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AMAR


      Amar não consta em lei ou de manual de instruções. Há atitude, respeito e sentimento. No livro, “Amor Que Serena Termina?”, Juan Gelman, expressa seu “eu” contido no eco de tantas vozes, “Amor que serena termina? / Começa? / Que nova velhice o espera para viver? / Qual fulgor? Amor surgindo...”.
Viver o amor além de prazeroso é fácil, mesmo que se apresente em diferentes expressões, que surpreende de forma agradável para alguns e intrigante para outros.
Nosso comportamento, por vezes, não fica nítido quando seguimos o coração. Com propriedade e simplicidade misturamos os sentidos e sentimentos com a realidade.  Assim, ficamos envolvidos com o amar, fosse o abrir as portas no nosso cotidiano.
Com os sentimentos resgatamos o amor, mesmo sabendo que podemos vivenciar mundos diferentes nos relacionamentos, que podem nos levar ao caminho da felicidade, como em Juan Gelman, “... o amado cria o que amará / como tu / chave / tremendo / na porta do tempo”.
Quando reconhecemos a nossa cara metade, descobrimos que somos feitos um para o outro e o mundo vira de cabeça para baixo com tanta alegria e emoção. Buscamos consolo e carinho nos braços do amado. Ficamos inquietos e julgamos sem provas, sempre que nos expomos sem medo de ser feliz.
Admitir estarmos apaixonados é o que importa; não existe o certo e o errado quando os sentimentos se encontram em quem somos. Nas palavras de Juan Gelman, “amar-te é isto: / uma palavra que vai dizer / uma arvorezinha sem folhas / que dá sombra”.
Tânia Du Bois
Enviado por Tânia Du Bois em 07/06/2020
Código do texto: T6970939
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Tânia Du Bois
Balneário Camboriú - Santa Catarina - Brasil, 63 anos
415 textos (50070 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/08/20 18:21)
Tânia Du Bois