrito no texto original francês como "une montagne d’or, posant sur une mer d’azur, avec une croix de gueules au chef".

Edmond Dantès e seus disfarces.

Filho de Louis Dantès e namorado de Mercédès Herrera. No início, Edmond Dantès é imediato a bordo do navio o "Faraó” e futuro capitão do mesmo. Ele é denunciado por “seus” amigos Fernand Mondego e Danglars como espião bonapartista.

Edmond é preso e encontra-se detido no Castelo de If (prisão situada ao largo da costa de Marselha). Ele é mantido preso por Villefort durante o Governo dos Cem Dias.

Após a sua fuga (ficou preso durante 14 anos da sua vida), e para esclarecer a verdade, e que nenhum crime fique sem castigo, Edmond Dantès utiliza vários disfarces e realiza com paciência os seus planos de vingança, desde a Itália e depois em França.

Disfarces de Edmond Dantès:

• Número 34 : encarcerado injustamente no Castelo de If, é o número da sua cela, que é usado pelo novo governador para nomear o inocente;

• Conde de Monte Cristo : evadido, ele descobre na ilha de Monte Cristo o tesouro do Abade Faria. Agora poderoso, porque rico e instruído, ele dá a si próprio esse título para entrar na alta sociedade. O Conde de Monte Cristo é também evocado com o nome de Senhor Zaccone;

• Abade Giacomo Busoni : personalidade de autoridade religiosa que lhe permite ganhar a confiança de cada um;

• Lorde Wilmore : personagem alegadamente de nacionalidade inglesa, excêntrico mas generoso, filantropo;

• Simbad o Marujo: sob o pseudônimo do lendário marinheiro, ele salva a família Morrel da falência, oferecendo o dote a filha Morrel, de um navio mercante (baseado nos planos, do navio o "Faraó", que tinha desaparecido durante a última viagem meses antes).

• Primeiro homem da Casa de Crédito Thomson & French.

Círculo de Edmond Dantès - Conde de Monte Cristo.

• Abade Faria: Padre italiano. Condenado em 1811 para crimes com implicações políticas, ele encontra Edmond Dantès no Castelo de If, onde os dois estão detidos. Culto, científico, poliglota e considerado como louco pelos guardas. Ele fez amizade com Edmond Dantès com quem ele elabora um plano de evasão. Antes de morrer de um acidente vascular cerebral, ele revela a localização do seu tesouro na ilha de Monte Cristo que permita a Edmond Dantès financiar a sua vingança. A personagem é inspirada na figura de José Custódio de Faria. (c).

• Giovanni Bertuccio: é Corso, antigo contrabandista e homem de honra. Ele é o mordomo do Conde e muito leal à Monte Cristo. Também é pai adotivo de Benedetto que ele salvou quando era recém nascido. O seu pai adúltero, Gérard de Villefort ia enterrá-lo vivo.

• Baptistin: Valet do Conde de Monte Cristo.

• Ali: Escravo mudo de Monte Cristo, originário da Núbia.

Família "de Morcerf".

. Fernand Mondego : pescador catalão, ele é um dos denunciantes de Edmond Dantès. Ele torna-se Conde de Morcerf e Pariato de França após uma carreira militar em Janina. Apaixonado de Mercédès Herrera, ele é o rival de Edmond Dantès.

• nascida Mercédès Herrera / Condessa de Morcerf : noiva de Edmond Dantès no início da história, ela fica desesperada com o desaparecimento dele. Fernand Mondego, após a sua traição, consegue convencê-la da morte de Edmond Dantès, e casa com ela. Deste matrimônio, nasceu Albert de Morcerf. Ela será a segunda (após o armador Pierre Morrel) a reconhecer Edmond Dantès sob as aparências de Conde de Monte Cristo.

• Albert de Morcerf : filho de Mercédès e Fernand de Morcerf, Albert tornou-se amigo do Conde de Monte Cristo após uma aventura em Roma inteiramente manipulada pelo Conde de Monte Cristo.

Família "Danglars".

• Barão Danglars: Antigo empregado de escritório, ele é invejoso de tudo e de todos, arrivista, ele sabe em qualquer situação, aproveitar-se. Danglars casa com a viúva do Marquês de Nargonne que desonrou o seu marido com Gérard de Villefort, o que segundo Danglars contribuiu consideravelmente para a morte do primeiro marido. Em seguida, ele torna-se um rico banqueiro graças entre outras coisas, aos desfalques financeiros, a crise de Cem Mil Filhos de São Luís, e às suas consequências que ele explorou amplamente em proveito do seus negócios e especulações. Marido complacente, ele é admiravelmente informado sobre a política doméstica, e fora do governo pelo amante da esposa dele: Lucien Debray, secretário particular (e muito indiscreto) do Ministro do Interior.

