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O Trono e os Negócios

O momento nos convida a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a  sétima coluna sobre  o monarca Salum em ' o trono e os negócios' .

Temerariamente o soberano dedicou assim um tempo para os desafios concretos da existência como uma partitura musical onde as notas obedecem uma sequência.

Realmente ser um soberano agregava um conjunto de dúvidas existenciais a pessoa que vinha exercer a função em questão, como no caso unir interesses particulares e visões de mundo.

O momento pedia boas caminhadas possíveis para um soberano como Salum agisse de acordo suas necessidades num longo processo de construção e imaginação pessoal.

Naturalmente o soberano Salum tinha uma leitura sombria dos eventos cotidianos inesperados em um construto inacabado de um governo que tinha certo grau de estabilidade.

O espaço desenvolvido por ele ainda estava bem inseguro ou ainda bem delineado com as desventuras  montadas num longo caminho da realidade.

E as explicações oferecidas pelo soberano Salum são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

O momento exige do rei Salum e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

Salum argumenta quer o trono e o cetro devem existir, contudo anexa a ideia norteadora que devem existir necessidades e prioridades naturais e cabais de que um peso de um trono.

Negociar com os devidos sujeitos com o teor de enriquecimento e naturalmente , claramente um pensamento norteia o usuário do trono naquele gradual momento.

E cada movimento condiz com a realidade estilhaçada de que vivia o soberano isolado em trono em que o poder essencialmente real é importante.

Gradualmente a visão de um soberano pode ser  solicitada em qualquer momento, divinamente  não recebeu o poder , e sim tomou o poder com um mísero golpe de Estado.

O movimentado palácio o rei Salum defrontou com os riscos de outra traição , poderia ter um conjunto de pessoas insatisfeitas com seu possível governo.

Cabalmente esse pensamento nasce com os riscos e as sofisticadas evasões de um solícito soberano divisando esse melindres do poder ou os detalhes do poder.

Inicialmente o soberano Salum viu os muitos riscos e os muitos eficientes descaminhos que poderia tomar ou se assustar naquele momento.

O soberano Salum observa também os perigos de um soberano sem controle , como os soberanos anteriores bem expostos em outras colunas.

Sinuosamente o risco nasce com as muitas linhas de pensamento com dúvidas ou ainda uma linha de conhecimento que tinha ainda naquele momento.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 06/10/2019
Código do texto: T6762545
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
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