Epidemia do covid?! Que epidemia?! Vacina mata?! Ou: Do Triênio da Histeria.

Ainda há de dar o que falar, e falar muito, o fenômeno global que sufocou as liberdades individuais de oito bilhões de pessoas e quase levou à bancarrota empresas de todo o mundo e pôs a pique a economia mundial: o Triênio da Histeria.

Penso não haver existido a tão propalada epidemia do tal do Sars não sei das quantas, criaturazinha que não sei se saída de alguma fábula de La Fontaine, ou de Esopo, ou de algum conto dos irmãos Grimm, ou de uma das crônicas medievais que William Shakespeare usou como fonte para as suas tragédias, e tragédias bem trágicas, diga-se de passagem, nas quais morre gente aos punhados, e das mais diversas maneiras; e tampouco sei se saiu a tal de um laboratório americano localizado na Ucrânia, ou na China, a tal uma criaturazinha artificialmente evoluída pelas mãos insensatas e imprevidentes de homens (e mulheres também, não sejamos brancos supremacistas misóginos carcomidos pela masculinidade tóxica) endinheirados e megalômanos e nascisistas que buscavam, e ainda buscam, um meio, e pode ser o meio qualquer um, de mandar desta para a melhor noventa por cento dos seres humanos, e o mais rapidamente possível. É para muitos deles a redução populacional para ontem. Mas parece-me, considerando o que li aqui e ali, que puseram água no chop deles. Todavia, como o mal nunca descansa, faz bem quem dorme com um olho aberto.

Urge salvar a Terra da ganância desumana de gente iníqua, diabólica, uma legião saída do inferno.

Acredito eu que todo o caso que se viu nos anos 2.020, 2.021 e 2.022 foi, nada mais, nada menos, do que histeria coletiva: o povo, bombardeado pela mídia e pela internet, aterrorizado, viu o monstrinho apocalíptico em todo lugar, até onde ele nunca se viu mais gordo, monstrinho que ninguém jamais viu, de tão pequeno é, invisível aos olhos humanos, e a ele atribuiu todas as desgraças que se sucederam nestes três fatídicos anos da história da humanidade.

Alguém há de me perguntar se eu sou um cientista social, e eu responderei que não; então, o alguém que tal pergunta me fizer irá me perguntar com que autoridade eu digo que o que se viu foi histeria coletiva, e eu serei obrigado a dizer-lhe que cheguei à tal conclusão ao observar as atitudes das pessoas do meu entorno e as de outras, as de um círculo mais vasto, e a perguntar-lhe se não deveria ser esta a tarefa dos cientistas sociais.

A história do Triênio da Histeria se resumiu ao ser humano agir irracionalmente, movido pelo medo, medo-pânico, perdida a sua capacidade de pensar, de unir lé com cré.

Não conto, não aqui, neste texto, as minhas elucubrações acerca do fenômeno psico-social que assistimos, elucubrações, as minhas, que estão em sintonia com as de muitas outras pessoas, e que não são tão raras quanto se possa imaginar -infelizmente não são, afinal, se mais raras seriam mais valiosas.

Estou, aqui, a encher linguiça, o que é um dos meus dons, e as linguiças que enchi, aqui, neste texto, e em inúmeros outros, e as que estou para encher nos anos vindouros, sejam eles quantos estiverem reservados para mim, são as singularidades, mesmo que venham no plural, que fazem a graça, mesmo que sejam desgraciosas, dos textos de minha autoria.

Tratemos, então, do assunto que me trouxe até aqui: a tão falada epidemia do Covid, tema que dá muito o que falar, e acerca do qual há, e haverá, muito para se dizer - e quanto mais se mexe em tal história mais ela fede.

Quem acompanha o noticiário - e não me refiro ao convencional - já deve ter ouvido falar de um tal de Anthony Fauci, e da pressão do governo americano sobre as plataformas digitais, para suprimir, delas, opiniões reveladoras acerca do covid e das políticas sanitárias, que, sabe-se hoje, não fizeram nem fa nem fu, e que atenderam aos interesses os mais diversos, todos eles marginais ao bem-estar da população, e de laboratórios americanos na Ucrânia, e de estudos científicos cujo fim primordial é a criação de armas biológicas geneticamente precisas, isto é, criadas para prejuízo desta e daquela etnia que os financiadores das pesquisas visam dizimar, e de outras coisinhas mais, histórias do balacobaco, de abismar o mais estóico dos homens, aqueles de cara de rocha, impassíveis até diante de furações, de erupções vulcânicas, das dez pragas do Egito, do Cérbero, do Tiamat, do Drácula, do Frankenstein e da Mula-Sem-Cabeça.

Dia destes, viajando pelo encapelado mar que é a internet, deparei-me com notícias que eu jamais poderia, em imaginação, conceber, mesmo que fosse a minha imaginação tão fértil quanto à do Homero, à de Camões, à de Hans Christian Andersen, à de Isaac Asimov, à de Edgar Alan Poe.