• nascida Hermine de Servières / primeiro marido : Hermine Marquesa de Nargonne / segundo marido : Hermine Baronesa Danglars. Ela tenha tido uma relação amorosa com Gérard de Villefort, de quem tem um filho ilegítimo Benedetto.

• Eugénie Danglars: Filha do Barão Danglars e de Hermine Danglars.

Família "de Villefort".

• Gérard de Villefort : substituto do Procurador de Marselha que aprisiona Edmond Dantès, posteriormente e rapidamente, ele é nomeado Procurador do Rei em Paris, por fornecer informações importantes acerca do desembarque do Imperador Napoleão na França, proveniente da Ilha de Elba. Gérard de Villefort mantem Edmond Dantès preso e ao confinamento para proteger o seu pai Noirtier de Villefort e a sua própria carreira.

• Noirtier de Villefort : pai de Gérard de Villefort e avô de Valentine, Édouard (e, sem sabê-lo, Benedetto), antigo membro da Convenção, importante membro do partido bonapartista e a quem estava endereçada a carta enviada da Ilha de Elba por o Marechal Henri Gatien Bertrand que provocou a prisão de Dantès. Ele concentra todo o seu afeto na neta Valentine, apesar da sua doença (síndrome do encarceramento), ele vai lutar de forma que ela casa-se com Maximillien Morrel em vez do Barão Franz de Quesnel d'Épinay. Héloïse de Villefort tenta-o envenenar mas ele toma uma medicação a base de brucina (d) que anula os efeitos.

• nascida Renée de Saint-Méran / Renée de Villefort : Ela é a primeira esposa de Gérard de Villefort e a mãe de Valentine de Villefort.

• O Marquês de Saint-Méran e a Marquesa de Saint-Méran : os pais de Renée de Saint-Méran - esposa de Villefort, avós de Valentine. A Marquesa insiste em casar Valentine com o jovem Barão Franz de Quesnel d'Épinay. O casal morre envenenado por Héloïse de Villefort.

• Valentine de Villefort : filha de Gérard de Villefort e sua primeira esposa, Renée de Villefort (Saint-Méran), apaixonada por Maximillien Morrel, a família dela quer obrigá-la a casar com o Barão Franz de Quesnel d'Épinay.

• Héloïse de Villefort : segunda mulher de Gérard de Villefort, é responsável por vários homicídios através de envenenamentos na casa de Villefort: Marquês de Saint-Méran e a Marquesa de Saint-Méran, Barrois, Édouard de Villefort e a tentativa sobre Noirtier de Villefort e sobre Valentine de Villefort.

• Édouard de Villefort : único filho legítimo de Gérard de Villefort e da sua segunda esposa Héloïse, morre envenenado por Héloïse de Villefort.

• Benedetto : filho ilegítimo de Gérard de Villefort e de Hermine de Nargonne (Baronesa Danglars), salvo e criado por Bertuccio (mais tarde mordomo de Monte Cristo) e sua cunhada, Assunta Rogliano. Filho adoptivo de Bertuccio, ele foi renomeado por o Conde de Monte Cristo como Visconde Andrea Cavalcanti. Também foi prisioneiro "Número 59" e assassino de Gaspard Caderousse.

Família "Morrel".

• Pierre Morrel: Honesto e virtuoso armador de navios comerciais e empregador de Dantès no "Faraó", proprietário da sociedade Morrel & Filho. Ele é o único que ajudou Louis Dantès, pai de Edmond Dantès quando esse estava prisioneiro no Castelo de if. O Conde de Monte Cristo salvará o armador Morrel do suicídio devolvendo-lhe (sob a aparência de Lorde Wilmore e com a "ajuda" de Simbad o Marujo), uma bolsa em couro que Morrel tinha dado com dinheiro ao pai Dantès, para lhe evitar a miséria. Essa bolsa contem um diamante grande como uma avelã, para o dote da sua filha Julie, e liquidou as dívidas do Morrel com a Casa Thomson & French de Londres, credor do armador.

• Senhora Morrel : esposa de Pierre Morrel, mãe de Maximilien e de Julie.

• Maximilien Morrel : filho de Pierre Morrel, capitão do exército Spahis (Exército de terra da África do Norte francesa), é um protegido do Conde de Monte Cristo. Ele está apaixonado por Valentine de Villefort.

