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O Ser de Laodicéia ou não Ser? Eis a Questão

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a   trigésima quinta  coluna sobre  Dalila em  'o  ser de Laodicéia ou não Ser ? Eis a questão'.

Seguindo  a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo vigésima  sexta  coluna sobre Dalila em ser de Laodicéia ou não ser?: eis a questão.

E a realidade é  complexa ao verificar essa árdua escolha advindo de um soberano  sobre seu múltiplo destino na dimensão religiosa ou ainda se tratando de um soberano seus reais motivos em dadas situações.

Realmente Dalila escolheu olhar com certo cuidado , esse tipo de escolha bem  shakespeariana ou ainda hamletiana, bem um soberano cabe ainda não falhar no pensamento ampliado gadameriano.

Legalmente desprotegido acerca  das possíveis novidades, ele então acaricia isso como algo que pode ser no mínimo ampliado conforme seu lépido pensamento.

Assim Dalila condiz com sua antigo antecessor em algumas boas escolhas bem particularizadas, tudo poderia se encaixar em sua polifonia musical somente variando as notas.

O pensamento de Dalila convinha em participar da nova demanda ali próxima aberta, a Igreja Pentecostal  Evangélica de Laodicéia abre uma filial nesta época.

Diante dessa realidade,   Dalila recria um novo caminho quer por ele deve ser trilhado ou seguido de perto como uma opção ou condição de crescimento real em ascensão.

Ironias shakespearianas  á parte , tudo deve se encaixar bem direitinho em sua vida como um musical instrumento que deixou de ser no mínimo tocado e analisado.

Cabalmente ela precisou participar de todo processo em questão, primeiro se converteu ao Cristianismo Reformado Pentecostal e também aceitou o novo sistema.

E também precisou se batizar nas normas  cristãs ou se afastar da linha politeísta que seguia a distância com um desenho bem horizontal e cabalmente simples.

Inicialmente o pensamento de  Dalila  surge como um desenho da maldade extraordinária ali realizada naquele contexto, pois o batismo tinha como necessidade sua ampliação sazonal.

Assim Dalila    surge com outro tipo de pensamento acerca das doutrinas básicas de sua nova fé como um algo a ser no mínimo contabilizado como algo realmente novo ou adaptável.

O momento exigia dele um pouco mais de compreensão da sua mesma realidade , ela somente tinha mudado de religião e pensamento acerca de si mesma.

Usualmente ela não queria correr riscos com sua escolha e seu pensamento  de forma salutar e obediente em suas formas sombrias de existência potencializando o pensamento.

Naturalmente Dalila tinha uma leitura sombria dos eventos cotidianos inesperados em um construto inacabado de um governo que tinha certo grau de estabilidade.

Assim para a figura de  Dalila a tudo tende a se complicar em sua totalidade bem pouco trabalhada por um bom narrador, como se fosse tecido sobre tecido e nada mais.

Os momentos lhe são bem decisivos para ela, tudo se concretiza em suas palavras de verdade ou com fragmentos da verdade em suas muitas palavras como em última hora um governante.

Sinuosamente o sábio pensamento dela sugere um bom pedido para o ser divino que adora naquele momento, cabalmente tal pensamento sombrio pode norteá-lo de forma exata.

E sua boa realidade permite um enquadramento de sua visão e concepção de mundo em sua perspectiva monótona e nada bem delineada com algo a ser belo em suas formas.

Realmente por fim o baralho da fidelidade ao Cristianismo Reformado em suas nuances cabais e capitais de pensamento que exigia um só detalhe bem necessário.

Em geral, tudo deveria bem se encaixar  na melodia cantada em sua vida cheia de polifonia em detalhes bem pequenos e sombrios no pensamento.

Ironicamente a fidelidade e santidade são desconhecidas de  Jeconias nada disso faz parte do seu conhecimento de mundo e nada acompanha sua visão como um soberano tudo deve ser confidencial.

Simbolicamente ela não pode fazer este desvio cabal do mundo religioso e suas realidades conectadas por isso deve olhar tudo com fidelidade e continência.

Assim Dalila desenha um outro tipo de fé  com suas muitas mudanças alegóricas e ideológicas consistentes em seu modo de ver e observar mundo.

Quando esse aspecto ganha um espectro tudo pode ser iluminado pelos ideais cristãos que iria seguir ou gradualmente olhar com sua relevância condizente com a realidade.

Unicamente neste momento um soberano pode desistir de olhar para sua realidade conectada com seu mundo ainda em fragmentos bem sólidos.

E cada verdade vertida tem um sonoro tamanho e judicial olhar que pode a tudo atenuar, bem a governabilidade é um grande risco para um aprendiz.

Simbolicamente  Dalila pede ajuda religiosa como uma solução bem diagnosticável naquele momento, em que seu perfeito juízo ainda estava falhando.

Temerariamente ,  Dalila condiciona tudo a um tipo de pensamento  e a um tipo de verdade que pode ser ainda considerada como algo substancial e honesto com as verdades múltiplas em seu julgamento.

As verdades que Dalila encontra tem belos fundamentos em seus muitos textos e escritos bem a comunidade de Laodiceia tem algo a oferecer como relevante.

O momento convida Dalila refletir sobre suas escolhas, apenas olha para as verdades  expostas como um quadro bem colorido em seus quadrantes rivais  em sua boa base como uma boa governante, tudo precisa ser bem definido como um mosaico bem delineado nas curvas.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 08/03/2020
Reeditado em 08/03/2020
Código do texto: T6883293
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 36 anos
1352 textos (12979 leituras)
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