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Desaprovação de Bolsonaro sobe e atinge maior marca desde julho

Desaprovação do governo de Jair Bolsonaro voltou a crescer e chegou a 49%

Lentidão na vacinação e falta de medidas mais restritivas de combate ao coronavírus são apontados como maiores motivos

A aprovação do presidente também diminuiu e foi a 25%

Em meio ao caos pela escalada da pandemia no Brasil e às contradições no próprio discurso sobre o combate à Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) viu a desaprovação de seu governo voltar a subir. Segundo números da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, divulgada nesta sexta-feira, a taxa chegou a 49%.

Bolsonaro enfrenta uma queda em sua popularidade no momento em que tem sido criticado pela falta de vacinas e políticas nacionais mais rígidas de combate ao coronavírus, além da demora para a liberação da nova rodada do auxílio emergencial.

Diante deste cenário, a desaprovação do presidente subiu 4% em relação à última pesquisa, divulgada há duas semanas.

Trata-se do pior resultado para Bolsonaro desde julho do ano passado, quando este número chegou a 54%, durante o início da liberação da primeira rodada do auxílio emergencial.

A aprovação do presidente também caiu, mas apenas 1%, chegando a 25%. Outros 22% disseram não aprovar nem desaprovar o governo, enquanto o número de pessoas que disseram não saber opinar manteve-se em 4%.

“A gestão do presidente Bolsonaro segue sendo mais bem avaliada pelo segmento evangélico [36% de avaliação positiva] e pior avaliada pelos entrevistados com ensino superior [63% de desaprovação] e pelas mulheres [53%].

A combinação de piora da pandemia com o ritmo de vacinação lento e com a falta de auxílio emergencial tem contribuído para um resultado negativo da avaliação presidencial”, explicou Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Para a realização da pesquisa, foram ouvidas 1.255 pessoas entre os dias 22 e 24 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Desaprovação de medidas adotadas pelo presidente

A pesquisa ouviu opiniões dos entrevistados sobre diversos pontos relacionados à pandemia, e ficou claro o descontentamento da população em relação à lentidão na vacinação e à ausência de medidas mais rígidas de isolamento social.

Entre os ouvidos, 77% disseram avaliar que a vacinação está atrasada no Brasil, contra apenas 4% que consideraram o processo adiantado. Já 56% afirmaram concordar com políticas como lockdown e toques de recolher para combater o vírus, contra 16% que discordaram.

Nota do divulgador:- DESSA VEZ NEM O AUXILIO EMERGENCIAL DE ESMOLA PÚBLICA