• nascida Julie Morrel / Julie Herbault : filha de Pierre Morrel. Ela recebe o seu dote de Simbad o Marujo : um diamante grande como uma avelã. Esposa de Emmanuel Herbault.

• Emmanuel Herbault : empregado da Morrel & Filho, que se torna marido de Julie.

Outras personagens.

• Louis Dantès: Pai de Edmond Dantès, após o "desaparecimento" de Edmond, ele é apoiado por Mercédès Herrera e Pierre Morrel o ajuda discretamente ao nível financeiro por Pierre Morrel usando uma bolsa em couro.

• Gaspard Caderousse : Originalmente um alfaiate, um vizinho e amigo de Edmond Dantès, ele foi à falência após a detenção de Dantès. Ele torna-se dono da hospedaria "Auberge du Pont-du-Gard". Caderousse e testemunha perante o Abade Busoni que são Fernand Mondego e Danglars que provocaram a queda de Edmond Dantès, com uma carta de denúncia escrita e enviada por eles. Ele confessa também dois erros: sob influência do álcool acreditou ingenuamente que era só uma piada; no dia seguinte egoistamente e com conhecimento de causa, Caderousse deixou proceder à detenção de Edmond Dantès com receio de represálias. Ele casou desde então com Madeleine Radelle conhecida como la Carconte. O Abade Busoni lhe oferece em contrapartida das suas "confidências", um diamante supostamente herdado de Edmond Dantès. Longe de fazer sua fortuna, é a última fase de decadência dele.

• Jacopo : Um traficante pobre que ajuda Dantès a ganhar sua liberdade. Quando Jacopo prova sua lealdade altruísta, Dantès recompensa-o com seu próprio navio e tripulação.

• Luigi Vampa : Célebre bandido e fugitivo de Roma, cujo quartel-general encontram-se nas catacumbas de San Sebastiano fuori le mura ou debaixo das ruinas das Termas de Caracala. Ele lê em latim Commentarii de Bello Gallico de Júlio César e Epistulae morales ad Lucilium de Sêneca, dirige uma faixa terrível de bandidos, mas reconhece um único mestre, na pessoa do Conde de Monte Cristo, que salvou da pena de morte um membro do seu bando : Peppino. A biografia de Luigi Vampa é contada em detalhes pelo hoteleiro romano "Mestre Pastrini" a Franz de Quesnel d'Épinay e Albert de Morcerf.

• Peppino: Anteriormente um pastor, ele é mais tarde um membro do bando de Luigi Vampa.

• Beauchamp: Jovem e influente jornalista ao l'Impartial, jornal de opinião de oposição ao regime de Luís Filipe I. Amigo de Albert de Morcerf. É no jornal l'Impartial, que é públicado o artigo: "Escrevem-nos de Janina" sob o impulso discreto do Conde de Monte Cristo. Esse artigo desencadeia o furor de Albert de Morcerf, e Beauchamp abre uma investigação mais profunda, a qual confirma o papel obscuro de Fernand de Morcerf. Por amizade com Albert de Morcerf, Beauchamp aceita abafar o assunto. No entanto, a imprensa Parisiense inteira é alertada de maneira incógnita pelo Conde de Monte Cristo, e o jornal l'Impartial tem de prosseguir a investigação, provocando a desonra de Fernand de Morcerf.

• Ali Paxá de Tepelene: Líder nacionalista grego da região do Epiro, paxá de Janina, a quem o Conde de Morcerf trai, levando ao assassinato de Ali Paxá pelas mãos dos Turcos e da apreensão de seu reino. A esposa de Ali Paxá e sua filha, Haydée, são vendidas como escravas.

• Haydée: Filha de Ali Paxá de Tepelene de Janina, ela foi vendida como escrava aos Turcos por Fernand de Morcerf, na sequência da sua traição. O Conde de Monte Cristo a "adquire" ao comerciante de escravos El Kobbir e leva-a para Paris com o objetivo de desonrar Fernand de Morcerf.

• Barão Raul de Château-Renaud: Membro de uma família nobre e amigo de Albert de Morcerf.

• Barrois: Velho servo de confiança do senhor Noirtier de Villefort; juntamente com Valentine de Villefort, ele é o único capaz de compreendê-lo. Ele morre no lugar do seu mestre, envenenado por Heloïse de Villefort.

