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O Ser de Laodicéia ou não Ser? Eis a Questão e Igreja

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a   décima sétima  coluna sobre  Simão o mágico em  'o  ser de Laodicéia ou não Ser ? Eis a questão e igreja'.

Seguindo  a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo vigésima  sexta  coluna sobre Simão o mágico em ser de Laodicéia ou não ser?: eis a questão.

E a realidade é  complexa ao verificar essa árdua escolha advindo de um soberano  sobre seu múltiplo destino na dimensão religiosa ou ainda se tratando de um soberano seus reais motivos em dadas situações.

Realmente o Simão o mágico escolheu olhar com certo cuidado , esse tipo de escolha bem  shakespeariana ou ainda hamletiana, bem casal cabe ainda não falhar no pensamento ampliado gadameriano.

Legalmente desprotegido acerca  das possíveis novidades, ele então acaricia isso como algo que pode ser no mínimo ampliado conforme seu lépido pensamento.

Assim Simão o mágico condiz com sua antigo antecessor em algumas boas escolhas bem particularizadas, tudo poderia se encaixar em sua polifonia musical somente variando as notas.

O pensamento do Simão o mágico  convinha em participar da nova demanda ali próxima aberta, a Igreja Pentecostal  Evangélica de Laodicéia abre uma filial nesta época.

Diante dessa realidade,  o Simão o mágico recria um novo caminho quer por ele deve ser trilhado ou seguido de perto como uma opção ou condição de crescimento real em ascensão.

Ironias shakespearianas  á parte , tudo deve se encaixar bem direitinho em sua vida como um musical instrumento que deixou de ser no mínimo tocado e analisado.

Cabalmente o Simão o mágico precisou participar de todo processo em questão, primeiro se converteu ao Cristianismo Reformado Pentecostal e também aceitou o novo sistema.

E também precisou se batizar nas normas  cristãs ou se afastar da linha politeísta que seguia a distância com um desenho bem horizontal e cabalmente simples.

Inicialmente o pensamento do Simão o mágico  surge como um desenho da maldade extraordinária ali realizada naquele contexto, pois o batismo tinha como necessidade sua ampliação sazonal.

Assim o Simão o mágico     surge com outro tipo de pensamento acerca das doutrinas básicas de sua nova fé como um algo a ser no mínimo contabilizado como algo realmente novo ou adaptável.

O momento exigia dele um pouco mais de compreensão da sua mesma realidade , ele somente tinha mudado de religião e pensamento acerca de si mesma.

Usualmente ele não queria correr riscos com sua escolha e seu pensamento  de forma salutar e obediente em suas formas sombrias de existência potencializando o pensamento.

Naturalmente Simão o mágico tinha uma leitura sombria dos eventos cotidianos inesperados em um construto inacabado de um governo que tinha certo grau de estabilidade.

Assim para a figura do Simão o mágico  a tudo tende a se complicar em sua totalidade bem pouco trabalhada por um bom narrador, como se fosse tecido sobre tecido e nada mais.

Os momentos lhe são bem decisivos para o Simão o mágico , tudo se concretiza em suas palavras de verdade ou com fragmentos da verdade em suas muitas palavras como em última hora um governante.

Sinuosamente o sábio pensamento do Simão o mágico sugere um bom pedido para o ser divino que adora naquele momento, cabalmente tal pensamento sombrio pode norteá-lo de forma exata.

E sua boa realidade permite um enquadramento de sua visão e concepção de mundo em sua perspectiva monótona e nada bem delineada com algo a ser belo em suas formas.

Realmente por fim o baralho da fidelidade ao Cristianismo Reformado em suas nuances cabais e capitais de pensamento que exigia um só detalhe bem necessário.

Em geral, tudo deveria bem se encaixar  na melodia cantada em sua vida cheia de polifonia em detalhes bem pequenos e sombrios no pensamento.

Ironicamente a fidelidade e santidade são desconhecidas do Simão o mágico nada disso faz parte do seu conhecimento de mundo e nada acompanha sua visão como um soberano tudo deve ser confidencial.

Simbolicamente o Simão o mágico  não pode fazer este desvio cabal do mundo religioso e suas realidades conectadas por isso deve olhar tudo com fidelidade e continência.

Assim o Simão o mágico desenha um outro tipo de fé  com suas muitas mudanças alegóricas e ideológicas consistentes em seu modo de ver e observar mundo.

Quando esse aspecto ganha um espectro tudo pode ser iluminado pelos ideais cristãos que iria seguir ou gradualmente olhar com sua relevância condizente com a realidade.

Unicamente neste momento Simão o mágico pode desistir de olhar para sua realidade conectada com seu mundo ainda em fragmentos bem sólidos.

E cada verdade vertida tem um sonoro tamanho e judicial olhar que pode a tudo atenuar, bem a governabilidade é um grande risco para um aprendiz.

Simbolicamente  Simão o mágico pede ajuda religiosa como uma solução bem diagnosticável naquele momento, em que seu perfeito juízo ainda estava falhando.

Temerariamente ,  Simão o mágico condiciona tudo a um tipo de pensamento  e a um tipo de verdade que pode ser ainda considerada como algo substancial e honesto com as verdades múltiplas em seu julgamento.

As verdades que o Simão o mágico encontra tem belos fundamentos em seus muitos textos e escritos bem a comunidade de Laodiceia tem algo a oferecer como relevante.

O momento convida Simão o mágico refletir sobre suas escolhas, apenas olha para as verdades  expostas como um quadro bem colorido em seus quadrantes rivais  em sua boa base como um Simão o mágico, tudo precisa ser bem definido como um mosaico bem delineado nas curvas

E as explicações oferecidas pelo Simão o mágico, são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

Indicando possíveis caminhos duvidosos   que um viajante jamais se guiaria, as incertezas da viagem contudo amplia o pensamento do viajante . A jornada como cristão parece ser no mínimo épica ou criativa.

Garantir um fato ou detalhe  acerca do nome em questão , é um rico pensamento ou linha de pensamento a respeito da  pobreza existencial de Simão o mágico,.

Realmente Simão o mágico, escolheu olhar com certo cuidado , esse tipo de escolha bem  shakespeariana ou ainda hamletiana, bem um soberano cabe ainda não falhar no pensamento ampliado gadameriano.

E lidar com as demandas da vida de um Simão o mágico morto , fama e passado dinamizam uma linha de interpretação sofisticada ou uma leitura narrativa de fatos bem lacunar.

Já,  tudo se reduzia a um conjunto de desafios que conquistavam a permanência no trono em um tempo fragmentado como o filme Fragmentado.

Agora o pensamento do Simão o mágico era algo supremamente relevante desenhável em seu cotidiano, como um  casal bem definido em relação suas posições com relação a visões retumbantes de um reino bem definido
JessePensador
Enviado por JessePensador em 17/06/2020
Código do texto: T6980017
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 36 anos
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