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Ser de Laodicéia ou não Ser? Eis a Questão

Seguindo  a  continuidade a série " Vilões da Bíblia " e a subcategoria " soberanos rebeldes ", nesse momento escrevendo décima terceira  coluna sobre o soberano Nadabe em ser de Laodicéia ou não ser?: eis a questão.

Era uma decisão bem complexa que precisava de atenção bem demorada e complexa para se refletir no erros possíveis e contáveis   de  um soberano.

Realmente interessava a ele encarar todos somente os  fatos possíveis e imaginar um novo modelo de fé ou crença com elementos estranhos a tradição concebida num tipo de pensamento.

Diante dos fatos anteriores, o soberano Nadabe  somente abre um conjunto de precedentes acerca da sua vida e também na ruptura da nação, considerando sua luta de classe com a nobreza.

E ironias á parte considerando todos os elementos em especial , os fracos na cultura religiosa ou da tradição judaica, o soberano  Nadabe considerou importante sua luta  de classes.

Legalmente desprotegido  a figura de Nadabe  surge no horizonte afrontando a cultura existente de crença monoteísta e monolátrica, bem clara e simples, a inibição surge nos caminhos.

A figura do  mau soberano  não muito bem considerada   no Antigo Testamento tendia a complicar ainda mais a situação bem delicada dele, tudo mediante seu retorno ao santuário pagão.

O ponto de vista de  um mau soberano  muda consideravelmente como as constelações no céu, as concepções de vida mudam muito relevando o aspecto religioso.

Dilemas á parte, esse  soberano Nadabe continua  a pincelar  e  busca definir os riscos cheios de tragodie em sua vida tão cheia de polifonia tão sonora e nada convidativa.

Isso indica que os tragodies surgem depois de um conjunto de comédias, é preferível ter muitas tragodies em sua vida polifônica bem sonora e musical que vai adquirindo um novo caminho.

Cabalmente essa variante interpretativa diz muito acerca do mau soberano continuada em retomar um velho caminho após atos de rebeldia,em geral momentos importantes e relevantes.

Esse ato de rebeldia condicionou um novo tipo de pensamento ou uma nova leitura comum para sua ações como um mau soberano, tais adequações especiais para a armadilha possível.

Incisivamente o soberano  Nadabe  escolheu assim desobedecer em sua estrutura narrativa não existem muitas opções possíveis ou que fossem possíveis.
 
Assim ele fizera uma escolha bem trágica ao desobedecer esse pensamento da obediência ,  ficar proferindo mentiras seria algo consideravelmente abominável e ofensivo.

O soberano Nadabe  não quis somente decifrar todos possíveis meios interpretativos possíveis para ele naquele momento , pois cada interpretação exige uma nova forma de leitura possível.

Usualmente tais interpretações condiziam com o pensamento ainda não trabalhado dele como leitor das pedras possíveis ali existentes naquela boa ou ruim circunstância ali presente.

Naturalmente decide optar por um risco um pouco menor  de tabelar pela desobediência como seu novo espaço de existência ou como um pensamento tardio da sua vida.

Agora ele ignora todas as possíveis decisões tomadas anteriormente e toma outra bem perigosa mediante os desinteresses curiosos de outros que queriam somente olhar sua tragodie bem disciplinar em certos bons encaminhamentos.

O momento exigia um ato disciplinar  advindo de quem lhe enviou naquele maldito lugar , isso incluía um novo tipo de postura ou de ação de quem lhe enviou, bem a confiança foi destruída era necessário reconstruir esse pensamento.
 
Simbolicamente ele dependia daquele simples favor de seguir caminho , mas devia seguir caminho para casa um pouco mais cedo do que naquele horário nada confiável.

Ele  entendia um conjunto de questões envolvidas com suas muitas decisões explícitas e implícitas com uma cultura campestre ou ainda urbana com elementos xenófilos.

Realmente naquela região existia um novo conjunto de perigos se aprontavam no horizonte de suas finíssimas decisões mal elaboradas  em seu contexto.

E com várias ironias  shakespearianas  e cervantinas ali convergindo  em diminutas definições pouco cabais como os símbolos do derradeiro poder em seu mundo.

Ironicamente   ele tinha diversos conjuntos interpretativos em mente , mas  nenhum poderia definir seu novo caminho e demorar-se na casa do ancião era um sinal de péssima sorte.

Sinuosamente lidar com os conflitos de uma ordem moral e social, era realmente complicado  lidar com essa dinâmica da existência quer a uma forma de potência ou modo de existir  ou devir.

Assim ele prefere ser da igreja da Laodicéia simplesmente era uma escolha de muitas escolhas que ele o  soberano Nadabe  precisava fazer naquele momento monumental.

Quando decide ser da igreja de Laodicéia era um escolha bem pouco adequada para ele sendo um  soberano Nadabe, era simplesmente escolha particularizada.

Ultimamente era sério refletir sobre Nadabe em um número sadio e adequado em minutas sérias e relevantes para a nossa vida atual ,mas era somente um golpe do destino visto que estava na desobediência.

Era um camponês  que tinha  se transformado em  um cidadão socialmente ascendente , porém um decadente elemento que perdeu sua identidade com certos elementos.

Simbolicamente era necessário tomar uma decisão séria e relevante para sua polifonia da vida  ou Poliphonie das Lebbens o termo usado pelo teólogo Dietrich Bonhoeffer.

Tão seguro de si mesmo decidiu  interpretar aquilo como um formato de aprendizado em sua vida, considerando todos aspectos sombrios da vida como uma enorme melodia sombria, elementos inadequados para sua cultura.

Ao caminhar por aquelas redondezas se deparou com os  perigos da mornidão latente em Laodicéia era um enorme desafio conflitante em sua essência, com dúvidas existenciais.

Os momentos exigiam um conjunto de decisões sofríveis  e nada adequadas para um possível soberano Nadabe com um possível membro de Laodicéia.
JessePensador
Enviado por JessePensador em 13/04/2019
Reeditado em 17/07/2019
Código do texto: T6622461
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
JessePensador
Santana de Parnaíba - São Paulo - Brasil, 34 anos
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