• Doutor d'Avrigny: Médico da família de Villefort, ele cuida de Noirtier de Villefort com uma medicação a base de brucina, a qual o imuniza sem o saber, dos venenos da nora, Heloïse de Villefort. O Doutor d'Avrigny é o primeiro a detectar a origem criminosa da morte do casal de Saint-Méran e de Barrois. A princípio, ele acusa Valentine de Villefort (criando um clima de terror na casa), depois ele abre os olhos do Procurador do Rei de Villefort, sobre a verdadeira responsável: Heloïse de Villefort.

• General Flavien de Quesnel, Barão d'Épinay: General do Primeiro Império, ele foi recompensado pelo Rei Luís XVIII, pelos seus serviços.

• Barão Franz de Quesnel d'Épinay: Amigo de Albert de Morcerf, o noivo de Valentine de Villefort.

• Lucien Debray: Secretário do Ministério do Interior. Um amigo de Albert de Morcerf, e um amante da senhora Danglars.

• Louise d'Armilly: Professora de música de Eugénie Danglars, sua melhor amiga.

• Monsieur de Boville: Originalmente um inspetor das prisões, mais tarde, um detetive da força de Paris.

• Major (também Marquês) Bartolomeo Cavalcanti: Velho homem que desempenha o papel de pai do príncipe Andrea Cavalcanti.

Adaptações.

Teatro.

Alexandre Dumas tirou três dramas de seu romance:

• Monte-Cristo (em dois atos) no Théâtre-Historique, dias 2 e 3 de fevereiro de 1848.

• O Conde de Morcerf (Le Comte de Morcerf) no Ambigu-Comique dia 1 de abril de 1851.

• Villefort no Ambigu-Comique dia 8 de maio de 1851.

Cinema.

• 1918 : O Conde de Monte Cristo dirigido por Henri Pouctal.

• 1929 : Monte Cristo dirigido por Henri Fescourt com Jean Angelo, Lil Dagover, Gaston Modot, Marie Glory, Pierre Batcheff, Jean Toulout.

• 1934 : O Conde de Monte Cristo dirigido por Rowland V. Lee com Robert Donat no papel de Edmond Dantès.

• 1943 : O Conde de Monte-Cristo, dirigido por Robert Vernay, com Pierre Richard-Willm, Michèle Alfa, Aimé Clariond, Marcel Herrand, Lise Delamare, Henri Bosc.

• 1948 : O Segredo de Monte Cristo dirigido por Albert Valentin.

• 1954 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Robert Vernay, com Jean Marais, Lia Amanda, Roger Pigaut, Jacques Castelot, Paolo Stoppa, Jean-Pierre Mocky.

• 1961 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Claude Autant-Lara, com Louis Jourdan, Yvonne Furneaux, Pierre Mondy, Bernard Dhéran, Claudine Coster, Yves Rénier, Mary Marquet.

• 1968 : Sob o sinal de Monte Cristo, dirigido por André Hunebelle, com Paul Barge, Claude Jade, Anny Duperey, Pierre Brasseur, Michel Auclair, Raymond Pellegrin.

• 1975 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por David Greene, com Richard Chamberlain, Tony Curtis, Trevor Howard.

• 2002 : O Conde de Monte Cristo, dirigido por Kevin Reynolds, com Jim Caviezel, Guy Pearce, Dagmara Dominczyk, Richard Harris.

Série de televisão.

• 1998: O Conde de Monte Cristo, dirigido por Josée Dayan em 4 episódios de 100 minutos com Gérard Depardieu, Ornella Muti, Pierre Arditi, Jean Rochefort, Roland Blanche, Michel Aumont, Julie Depardieu, Christopher Thompson, Georges Moustaki, Jean-Claude Brialy.

Ver também.

• The Count of Monte Cristo - as versões para o cinema.

• Revenge - série televisiva de 2011 inspirada em O Conde de Monte Cristo.

Categorias:

• Livros da França.

• França em ficção.

• Itália em ficção.

• Romances históricos da França.

• Livros de Alexandre Dumas.

• Livros de 1844.

• Alexandre Dumas (pai).

• Livros adaptados para a televisão.

A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil), continua, e, a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA (AHT), também continua.

Se DEUS nos permitir voltaremos outro dias. Boa leitura e bom dia

Aracaju, domingo, 08 de novembro de 2015.

Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.

Fontes: (1) – Dra. Internet. (2) – Dr. Google. (3) – Dra. Wikipédia. (4) - Livro – “O Conde de Monte Cristo” – Segunda Edição – Editor: Victor Civita – Editora Abril Cultural – 1972 – (290 páginas) – (5) – Filme – “O Conde de Monte Cristo”.