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O Crime e o Poder

O momento nos convida  a série " Vilões da Bíblia " e dar início a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo  a décima terceira  coluna sobre o soberano Jeroboão II em 'o crime e o poder'.

Como um soberano poderia dar tanto suporte ao crescimento da idolatria em seu território? Uma pergunta que requer muitas respostas que devem ser deliberativas e bem definidas

Realmente o rei Jeroboão II escolheu olhar com certo cuidado , esse tipo de escolha bem  shakespeariana ou ainda hamletiana, bem um soberano cabe ainda não falhar no pensamento ampliado gadameriano.

Incisivamente tudo se reduzia a um conjunto de desafios que conquistavam a permanência no trono em um tempo fragmentado como o filme Fragmentado.

Minuciosamente tudo se reduzia a um conjunto de desafios que conquistavam a permanência no trono em um tempo fragmentado como o filme Fragmentado.

E as explicações oferecidas pelo soberano Jeroboão II são de fato inadequadas interpretações  ao contexto que estavam assim inseridas como forma de opinião disfarçadas.

E as muitas dúvidas existenciais prevalecentes em sua vida cheia de polifonia musical surgia uma nova mentalidade existente somente entre os membros da Corte.

O momento exige do rei Jeroboão II e  também dimensiona  as realidades conectadas a todos acontecimentos necessários a riquíssimo repertório de experiências acumuladas naturais.

Portanto o posicionamento de Jeroboão II era um pouco duvidosa em relação a isso ou trabalha com as muitas dúvidas existenciais em conexão ao poder e construção de verdades.

O momento exige de que o  soberano desconfiava que tudo poderia ser um jogo de espelhos em sua vida cheia de polifonia musical e sinfônica nasce com diversas formas de sabedoria.

Diante disso tudo nasce com somente os  fatos decisivos para ele como um bom conhecedor do mundo em fragmentos em sua volta e assim usa os mecanismos capazes de uma boa formação.

E suas formas de interpretação destes fatos condizem com sua cosmovisão que deve se adequar ao contexto em apreço , bem exigido e detalhado em que cabe leituras e compreensões de um mundo em fragmentos já na Antiguidade Oriental.

Realmente o soberano tinha que lidar com as intrigas palacianas e também com as nuances do poder em apreço , essas nuances nunca são terminadas ou criadas sem a mínima vontade política de um soberano indefeso como um rato diante de um leão.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 05/09/2019
Código do texto: T6738282
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 35 anos
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