FORCA GARROTE INJEÇÃO
F O R C A G A R R O T E I N J E Ç Ã O
'A' pena de morte é um tema altamente polêmico,
sendo que a 'F'orca levanta algumas questões de caráter hitórico
e técnico que nã'O' deixam de ser curiosas e merecem esclarecimento.
Uma questão mó'R'bida, mas essencial: como morre um enforcado?
A morte por enfor'C'amento pode ocorrer de várias maneiras.
Rápida: cord'A' comprida, pressão do nó forte, onde impacto e o
peso da vítima faz um garrote no seu pescoço; de modo que a morte ocorra pela quebra das vértebras da coluna cervical e a secção da medula espinal, o que provoca parada respiratória.
Nos casos de suicídio, por desconhecer o método correto ou usar material inadequado, o suicida pode ter uma agonia prolongada, que decorre, em geral, de asfixia
ou da obstrução do fluxo san'G'üíneo para o cérebro.
A execução pela forca aind'A' é prevista no código penal
de cinco países (Índia, Irã, I'R'aque, Cingapura e Japão)
e por dois Estados norte-ame'R'icanos (Washington/New Hampshire).
Oficialmente, a pena de m'O'rte por enforcamento
foi aboloida Brasil totalmen'T'e pelo Código Penal de 1890 e a Constituição de 1891. D'E' volta aos patíbulos, não se pode
deixar de lembrar que Tiradentes, foi enforcado em 21 de abril de 1792, por conspirar pela independência brasileira. O mesmo destino teria sofrido frei Caneca, mentor da Revolução Pernambucana (1817) e integrante da Confederação do Equador (1824). No entanto, nenhum carrasco aceitou executá-lo, sendo sua pena comutada para fuzilamento, em 13 de janeiro de 1825.
Deixando o mér'I'to da questão pena de morte, convém
lembrar que some'N'te a partir do fim do século XVIII,
as autoridades 'J'urídicas e policiais passaram a se
preocupar em ex'E'cutar os condenados de maneira mais "humana".
As crucifica'Ç'ões romanas, anteriores a Cristo, e as
fogueiras nada crist'Ã's da Santa Inquisição no século XVI;
nas quais 'O's infelizes julgados ou não eram amarrados e queimados vivos.
(julho /2003)