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O Fogo e o Altar

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a  décima segunda coluna sobre  o monarca Salum em ' o fogo e o altar' .

Finalmente o soberano Salum teve que lidar com aquilo que mais temia acontecer com sua vida em especial naquele momento em que atravessava a nação.

O  momento requer seriedade e silêncio é como ver uma obra de Banksy ou Ai Weiwei e observar seu próprio interior, saber que um registro pode ser no mínimo apagado ou esquecido.

Garantir um fato ou detalhe  acerca do nome em questão , é um rico pensamento ou linha de pensamento a respeito da  pobreza existencial de  Salum.

O cidadão Salum ficou sem direção imediata, sem lamentos ou músicas, sem termos específicos, preferiu escolher um novo desafio como sua forma de fé.

E as explicações oferecidas pelo soberano Salum são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento exige do rei Salum e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

Alteradamente ser um soberano envolve ver toda forma de necessidade existente ou ainda que seja também imaginária ou uma forma de fugir da realidade

Legalmente o soberano Salum usa a harpa como forma de alongamento mental e de autoconhecimento particular e exato nas devidas proporções , bem um músico também é um sonhador dizia o músico espanhol Javier Ruibal com extrema razão e mentalidade das eras.

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Assim o poder segue uma boa dinâmica com elementos dosados de verdade e fragmentos de dúvida, nisso o rei tem certo grau de razão, concordo que nem sempre age com sabedoria.

Realmente o soberano tinha que lidar com as intrigas palacianas e também com as nuances do poder em apreço , essas nuances nunca são terminadas ou criadas sem a mínima vontade política de um soberano indefeso como um rato diante de um leão.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 08/10/2019
Reeditado em 11/10/2019
Código do texto: T6764589
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
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