O Farol da "Solidão" (Ilusão)
Culturalmente a cinematografia do filme Farol da "Solidão" (Ilusão) pode ser retratado com a literatura do livro o Velho e o Mar quando o assunto se trata de metáforas como: Mar e silêncio; horizonte e existência; Navegação e vida. De suspense narra uma família em eventos de melancolia.
É profundo o que os fatos de uma vida pode manifestar através da necessidade de aprender diante dos maiores ensinamentos acerca do sofrimento humano sobre as crises em supera-las.
Essa experiência sobre o isolamento por desesperar-se faz alucinar o "espírito mais quebrado que a morte". - Assim disse um dos principais protagonistas.
Um farol familiar na ilha de ilusões a cada trecho, desenho, distração e paranóia. O contato entre as tristes apreensões. Integrantes isolados do mundo.
Nas cenas as crianças chamam por Deus com pipas no céu. Está distante a horizonte embarcação dos corpos enfraquecidos. Pais que desfalecem.
O terrivel conflito que há nas gerras do Oriente somam memórias desesperadoras. Em suas habitantes crianças a fantasia que não os refugia na saúde mental. Elas cantam e os seus males não espantam. Chegam ao fim, marcadas, pelo medo em seus olhos indefesos.
Em complexa submersão a mensagem descrita nesse dilema sob ilha, farol e solidão nos remete a refletir os polêmicos dramas já vivenciados pela comunidade internacional.
- A sobrevivente esperança é um ciclo eterno em sua própria expectativa de verdade "solitária". Em nome das guerras culturais se mata até crianças.
Filme: Farol da "Solidão". (Ilusão)
Produção: Netflix.