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"A parteira do Século Chinês”

"O vírus veio da China? Veio. A China é uma ditadura? É. Essa ditadura tentou esconder a epidemia? Tentou. Então afirmar isso não é gafe, é OBRIGAÇÃO de qualquer democrata que não seja hipócrita. Crise quem provoca são os que sabotam o próprio país e agora fingem salvar a humanidade." (FIUZA, Guilherme).


"Os adultos estão a tentar proteger as pessoas contra o vírus. Os chamados jornalistas nos meios de comunicação social estão a tentar proteger a China de se ofender. (Marcelo Ribeiro)


Nós estamos prontos para lidar com uma massiva ameaça biológica? Ou com o nazismo renascido, fortalecido e escondido sob camadas de vantagens econômicas orientais? Ou prontos para bloquear as ambições contra o nosso território da nação com a maior população do mundo, que se recusa a adotar entraves ambientais, contraceptivos e pacíficos para o seu desenvolvimento? Ou mesmo para lidar com o Partido Comunista que prefere estourar o mundo a sair do poder?


A história mostra que não era possível matar uma população inteira de um país invadido com sabres e rifles. Mas se os chineses não matarem os americanos, estes não vão deixar ninguém se mudar para lá. Além disto, armas biológicas atingem apenas as pessoas e não as infraestruturas que podem ser usadas imediatamente por quem estiver chegando, dispensando a necessidade de maiores investimentos de reconstrução no pós-guerra. 


Mas isto ainda não esclareceu a questão: como vai ser o ataque final aos EUA? O camarada Xiaoping, o mesmo mentor da reforma econômica chinesa, sugeriu que ao invés de investir em porta-aviões, a China deveria investir em armas biológicas contra os americanos. E a China tem coletado de bioengenheiros israelenses informações para o desenvolvimento de uma arma biológica que não atinja a raça amarela na ocasião de seu ataque surpresa. 

Enquanto esta arma (com a vantagem de proteger a raça amarela) não for desenvolvida e a China não terminar o seu cerco para criar a sua oportunidade de aniquilação, os comunistas tem que se virar para esconder as suas intenções e suas capacidades. O “camarada Xiaoping enfatizava: ‘evite revelar ambições e tire os outros de seu rastro’”.

Assim, focando em problemas com Taiwan, é possível esconder os seus problemas com os EUA. 


A doutrina militar chinesa de cercar um território antes de tomá-lo já é bem conhecida. Mao Tsé-Tung primeiramente tomou as zonas rurais que alimentavam as cidades antes de fazer de fato a revolução. Assim, ele cortava a sua fonte de suprimentos e enfraquecia a resistência à sua conquista. A China atualmente tem a fama de comprar todos os setores estratégicos em países do Terceiro Mundo (Ásia, África e América Latina). Além disto, ela também se concentra em países pequenos antes de abordar países desenvolvidos ou blocos econômicos, para exercer maior pressão nos pontos fracos dos gigantes.

Linha do Tempo

1992, logo depois da dissolução da União Soviética, o general Chi Haotian discursou para uma reunião com altos membros do Partido Comunista Chinês. O discurso do general começa com uma pesquisa que o Partido Comunista da China fez por meio do site “sina.com”.

Nela, perguntaram à população chinesa se, em caso de guerra, eles atirariam em crianças, mulheres e prisioneiros de guerra. O “sim” ficou em cerca de 80%. 

O propósito da pesquisa era tentar perceber, de maneira confiável, discreta e entre pessoas instruídas, sem interferências da presença ameaçadora de um membro do partido, se a população estava pronta para uma guerra. 

O general explica que não é mais possível continuar a utopia do desenvolvimento pacífico da China e que a invasão de outros territórios é inevitável. Mas o povo apoiaria iniciativas que causassem mortes em outros países para salvar a China de um colapso?

A resposta fora afirmativa. E, muito embora a pesquisa não tenha sido feita com todos os cidadãos, o general diz acreditar que a parte mais instruída da população não terá dificuldades em convencer o restante do povo a apoiar a sua opinião.


Em agosto de 2005, o jornal The Epoch Times, criado por cidadãos que fugiram da repressão da China comunista, publicou uma matéria chamada “A guerra não está distante de nós e ela é a parteira do Século Chinês”.


(para ler o artigo inteiro de Renato Rabelo, segue o link: https://www.estudosnacionais.com/17853/a-chocante-relevacao-de-planos-de-invasao-militar-chinesa-das-americas/?fbclid=IwAR2q7Cw-EU11ccDDnxGftdy_NdTXpvD2h-ylHy3kcpTDGESyopd8bv5ASnk)
Gary Burton
Enviado por Gary Burton em 20/03/2020
Reeditado em 20/03/2020
Código do texto: T6892175
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gary Burton
São Paulo - São Paulo - Brasil
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