Em várias reportagens (e para os interessados deixo a lista ao final deste artigo) fala-se da relação direta entre a vacina contra o Sars não sei das quantas com aborto espontâneo, crianças natimortas, efeitos nefastos em bebês, e da desonestidade das autoridades médicas, e de manipulações dos casos de morte, derrames cerebrais, doenças auto-imunes, miocardites, tromboses, e de mortes repentinas de jovens saudáveis, de atletas, e da inutilidade da vacina, e da ausência de mortes por covid entre os amish, que não se curvaram à Organização Mundial da Saúde, ao Faucy, e que rejeitaram vacinação e os protocolos sanitários. E não é de hoje que se afirma que a epidemia, a de 2.020, a que não existiu, foi uma arma política, detonada com o fim exclusivo de tirar o presidente Donald Trump da Casa Branca, então a sua residência oficial, e nela instalar o tal de Joe Biden, o nome mais importante de uma família que faz e acontece e cujo mais saliente personagem é dono de um laptop infernal. Além de tudo isso, diz-se por aí e por aqui que neste 2.024 está para estourar uma epidemia, cujo herói - da perspectiva dos que contam com uma tragédia apocalíptica para impedir a vitória, neste ano, de Donald Trump (Donaldo Trumpo, para os seus mais íntimos aliados) nas eleições americanas - é uma criatura invisível vinte vezes mais poderosa do que a sua colega de profissão que foi apontada por gente de má-índole como a responsável pelo desastre que a espécie mais inteligente que já pisou na face da Terra enfrentou no ano de 2.020, de triste memória, e nos dois anos subsequentes.

É a questão a envolver o tal do Sars covid não sei de que família e a vacina milagrosa controversa a tal ponto que há poucos dias, com a revelação de uma história tenebrosa ambientada na tétrica ilha de Jeffrey Epstein, aquele que foi suicidado em uma prisão, apareceu o nome de Nathan Wolfe, um virologista americano (ou estadunidense, abro uma concessão aos que adoram este palavrão) que, contou-me um passarinho, é o fundador de uma empresa chamada Metabiota, que está envolvida com patógenos nascidos do útero de parentes primitivos do Batman e com experiências que fariam as delícias do Victor Frankenstein e do doutor Moreau.

É o capítulo histórico que oficialmente começou em 2.020, e que, digo, encerrou-se em 2.022, o qual intitulo Triênio da Histeria, um tema que ainda dará muito o que falar, e é bom que dê, pois, conquanto muita luz, e luz que ilumina, já tenha sido sobre ele projetada, e muito, por esta razão, do que havia para se revelar já se revelou, muito ainda há, é o que toda pessoa sensata presume, para se revelar - e muita gente ainda há que ignora o que já está diante dos olhos de todos. Cá entre nós: muita gente não quer saber do que ignora, e está feliz, de bem com a vida e com a sua consciência porque não sabe o que há para se saber, confortável com a ignorância que alimenta orgulhosamente, e não quer sair da zona do conforto, que lhe permite viver com a consciência tranquila, a usufruir de paz de espírito invejável.

Abaixo a lista que em alguma linha acima desta prometi a quem me lê estas insossas palavras.

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1) Aaron Hertzberg, Browstone Institute, "CDC altered Minnesota Death Certificates that list a covid vaccines as a cause of death.", 3/7/23;

2) Baxter Dmitry, The People's Voice, "First major world politician apologizes to the unvaccinated: You were right, we were wrong.", 18/6/23;

3) Becker News, "Newly revealed emails show Fauci associate gushing about 'gain of function' ban lifted at Wuhan Lab.", 4/7/23;

4) BioClandestine (canal no Telegram), 15/11/23;

5) Clandestine's Newsletter, "Did Epstein create the C19 pandemic?", 6/1/24;

6) Clandestine's Newsletter, "Do the Deep State release another pathogen this election season?", 11/1/24;

7) Exposing The Darkness, "Nothing to see here: 1885 athlete cardiac arrests in 2.5 years, 1310 dead.", 2/7/23;

8) Gretchen Vogel e Jennifer Couzin-Frankel, Science, "Rare link between coronavirus vaccines and long covid-like illness starts to gain acceptance.", 3/7/23;

9) Jim Holt, The Gateway Pundit, "Outgoing CDC director Rochelle Walensky delivers final message to americans: 'Be on guard against misinformation and the politicization of science.", 3/7/23;

10) Liones of Judah Ministry, Exposing The Darkness Newsletter, "Spike in miscarriages and stellbirths directly linked to covid shots, study finds.", 5/8/23;

11) Margareth Anna Alice, Margareth Anna Alice, "Eulogy for the covid kapos.", 27/11/23;

12) Marjorie Taylor Greene, Congresswoman Marjorie Taylor Greene (canal no Telegram), 10/1/24;

13) Maurício Alves, Maurício Alves News, "A ditadura de Hillary Clinton e a Nova Ordem Mundial.", 19/1/24;

14) Maurício Alves, Maurício Alves News, "O evento.", 18/1/24;

15) Patrick Webb, Leading Report, "CDC report confirm 6 million american children & young adults have died since the FDA approved the covid-19 vaccine.", 30/6/23;

16) Steve Kirsch, Steve Kirch's Newsletter, "The most damaging paper of the pandemic has just been published in The Lancet.", 5/7/23;

17) Vários Autores, Zenodo, "A systematic review of autopsy findings in deaths after covid-19 vaccination.", 6/7/23.

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Adendo: Não se pode ignorar: na esteira da famigerada, e criminosa, e devastadora emergência sanitária global governos dos quatro cantos do mundo implementaram políticas autoritárias, passageiras,que, acreditaram os ingênuos, tinham uma data para acabar, o fim do estado emergencial, mas que persistem ainda hoje. Criaturas de mentes autoritárias não querem abrir mão do poder de vida e morte que adquiriram sobre a existência dos reles seres humanos, que estão a infestar a Terra - e muita gente não quer saber de reconquistar a liberdade tão facilmente perdida, ou o pouco que dela gozava.

Ilustre Desconhecido
Enviado por Ilustre Desconhecido em 21/01/2024
Reeditado em 21/01/2024
Código do texto: T7981437
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