O regime argelino desvia da sua missão devido a pressões internas e externas
Comentando sobre o rompimento das relações diplomáticas da Argélia com o Marrocos, Abdellatif Wahbi, secretário-geral do Partido da Autenticidade e Modernidade, sublinhou ao dizer que: "o problema do regime argelino não está ligado com a proposta social, socioeconómica do povo argelino".
Na margem do programa da eleição, comentando que “o Caminho das Eleições 2021”, deixando a liderança da Argélia preocupada com seu povo “levando um certa pressão interna devido aos movimentos no país, além da pressão internacional sobre o regime militar. sem nenhuma responsabilidade em relação ao respeito dos direitos humanos e do processo democrático em Argélia.”
Tal político considerou que o plano da "separação e dos laços" entre os dois povos em prol de uma "solução fácil", motivada pela cooperação e complementaridade, causando "uma ausência de uma resposta ou solução no horizonte, para com est situação difícil, que o regime militar argelino utiliza como resposta para fugir do verdadeiro problema social e econômico do país".
O Secretário-Geral do Partido da Autenticidade e Modernidade considerou ainda que “a estabilidade de Marrocos, o debate democrático que conhece o país, a exemplo da gestão da crise Covid-19”, em nível nacional e internacional, cooperando com “outros países vizinhos, tanto do Magrebe cuja Argélia crítica o processo”, pelo qual “o Marrocos mostrou eficácia e coragem, face ao fracasso de outros povos a exemplo da Argélia, cuja região do Magrebe necessita de mais solidariedade e cooperação que nunca. ”
Em relação aos cenários do retorno da relação entre os dois vizinhos, Marrocos e Argélia, o político explicou que “ os desenvolvimentos das questões sociais e democráticas ameaçam o regime militar argelino, diante das transformações da região e do mundo”.
Sobre o governo face a crise “pandêmica”, o Secretário-Geral do partido frisou ao dizer que: “A gestão da pandemia Corona constitui um exemplo, para mostrar ate que ponto o país pode resistir, a fragilidade ou a eficácia do sistema de saúde (...) em relação ao Marrocos, o governo tem sido capaz de enfrentar esta epidemia (...) apesar das críticas contra o governo, e suas hesitações, entende-se, que este vírus um desafio contra todo o sistema, nesta era moderna na qual nenhum pode negar o processo face a epidemia e suas consequências sobre o país”
Sobre as perguntas de Nabila Mounib, Secretária Geral do Partido Socialista Unido, tal epidemia foi um prova para todo o sistema do governo e da sociedade, face ao exemplo daqueles que recusam a vacinação, tal atual crise de saúde constitui um passo importantes para a gestão futura: “Isso é possível graças ao conhecimento e aproveitamento do mundo contra todos os aspectos da ignorância, objeto de muitos problemas socioeconômicos (...) do qual sofrem muitos.”
Em relação à eleição da Equipe Parlamentar de Autenticidade e Modernidade, Abdel Latif Wehbe afirmou que a equipe de seu partido. “contando com a capacidade de gerir as questões urgentes ”, à luz das necessidade das camadas internas, envolvendo “um projeto importante da sociedade, apesar das dificuldades do país sobressair da crise sanitária. ”
Quanto ao “processo eleitoral”, a posição de seu partido visa manter uma “política” de gestão capaz de resolver as crises socioeconômicas; “Uma vez que nao se trata de uma empresa ou (loja) onde se calculam os lucros e perdas ”, cuja divisão eleitoral “deve ter que enfrentar a injusta mentalidade que predomina em algumas regiões, em detrimento da parte produtiva”.
Neste sentido, o político concluiu ao dizer que “cada povo tem sua própria experiência e direção, e toda experiência democrática deve ser orientada, obrigando a quebrar os planos falsos de outras partes (...)cuja experiência e resultados positivos, capazes de promover a justiça e a democracia no país como tudo. ”
Lahcen EL MOUTAQI
Professor universitário, Marrocos