O Brasil vive uma crise politica e de corrupção sem procedência após a ditadura. Crise esta, que envolve quase  1/3 do Poder Executivo e Legislativo, aonde os envolvidos são lideres políticos os quais são responsáveis para a condução tanto das casas legislativas como  políticos que estão alocados no Executivo em Ministérios importantes que determinam o rumo do País.
  
O que fazer diante disto? É uma pergunta difícil de responder já que para esta questão serão necessárias medidas radicais e que certamente, precisará da ação firme da sociedade civil por meio de pressão popular com o apoio do Poder Judiciário e daqueles políticos sérios que ainda restam.

A divulgação de tantos nomes de políticos de expressão envolvida em crime de corrupção que serão investigados, haverá uma paralização nos poderes legislativo e executivo ocorrendo assim uma paralisação no Brasil que continuará sangrando até as próximas eleições. 

Para que isto não ocorra é fundamental uma mudança já. Ou seja, é preciso uma Reformar Policia com urgência, para que isto aconteça é necessário  que o Brasil passe por eleições gerais aonde a população elegeria novos dirigentes para o Brasil nos dois Poderes (Legislativo e Executivo) e também uma eleição conjunta de grupo de notáveis (não partidários) para redigir uma Reforma Politica.

A crise econômica que provoca caos social devido o alto índice do desemprego como a crise politica instalada no Brasil está mais que caracterizada pela corrupção no País, aonde imensa parte do que se arrecada serve para irrigar o bolso dos políticos  e dos partidos políticos visando o enriquecimento ilícito, o fortalecimento dos partidos políticos e a perpetuação dos mesmos no Poder  em detrimento da penúria do povo brasileiro. Portanto, somente uma nova legislação com leis mais severas para aqueles que exercem cargos públicos eletivos e leis que darão mais transparências e rigor àqueles que usam do Poder para enriquecimento ilícito ( políticos de ambas nos ambos Poderes constituídos), feito por pessoas que não se servirão delas para se beneficiarem (a não ser como cidadão), o Brasil poderá trilhar um novo caminho.

 
Ataíde Lemos
Enviado por Ataíde Lemos em 13/04/2017
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